Hotelaria

Francelina Ferreira do Amaral é a nova Diretora Geral do InterContinental Cascais-Estoril

Depois de dirigir o Hotel Indigo Paris durante quase quatro anos, Francelina Ferreira do Amaral regressa a Portugal para abraçar um novo desafio no grupo IHG.

Com mais de 20 anos de experiência no setor hoteleiro e depois de uma aventura na capital francesa, onde esteve à frente do hotel Indigo Paris Opera, Francelina Ferreira do Amaral é agora a nova Diretora Geral do InterContinental Cascais-Estoril.

“Estou muito entusiasmada com este novo desafio e, claro, feliz por regressar a Portugal, embora guarde boas memórias de Paris e da equipa do Hotel Indigo. Os meus objetivos serão claros: qualidade do serviço, para que os hóspedes se sintam em casa. É este o mote da IHG e é esta hospitalidade que tenho vivido no grupo ao longo da minha carreira. Este ano, completo 10 anos nesta que posso chamar de “minha casa” e não havia melhor maneira de celebrar!”, refere Francelina Ferreira do Amaral.

Já Maarten P. Drenth, Area General Manager Portugal, não tem dúvidas que a nova Diretora Geral do InterContinental Cascais-Estoril fará um percurso de sucesso: “A Francelina é uma excelente profissional e o seu percurso na hotelaria fala por si. Irá trazer, certamente, uma vasta experiência em Luxury & Lifestyle que elevará o hotel ao próximo nível, no que diz respeito à qualidade e ao serviço, à medida que vamos recuperando o volume de negócios tanto no segmento turístico como empresarial e isso estará na base do nosso sucesso”.

Licenciada em turismo desde 2000 com o IPVC (Instituto Politécnico de Viana do Castelo), Francelina Ferreira do Amaral concluiu com sucesso um mestrado em hotelaria com a Universidade Católica Portuguesa em 2014. Com uma extensa experiência em hospitalidade, a nova Diretora Geral do InterContinental Cascais-Estoril ingressou no InterContinental Hotels Group em 2011 para a pré-inauguração do InterContinental Porto – Palácio das Cardosas, onde desempenhou funções, primeiramente, como Front Office Manager até finalmente assumir a direção como Hotel Manager.

Depois de quatro anos em França, como Directora Geral do Hotel Indigo de Paris regressa agora a Portugal, substituindo assim Alejandro Bautista, que assumirá a direção de outra marca IHG em Maiorca: o Kimpton Mallorca.

Costa Verde na Expo 2020 Dubai

A Costa Verde, sediada em Vagos, Aveiro, foi a marca escolhida pelo chef Chakall para equipar o restaurante Al-Lusitano, em pleno pavilhão de Portugal na Expo 2020 Dubai, a realizar-se entre 1 de outubro de 2021 e 31 de março de 2022.

Segundo comunicado, “o restaurante português apresentará uma carta com combinações de produtos de excelência”, “com o objetivo bem definido pelo chef Chakall: «O melhor de Portugal, na mesa do mundo.»”, o que se estende a todos os produtos utilizados no projeto.

Em Portugal há mais de 20 anos, Chakall, além de proprietário e parceiro de vários projetos nacionais e internacionais, é conhecedor da gastronomia e cultura portuguesas, que dará a conhecer neste evento durante seis meses.

A Costa Verde iniciou atividade em 1992, sendo uma das mais modernas empresas do setor em todo o mundo, produzindo em Portugal e para o mundo. A fábrica está localizada no distrito de Aveiro, em Portugal, possuindo uma área coberta de 35.000 m² e uma área disponível de mais de 65.000 m². Ao longo de quase 30 anos de crescimento sustentado, surgiram parcerias em vários mercados espalhados por todo o mundo. A constante pesquisa, criação e desenvolvimento de novos produtos e conceitos permitiu à Costa Verde estar hoje presente em mais de 50 geografias e obter 70% do volume de negócios no mercado internacional.

Grupo Sommet Education entra na Índia

O Grupo Sommet Education dá mais um passo em frente na expansão da sua rede de escolas líder e formação hoteleira e ao lado da Indian School of Hospitality (ISH), têm o prazer de anunciar que a Sommet Education adquiriu uma participação estratégica na ISH, fundada pela veterana da área de hotelaria, Dilip Puri e principais sócios.

A Sommet Education apoia o desenvolvimento de seus dois prestigiosas instituições de Ensino: École Ducasse, referência mundial em formação em culinária e pastelaria e Les Roches, uma das principais escolas de gestão holeira do mundo.

Benoît-Etienne Domenget, CEO da Sommet Education, afirma: “A Sommet Education está a moldar e a fazer crescer a rede líder mundial de hospitalidade e educação culinária. Isto leva-nos a estar presentes em países onde o crescimento da hospitalidade e sectores afins constituem uma parte importante da dinâmica económica. Estamos felizes por estabelecer uma parceria com a ISH, proporcionando aos estudantes indianos, dentro do país, padrões mundialmente reconhecidos de hospitalidade, educação culinária e de gestão.”

O crescimento do sector da hotelaria e dos serviços requer futuros líderes que estejam prontos a assumir oportunidades globais na Índia e no estrangeiro. A Indian School of Hospitality dirige um dos melhores campus do país em Gurugram (Delhi NCR) e é considerada a escola de referência em gestão hoteleira e artes culinárias pela indústria e parceiros afiliados. Oferece programas de licenciatura, bem como programas de diploma e certificado a nível de graduação e pós-graduação. A ISH poderá reforçar ainda mais o seu portfólio de programas com oportunidades para os alunos estudarem semestres no estrangeiro, iniciarem os seus estudos na Índia e terminá-los noutra instituição da rede, e juntarem-se a novos programas, incluindo um MBA na Les Roches, Suíça.

Dilip Puri, Fundador & CEO da ISH comenta “A nossa filosofia tem sido sempre a de proporcionar aos estudantes uma qualidade de educação excepcional através de um currículo e pedagogia internacionais, tecnologia e infra-estruturas de classe mundial, bem como um corpo docente de académicos e de investigação de renome. A parceria com a Sommet Education permitir-nos-á fortalecer a nossa oferta, expandir a nossa presença na Índia e nos países vizinhos, e fazer parte da prestigiosa rede da Sommet, que atualmente tem 18 campus em 8 países, e de 60.000 ex-alunos influentes. Poderemos também continuar a apoiar a procura dos líderes da indústria hoteleira, trazendo para a Índia duas das melhores marcas mundiais em gestão hoteleira e educação culinária.” Juntos, a Sommet Education e a Indian School of Hospitality visam um forte desenvolvimento para as duas marcas.

Com esta aliança, a École Ducasse irá oferecer programas em culinária e pastelaria destinados a jovens estudantes e profissionais. Isto marca a estreia da École Ducasse na Índia, dado que os dois parceiros pretendem desenvolver uma rede de escolas culinárias na região durante os próximos três anos.

Além disso, a instituição suíça Les Roches, fundada em 1954, com campus na Suíça, Espanha e China, irá enriquecer os programas de graduação e pós-graduação da ISH. Para além do intercâmbio e workshops académicos e de investigação, graças a currículos em espelho e sinergias, os alunos poderão estudar semestres no estrangeiro e beneficiar de vários percursos dentro de programas de graduação e pós-graduação em toda a rede de instituições Les Roches. Serão oferecidas oportunidades de estudar nos campus da Les Roches em Crans-Montana, Suíça, Marbella, Espanha e Xangai, China. Os estudantes pós-graduados do ISH poderão também prosseguir o MBA Les Roches em Crans-Montana, ou um mestrado na Espanha. A aliança inclui planos para uma maior expansão na região, começando com a inclusão  de um segundo campus na Índia dentro dos próximos três anos.

O CEO da Sommet Education, Benoît-Etienne Domenget, concluiu: “Temos o prazer de acolher a ISH na família Sommet. Juntos, estaremos mais aptos a responder às necessidades da indústria de talento e conhecimentos especializados. Os aspirantes à gestão hoteleira e às artes culinárias na Índia e nos países vizinhos poderão agora beneficiar da nossa experiência e conhecimentos combinados e explorar oportunidades de carreira internacional. Este desenvolvimento traz duas marcas educacionais verdadeiramente globais, École Ducasse e Les Roches, mais próximas de casa para os estudantes indianos.”

ADHP arranca com novo curso de Direção Hoteleira

A Associação dos Directores de Hotéis de Portugal (ADHP) vai ministrar mais um Curso de Especialização em Direção Hoteleira (CEDH), que terá início a 15 de setembro. Esta formação especializada conta como formadores um conjunto de reputados especialistas reconhecidos na área da hotelaria nacional.

Recorde-se que já este ano os CEDH sofreram uma remodelação, passando a ter mais cinco módulos que os anteriores. A ADHP vai disponibilizar durante o curso um conjunto de conteúdos que permitam aos profissionais uma actualização em áreas que se têm vindo a tornar fundamentais: e-commerce na Hotelaria; Gestão de Compras: Legislação Laboral e Gestão Ambiental: Gestão de Redes. Haverá também um seminário sobre soluções tecnológicas ao serviço da hotelaria e, se a situação pandémica o permitir, a visita a unidades hoteleiras.

O CEDH terá um total de 332 horas, mais 60 horas de formação. As aulas vão decorrer de quarta a sexta-feira, das 18h30 às 22h30 e ao sábado das 9h00 às 13h00, para um número mínimo de 15 participantes

Para mais informações deve ser enviado um e-mail para geral@adhp.org.

“Vivemos tempos de incerteza no turismo a nível internacional que são um desafio constante para os diretores hoteleiros. Nestes contextos adversos a aposta na formação é ainda mais relevante e necessária. Só os profissionais mais capazes e preparados são capazes de dar respostas apropriadas e em tempo real às necessidades de mercado”, destaca Raúl Ribeiro Ferreira, presidente da Associação dos Directores de Hotéis de Portugal.

 

Abertas candidaturas ao Programa FIT 2.0

1,2 milhões de euros para apoiar a inovação no turismo

O Turismo de Portugal está a aceitar candidaturas ao Programa FIT – Fostering Innovation in Tourism 2.0, até 31 de agosto, destinado exclusivamente a programas de ideação, de aceleração e inovação aberta promovidos por incubadoras.

Trata-se da 5.ª edição de um programa direcionado para o desenvolvimento de uma rede de incubadoras de empresas especialmente focadas no desenvolvimento de ideias, soluções, produtos e modelos de negócio associados ao turismo, com capacidade de revitalizar e potenciar a inovação e o crescimento competitivo do setor. O objetivo do Programa FIT 2.0 é apoiar programas de ideação, de aceleração e inovação aberta que possam contribuir para a construção de empresas e destinos turísticos mais sustentáveis, mais responsáveis e ainda mais resilientes. E, nesse sentido, serão desenvolvidos em parceria entre as incubadoras nacionais, as empresas e a academia, com ênfase na retoma e na competitividade da atividade turística.

O programa FIT 2.0 integra dois regulamentos – Regulamento FIT 2021/2022 Programas de Ideação e Regulamento FIT 2021/2022 Programas de Aceleração e Inovação Aberta – que pretendem dar resposta aos seguintes desafios: gestão sustentável das empresas e dos destinos turísticos; enriquecimento e melhoria da experiência do turista; promoção da mobilidade inteligente e sustentável; gestão baseada em dados; otimização das operações de negócio das empresas.

Com uma dotação global de 950 mil euros, os programas de aceleração e inovação aberta permitem às startups selecionadas melhorar os seus modelos de negócio e identificar novos clientes e potenciais investidores. Já a rede de Escolas do Turismo de Portugal acolhe os programas de ideação, que visam a dinamização de novas ideias de negócio no turismo. A dotação global é de 250 mil euros.

O Programa FIT 2.0 é uma das medidas do Plano “Reativar o Turismo | Construir o Futuro”, criado para incentivar a retoma da atividade turística nacional, e está alinhado com os objetivos da Estratégia Turismo 2027, que visam posicionar Portugal como um hub internacional especializado em turismo e uma referência na produção de bens e serviços para a atividade turística à escala mundial.

O Turismo de Portugal irá ainda desenvolver, no contexto do Plano “Reativar o Turismo | Construir o Futuro”, um programa específico que pode dispor até 15% da dotação global de cada Regulamento, para promover e consolidar o rápido e estruturado acesso ao mercado de startups participantes nos programas FIT.

Nas quatro edições anteriores, o programa do Turismo de Portugal já apoiou 56 programas de ideação, aceleração e inovação aberta, com um incentivo global de 4 milhões de euros, envolvendo mais de mil participações de startups e projetos.

O apoio é destinado a incubadoras que assinaram ou venham a assinar o protocolo FIT com o Turismo de Portugal, até 31 de agosto, disponível em: http://business.turismodeportugal.pt/pt/Conhecer/Inovacao/programa-fit/Paginas/default.aspx

“Space & Underwater Tourism Universal Summit” (SUTUS 2021)

NASA, JAXA e o projeto de Málaga “Senda Azul” são algumas das estrelas confirmadas de SUTUS 2021

  • SUTUS 2021 “Beyond Known Borders” é um evento global único, organizado pela Les Roches Marbella e Medina Media Events, que teve a primeira edição em 2019 e que se repete este ano, na sequência da pandemia.
  • O encontro terá lugar pela segunda vez na Les Roches Marbella de 22 a 24 de Setembro, coincidindo com o equinócio de Outono, e terá um formato híbrido, com um primeiro dia presencial e mais dois dias em formato virtual.
  • Será o primeiro evento onde os principais especialistas mundiais discutirão a corrida espacial entre bilionários que está a ser seguida em todo o mundo.

 SUTUS 2021, o evento pioneiro sobre turismo espacial e subaquático, reunirá na sua segunda edição na Les Roches Marbella de 22 a 24 de setembro as principais agências espaciais internacionais, organizações nacionais e empresas do sector subaquático para debater os dois grandes desafios do turismo de luxo: o cosmos e a água.

O evento é organizado pela Les Roches Marbella, uma das instituições de ensino de referencia em Espanha e uma das mais importantes do mundo em conjunto com Medina Media Events. Além disso, o campus da Les Roches Marbella acolherá também uma área de demonstração onde diferentes empresas nacionais e internacionais apresentarão aplicações relacionadas com o turismo, como parte do compromisso dos organizadores de abrir a experiência no local aos avanços oferecidos pelas novas tecnologias.

De Marte à Lua no SUTUS 2021

Este foi um ano chave para a exploração espacial, com marcos históricos como a chegada de sondas e robôs a Marte por agências como a NASA, a agência espacial chinesa e os Emirados Árabes Unidos, bem como as primeiras viagens privadas tripuladas da SpaceX à Estação Espacial Internacional e a corrida espacial entre os bilionários Jeff Bezos e Richard Branson, proprietários da Amazon e da Virgin Galactic, marcos que serão discutidos durante o encontro.

SUTUS 2021 contará com a presença da NASA, representada por Sam Scimemi, enquanto Assistente Especial do Administrador Associado para os Voos Tripulados, com sede em Washington. Scimemi, que esteve na primeira edição do SUTUS, tem mais de 30 anos de experiência em voos espaciais humanos, tendo iniciado a sua atividade no Johnson Space Center (Houston, Texas), estando envolvido em projetos da NASA tais como Shuttle, Hubble, Estação Espacial, SOFIA, NPP e muitos outros. Neste momento encontra-se a colaborar no projeto Moon Mars, contribuindo com a sua experiência na segurança de missões tripuladas.

Uma das novidades de maior destaque da edição deste ano será a presença da Agência Aeroespacial Japonesa JAXA, representada por Hiroko Asakura, Diretora-Adjunta desta agência junto da União Europeia, que se encarregará de apresentar o compromisso do país com o turismo espacial.

O discurso de Asakura no SUTUS 2021 centrar-se-á na participação do Japão no programa “Artemis” da NASA, cujo objetivo é explorar novamente o espaço exterior da Terra Luna e trazer “a primeira mulher e o próximo homem” e no qual o Japão é o parceiro principal. Além disso, no âmbito das iniciativas privadas de turismo de luxo, também se fala japonês. O magnata Yusaku Maezawa aspira a ser o primeiro turista espacial a viajar para a Lua e convidou outras oito pessoas a juntarem-se à expedição, que deverá descolar em 2023 numa das naves espaciais da SpaceX.

O luxo de mergulhar entre navios e porta-aviões afundados

Mas o SUTUS não é apenas um evento estrelar, há também uma grande parte dedicada ao turismo subaquático, tal como o projecto “Senda Azul” de la Costa del Sol, uma iniciativa do Conselho da Província de Málaga que visa valorizar a riqueza subaquática dos 180 quilómetros da Costa del Sol, tornando acessíveis sítios arqueológicos, recifes e embarcações afundadas do tempo dos gregos, do Império Romano, da Batalha de Lepanto e da Segunda Guerra Mundial. Além disso, o projecto inclui a construção de recifes artificiais e bases náuticas, que serão um atrativo para o turismo de luxo, ajudando ao mesmo tempo a preservar e proteger os recursos marinhos, a flora e a fauna. Nas palavras do Presidente da Câmara de Málaga, Francisco Salado, que é também Presidente do Turismo da Costa del Sol, a “Senda Azul” é uma aposta no meio ambiente e na sustentabilidade, e também na oferta turística, patrimonial e cultural. Mas será Javier Noriega, presidente del Clúster Marino Marítimo de Andalucía, o responsável por apresentar aos especialistas internacionais de SUTUS 2021 os detalhes deste projeto com o qual colabora há vários anos.

Carlos Díez de la Lastra, Diretor do campus Les Roches na Costa del Sol, afirma: “Estamos muito entusiasmados por estar de volta este ano com SUTUS 2021, um evento único no mundo, onde poderemos explorar com mais detalhe o que está acima das nossas cabeças e abaixo dos nossos pés, porque estamos muito mais perto do que as pessoas pensam ampliar os nossos limites. Em apenas dois meses, as agências líderes na corrida pelo turismo de luxo espacial  e turismo subaquático encontram-se em Marbella, Andaluzia. E as grandes expedições à América, para descobrir o Novo Mundo e  também começaram a partir daqui”. Nas próximas semanas, os organizadores do evento vão anunciar mais detalhes desta segunda edição do SUTUS, cuja agenda oficial será publicada um mês antes do evento, bem como a abertura do processo de inscrição para os três dias, que pode ser seguido através da plataforma virtual.

Para mais informação: www.sutusummit.com

Pátio das Cardosas, o novo lugar ao sol da cidade do Porto

Há um novo espaço ao ar livre na Baixa do Porto: o Pátio das Cardosas Terrace & Lounge abriu oficialmente este fim de semana e promete afirmar-se como o novo ponto de encontro na cidade. Durante a época de verão, há petiscos para partilhar, uma refrescante carta de cocktails e animação com DJ e concertos todas as quintas, sextas, sábados e domingos. 

Estão finalmente abertas as portas do Astória para a emblemática Praça das Cardosas, com a concretização do Pátio das Cardosas Terrace & Lounge, um generoso espaço ao ar livre que combina esplanada e lounge. O projeto, que nasce de um sonho antigo, vem reforçar a oferta do restaurante com novas propostas gastronómicas e um acréscimo de cerca de 100 lugares no exterior.

A partir de agora, todos os serviços passam a ser realizados também ao ar livre: o Menu Executivo, ao almoço de segunda a sexta, o novo Brunch & Bubbles, aos sábados e domingos, e a Carta de Jantar, todos os dias. A estes clássicos do Astória junta-se agora um novo menu, composto por propostas mais leves e descontraídas, perfeitas para acompanhar as variadas sugestões de cocktails e vinho a copo.

Entre os destaques estão os petiscos portugueses para partilhar que incluem Ostras de Aveiro ao naturalGambas à guilhoCostelinha de porco barbecue ou Petinga frita com coulis de pimento vermelho e broa. Há também tábuas de queijos e enchidos DOPsaladas frias e quentes e uma apetitosa lista de sanduíches, onde não faltam os tradicionais Club SandwishPrego em bolo do caco ou Hambúrguer, opções vegan com Bagel de beterraba e Salada de rúcula e burrata. Espaço ainda para sobremesas para quem não dispensa um momento mais doce a qualquer hora do dia.

Tudo isto num verdadeiro oásis em pleno centro histórico do Porto, ideal para descontrair depois de um dia de trabalho ou para aproveitar os fins de semana de sol com os amigos. Para dar ritmo às tardes de verão, há programação especial com DJ Set e campanhas promocionais flash para aproveitar. No Pátio das Cardosas o fim de semana começa à quinta, com sessões “After Work”, abrindo caminho um “Weekends Warm Up”, à sexta-feira. Ao sábado há “Cardosas Beats” e ao domingo um “Holy DJ Set/Live Act” com alguns dos nomes mais conhecidos da cidade.

O Pátio das Cardosas Terrace & Lounge não requer apresentação de certificado digital de vacinação e/ou teste negativo à COVID-19. Recomenda-se reserva antecipada para garantia de mesa através do WhatsApp (928 500 660), do 22 003 5639 ou do site https://astoriarestaurante.com/pt-pt/.

Novo espaço cultural e hoteleiro está a chegar ao Porto

M.Ou.Co. é um projeto dedicado à música e às suas diferentes dimensões. Integra sala de concertos, hotel, restaurante e musicoteca 

M.Ou.Co.. É este o nome do novo espaço cultural e hoteleiro que está prestes a inaugurar na cidade do Porto. O projeto – cuja vertente hoteleira é a primeira do país com um conceito multidisciplinar e assumidamente dirigido para a componente musical – resulta de um investimento de oito milhões de euros (que contou com financiamento no âmbito do Programa Norte 2020) e abre, já no próximo mês de agosto, em regime de soft opening. A inauguração oficial será em setembro.

Com uma área total de 5.000 metros quadrados, o M.Ou.Co. integra um total de 62 quartos, um restaurante, uma sala de espetáculos e uma musicoteca, local onde os visitantes terão a oportunidade de descobrir a coleção de discos de vinil e livros dedicados ao universo musical. O projeto conta, ainda, com três salas de ensaios, um espaço inovador dedicado à saúde do músico e, também, áreas exteriores de jardim, piscina, bar e esplanada.

O novo espaço, que se localiza na zona do Bonfim, destaca-se pela escolha de materiais voltados para a estética industrial como o betão, a madeira, o aço corten, aço distendido, brick e microcimento. “Stay. Listen. Play.” é a assinatura do projeto que se assume como um local para ficar, relaxar, ouvir, tocar e experimentar, não fosse este um conceito que junta o Turismo, a Cultura e a Comunidade, tendo a Música como fio condutor e elemento agregador.

Aposta na vertente cultural: Da saúde ao lazer

Com o objetivo de aproximar culturas e interesses, e, sobretudo, partilhar experiências, o M.Ou.Co., enquanto lugar multicultural, apresenta-se com uma programação própria, desenhada de forma trimestral, maioritariamente dedicada à área da música. A equipa de gestão cultural interna está encarregue de assegurar a diversidade da oferta cultural, dando resposta a todo o tipo de gostos, desde rock, pop e jazz, passando pela música eletrónica e experimental, até à música tradicional e as músicas do mundo. Refira-se, ainda, que, além de um conjunto de concertos, o M.Ou.Co. disponibilizará, também diversos workshopsmasterclasses e talks.

Apesar de todo o projeto “respirar” cultura, o destaque desta vertente centra-se na Sala M.Ou.Co., um espaço multifacetado, com palco flexível, com luz natural e acesso direto para o exterior. Com 240 metros quadrados e com capacidade para 300 pessoas (em pé) ou 180 pessoas (sentadas), a sala foi projetada por José Prata e Paulo Machado, arquitetos responsáveis pela mecânica de cena e pelo projeto de sala. O projeto de acústica esteve a cargo de Rui Ribeiro, engenheiro acústico especializado nas áreas de projeto acústico e controlo de ruído e vibração.

Outro dos aspetos diferenciadores do M.Ou.Co. passa pela promoção do bem-estar físico e mental dos músicos. Este novo espaço oferece uma área de “Saúde do Músico”, com acompanhamento especializado e integrará um conjunto de iniciativas personalizadas, pensadas exclusivamente nas necessidades específicas para o bem-estar destes profissionais.

Restauração: Um ponto aberto para a comunidade

No restaurante M.Ou.Co. será possível encontrar uma combinação perfeita entre a “comida de conforto” – inspirada na tradicional gastronomia portuguesa –, mas sempre com um toque de inovação e criatividade. O ambiente minimalista e acolhedor pretende desafiar o cliente a viajar através de uma sinfonia de sabores e sensações em perfeita harmonização com uma criteriosa seleção de vinhos nacionais e internacionais. O espaço de restauração contará com um menu executivo ao almoço, com jantar à carta e, ainda, com uma carta de snacks com opções clássicas e propostas originais e irreverentes, destacando-se, aqui, as propostas vegans e vegetarianas.

Pensado para um público com uma faixa etária alargada, o M.Ou.Co. é o espaço para os apreciadores de música, para os criativos, para profissionais de todas as áreas, desde as mais criativas às mais tradicionais. É, também o local ideal para as famílias que querem hospedar-se aqui. Sem rótulos ou definições, o M.Ou.Co. é um local para ser vivido ao ritmo de cada um. O projeto de arquitetura tem assinatura da Arquitectos Aliados e da arquiteta Susana Leite, estando a construção a cargo da CASAIS, Engenharia e Construção, SA.

METRO adere ao “Código de Conduta da UE para Práticas Comerciais e de Marketing Responsáveis”

Comprometida com todas as questões ambientais, a METRO, da qual a Makro Portugal faz parte, incluiu três dos seus atuais objetivos ao nível da sustentabilidade no Código de Conduta da UE. A grossista   atualiza, ainda, a sua meta climática: em vez de reduzir para metade as suas emissões de gases com efeito de estufa por metro quadrado de espaço de vendas e entrega até 2030, a METRO tem agora como objetivo tornar as suas próprias operações comerciais globais neutras para o clima até 2040, principalmente através de investimentos próprios. Ao contrário do panorama do “Green Deal” Europeu e da estratégia “Farm to Fork” da Comissão Europeia, o “Código de Conduta” é um compromisso voluntário assumido pelos interessados europeus ao longo da cadeia de abastecimento alimentar. Os seus signatários partilham da opinião de que a união de forças é a única forma de conseguir uma transição bem-sucedida para uma maior proteção ambiental, saúde e compatibilidade social na indústria alimentar, pretendendo seguir com esta mudança em conjunto.

“As alterações climáticas e as suas consequências representam riscos para todas as empresas – mas especialmente para aquelas cujo modelo de negócio se baseia em fontes naturais. Como grossista internacional com mais de 16 milhões de clientes nas indústrias de serviços alimentares e retalho, temos uma enorme alavanca para iniciar uma mudança sustentável, não apenas para nós próprios, mas também para os nossos clientes e parceiros. Podemos contribuir para uma cadeia de abastecimento mais sustentável com um core business que poupa recursos e apresenta processos ainda mais eficientes”, explica Steffen Greubel, CEO da METRO AG. “Por esta razão, estamos a aderir ao Código de Conduta com otimismo e com um objetivo climático mais apertado para 2040”, acrescenta.

A METRO comprometeu-se com os objetivos globais do Código de Conduta para práticas comerciais e de marketing responsáveis, que incluem uma nutrição melhor e mais saudável, a utilização cuidadosa dos recursos alimentares, bem como circuitos fechados para embalamento. Por outro lado, os signatários podem também acrescentar os seus próprios objetivos empresariais ao Código de Conduta, desde que garantam a apresentação de relatórios transparentes e regulares. A METRO decidiu reportar especificamente sobre as seguintes metas existentes na empresa como parte do Código de Conduta:

  • Emissões deCO2 (objetivo reforçado): A METRO tem o objetivo de conseguir tornar as suas operações comerciais globais neutras ao nível do clima até 2040
  • Desperdício alimentar:A METRO pretende reduzir para metade o desperdício alimentar nas suas próprias operações até 2025
  • Sustentabilidade dentro do seu sortido de marcas próprias:

                    . Reformulação: reformulação de produtos adequados com o objetivo de reduzir gordura, sal e teor de açúcar e/ou eliminar aditivos

                    . Cadeias de abastecimento sustentáveis: A METRO está a trabalhar no sentido de ter cadeias de abastecimento mais sustentáveis com políticas de compras rigorosas e planos de ação eficientes, especialmente nas áreas de peixe e marisco, óleo de palma e soja.

Neutralidade climática através de inovação e investimento

De acordo com o objetivo da METRO, as suas próprias operações comerciais globais tornar-se-ão neutras ao nível do clima até 2040, em grande parte graças aos seus próprios esforços. A METRO está a avançar com medidas ambiciosas apoiados num investimento em tecnologia e inovação no valor aproximado de 1,5 milhões de euros. As principais medidas são:

  • Poupança de energia;
  • Mudança para regrigeradores naturais em sistemas de arrefecimento;
  • Calor fóssil de eliminação progressiva;
  • Expansão de sistemas fotovoltaicos;
  • Eletrificação da frota automóvel da empresa;
  • Modelo de emissão zero para a construção de novas lojas.

A METRO estabeleceu pela primeira vez o objetivo de reduzir para metade as suas emissões de gases com efeito de estufa por metro quadrado de vendas e espaço de entrega em 2015. No ano-base de 2011, as emissões específicas de CO2 do grossista atingiram 376 kg, valor que foi reduzido em 34% para 247 kg de COpor metro quadrado de espaço de vendas e de entrega até ao final do ano financeiro de 2019/20, sem compensação. No exercício financeiro de 2018/19, a METRO também alargou a sua meta climática à cadeia de abastecimento e tornou-se a primeira empresa de retalho alemã a estabelecer uma “meta científica” reconhecida.

A logística alimentar como um desafio

O objetivo climático da METRO abrange as áreas de energia, aquecimento, arrefecimento, consumo de papel, frota automóvel da empresa e viagens de negócios. Das emissões específicas de gases com efeito de estufa por metro quadrado de espaço de venda e entrega, 93% são atribuíveis à energia, aquecimento e arrefecimento.

A METRO comprometeu-se a trabalhar com os seus fornecedores para reduzir as emissões nestes processos a montante em 15%, entre 2018 e 2030. Posto isto, apenas em 2020, 120 fornecedores já forneceram informações sobre o clima como parte do “CDP Supply Chain Programme Climate”, que regista as emissões de gases com efeito de estufa dos fornecedores.

A METRO encontra-se atualmente a trabalhar na sua própria meta climática para a sua frota global de logística.

Uma avaliação de impacto realizada pela METRO comparou os efeitos económicos, ecológicos e sociais do seu crescente negócio de distribuição de serviços alimentares (FSD) com os do seu negócio estacionário. Esta avaliação concluiu que o impacto ambiental do negócio de distribuição não é maior do que o das visitas às lojas convencionais. A entrega direta poupa tempo aos clientes, evita a interrupção da cadeia de frio e permite uma combinação eficaz das rotas de transporte, o que reduz as emissões de COe evita o desperdício de alimentos. O balanço de sustentabilidade mostra que o FSD oferece efeitos positivos adicionais para clientes, sociedade e ambiente, no valor de 68 euros por 1000 euros em vendas, em comparação com o negócio convencional de cash & carry, sendo que a tendência é ascendente.