Princess anuncia nova Classe Voyager com três navios de última geração a integrar a frota até 2039

A Princess Cruises, uma das marcas globais da Carnival Corporation & plc anunciou a construção de três novos navios de cruzeiro que irão compor a nova Classe Voyager, reforçando a estratégia de modernização e expansão da sua frota. Os navios serão construídos pelo estaleiro italiano Fincantieri, com entregas previstas para 2035, 2038 e 2039.

A nova classe foi concebida para elevar a experiência de cruzeiro a um patamar superior, combinando os elementos mais apreciados pelos passageiros da Princess com espaços totalmente redesenhados, novas propostas de entretenimento e áreas exteriores ampliadas.

Navios de maior capacidade e movidos a GNL

Com 183 mil toneladas brutas e capacidade para cerca de 4.700 passageiros, os navios da Classe Voyager serão os maiores da frota da Princess. Tal como os recentes Sun Princess e Star Princess, serão movidos a combustível duplo, com destaque para o Gás Natural Liquefeito (GNL) — atualmente a tecnologia mais avançada e sustentável disponível na indústria marítima, permitindo reduções imediatas de emissões e maior eficiência energética.

A construção decorrerá no estaleiro da Fincantieri em Monfalcone, Itália, e terá como base a premiada plataforma Sphere Class, integrando tecnologias de última geração tanto para operação marítima como para a experiência a bordo.

Experiência reinventada para o passageiro global

Segundo Gus Antorcha, presidente da Princess, a Classe Voyager resulta de um processo de investigação aprofundado junto de passageiros e agentes de viagens:

“Realizámos uma extensa pesquisa para alcançar o equilíbrio certo entre a evolução dos nossos sucessos comprovados e a introdução de novos conceitos e parcerias. Não deixámos nenhuma área por melhorar enquanto evoluímos cuidadosamente a experiência Princess.”

Os novos navios irão apresentar:

  • convés exteriores ampliados
  • cabines redesenhadas
  • uma Piazza central totalmente reinventada
  • novos conceitos de restauração e entretenimento
  • ambientes de piscina e lazer renovados

Fincantieri reforça liderança na construção naval sustentável

Para Pierroberto Folgiero, CEO da Fincantieri, este acordo confirma a robustez da parceria com a Carnival Corporation:

“Estas novas encomendas garantem uma carga de trabalho sólida até 2039 e reforçam o papel da Fincantieri como parceiro industrial de confiança na construção naval sustentável de próxima geração.”

Os três navios agora anunciados serão os 19.º, 20.º e 21.º navios movidos a GNL da Carnival Corporation, integrando a estratégia global de modernização da frota e de aceleração da procura por cruzeiros — o segmento de viagens de lazer que mais cresce a nível mundial.

A Carnival Corporation tem ainda sete navios adicionais já contratados, com entregas previstas entre 2027 e 2033.

Concurso “Melhores Vinhos do Alentejo” arranca com participação histórica de 146 amostras

A Confraria dos Enófilos do Alentejo (CEA) deu início à XIII edição do concurso “Melhores Vinhos do Alentejo” com um número recorde de 146 amostras, naquele que é o maior volume de participações desde a criação da iniciativa. A gala de entrega de prémios está marcada para 18 de junho, em Beja, num ano simbólico em que a Confraria celebra 35 anos de promoção dos vinhos alentejanos.

Um concurso certificado e reconhecido no setor

Certificado e auditado pelo Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), o concurso reúne um painel de 15 jurados — jornalistas, enólogos e escanções — que já iniciaram as provas e avaliações das amostras provenientes das várias sub‑regiões do Alentejo.

Para Luís Sequeira, presidente da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA), esta iniciativa “dignifica os produtores alentejanos e os seus vinhos, resultado de muito trabalho em cada ano”, reforçando a preferência dos consumidores pelos vinhos da região.

Francisco Pimenta, Escanção‑Mor da CEA e Diretor do Concurso, sublinha que o objetivo passa por “premiar a qualidade do vinho produzido no Alentejo e dar visibilidade a uma nova geração de enólogos e produtores”.

Baixo Alentejo como Capital Europeia do Vinho reforça simbolismo da edição

Pedro Luiz de Castro, Presidente da Direção da CEA, destaca que esta edição decorre num ano particularmente relevante, com o Baixo Alentejo a assumir o título de Capital Europeia do Vinho, aumentando a responsabilidade e a visibilidade do concurso.

Concluída a primeira fase — que determinou as Medalhas de Ouro — segue‑se agora a prova final para eleição dos Grandes Ouros nas diferentes categorias.

Confraria dos Enófilos do Alentejo: 35 anos de defesa do território

Fundada em 1991, a Confraria dos Enófilos do Alentejo tem como missão a defesa, valorização e promoção dos vinhos da região, atuando com independência e reunindo atualmente cerca de 250 confrades. A instituição tem desempenhado um papel relevante na preservação das tradições, da cultura vitivinícola e da identidade do Alentejo.

CVRA: rigor, certificação e sustentabilidade

Criada em 1989, a Comissão Vitivinícola Regional Alentejana é responsável pela proteção e certificação da DOC Alentejo e da IG Alentejano, assegurando padrões elevados de qualidade e transparência. A CVRA é acreditada pelas normas ISO/IEC 17065, ISO/IEC 17025 e ISO 14001, refletindo o compromisso com a sustentabilidade e a excelência.

O Alentejo mantém a liderança nacional em vinhos certificados, representando cerca de 40% do valor total das vendas no país. Com 23,3 mil hectares de vinha, a região exporta 30% da sua produção para mercados como Brasil, Suíça, EUA, Reino Unido e Polónia.

Reconhecido também pela produção ancestral de Vinho de Talha, o Alentejo destaca‑se ainda pelo Programa de Sustentabilidade dos Vinhos do Alentejo, uma iniciativa pioneira que promove práticas responsáveis nas vinhas e adegas.

Qatar Airways expande rede global para mais de 150 destinos no verão de 2026

A Qatar Airways anunciou uma expansão significativa da sua rede internacional, passando a operar voos para mais de 150 destinos a partir de 16 de junho de 2026. A atualização da programação — válida até 15 de setembro — reforça a conectividade global da companhia e oferece maior flexibilidade aos passageiros durante a época alta do verão.

A rota Lisboa–Doha está incluída nesta atualização, com novos horários a entrarem em vigor já a partir de 16 de junho.

Maior flexibilidade para passageiros com viagens marcadas

Os passageiros com reservas afetadas pelos novos horários serão notificados diretamente pela companhia. A Qatar Airways recomenda que todos os viajantes verifiquem regularmente o site ou a aplicação oficial e confirmem que os seus contactos estão atualizados.

Para viagens com data entre 28 de fevereiro e 15 de setembro de 2026, a companhia mantém condições especiais:

  • Alterações de data gratuitas para viagens até 31 de outubro de 2026, mediante disponibilidade.
  • Alterações adicionais sem custos, caso o voo tenha sido afetado pela reprogramação.
  • Reembolso do valor do bilhete não utilizado, cujo processamento poderá demorar até 28 dias úteis.

A companhia relembra ainda que os passageiros não devem deslocar‑se ao aeroporto sem um bilhete válido e confirmado.

Horários sujeitos a ajustes operacionais

Tal como acontece em todas as operações internacionais, os horários poderão sofrer alterações devido a fatores operacionais, regulamentares ou de segurança.

Qatar Airways: excelência reconhecida mundialmente

A Qatar Airways mantém uma posição de destaque no setor da aviação. Em 2025, foi distinguida pela nona vez como Melhor Companhia Aérea do Mundo nos World Airline Awards da Skytrax, reforçando a reputação de excelência que tem vindo a construir ao longo da última década.

A companhia foi ainda premiada como:

  • Melhor Classe Executiva do Mundo
  • Melhor Lounge VIP de Classe Executiva do Mundo
  • Melhor Companhia Aérea do Médio Oriente (pela 13.ª vez)

O seu hub, o Aeroporto Internacional Hamad, em Doha, continua igualmente a ser reconhecido como um dos melhores do mundo, destacando-se pela qualidade da experiência do passageiro e pela oferta comercial.

Compromisso com sustentabilidade e responsabilidade

A Qatar Airways foi a primeira companhia aérea do Médio Oriente a alcançar o nível máximo do programa de Avaliação Ambiental da IATA (IEnvA), reforçando o compromisso com práticas sustentáveis. A companhia foi também pioneira na certificação internacional para prevenção do tráfico ilegal de animais selvagens na aviação.

Vale do Lobo apresenta “Oliver”, o novo Concierge Digital que eleva a experiência no resort

O Vale do Lobo Golf & Beach Resort acaba de lançar “Oliver”, um novo Concierge Digital baseado em Inteligência Artificial que promete transformar a forma como hóspedes, residentes e potenciais compradores interagem com o resort. Disponível 24 horas por dia e em vários idiomas, o serviço reforça a estratégia de inovação digital do destino algarvio.

Segundo o comunicado, o objetivo é simples: “colocar a informação do resort nas mãos de visitantes e proprietários, complementando de forma fluida o trabalho das equipas na oferta de um serviço com acompanhamento personalizado em cada ponto de contacto.”

Um concierge digital para apoiar estadias, lifestyle e imobiliário

Integrado no website oficial, o “Oliver” funciona como um embaixador digital, oferecendo respostas imediatas sobre serviços, atividades, reservas, experiências de lifestyle e programação do resort. A interação é intuitiva e personalizada, permitindo aos utilizadores planear visitas, descobrir serviços e gerir a sua estadia com maior autonomia.

Além do apoio ao visitante, o novo concierge tem também um papel relevante no segmento imobiliário, ajudando potenciais compradores a identificar propriedades adequadas ao seu perfil — desde moradias e apartamentos no The Residences Vale do Lobo até aos novos lotes disponíveis na zona de Vale Real.

O sistema fornece informação em tempo real sobre oportunidades de compra, funcionando como complemento ao trabalho da equipa imobiliária, com transição fluida entre atendimento digital e acompanhamento presencial.

Experiência integrada e serviço contínuo

O “Oliver” foi concebido para simplificar a navegação pelo universo Vale do Lobo, oferecendo:

  • respostas instantâneas e personalizadas
  • apoio multilingue
  • sugestões de atividades e serviços
  • orientação na pesquisa de propriedades
  • integração com equipas no terreno sempre que necessário

O resort destaca que esta inovação reforça a sua posição como destino de referência em Portugal, combinando tecnologia, hospitalidade e serviço premium.

Alda Filipe, Membro do Conselho de Administração de Vale do Lobo e Partner da Kronos Homes, sublinha: “Estamos muito satisfeitos por lançar o novo serviço de Concierge Digital, concebido para melhorar a forma como os hóspedes, residentes e potenciais compradores interagem com a riqueza de instalações e serviços em Vale do Lobo.”

Vale do Lobo: lifestyle, exclusividade e inovação

Fundado em 1962, o Vale do Lobo Golf & Beach Resort é um dos destinos mais emblemáticos do Algarve, com 450 hectares, dois quilómetros de praia, dois campos de golfe de 18 buracos, spa, centro de bem‑estar, desporto, restauração e uma comunidade vibrante de residentes e visitantes.

A gestão do resort está integrada na Kronos Homes, que reforçou recentemente a sua presença em Portugal com um portefólio alargado de projetos residenciais e turísticos no Algarve.

CCB apresenta “Re‑Visitar”: o novo Plano Estratégico 2026‑2030

O Centro Cultural de Belém apresentou “Re‑Visitar – Plano Estratégico 2026‑2030”, um documento que redefine o papel da instituição no panorama cultural português e europeu. O plano propõe uma visão renovada para o futuro do CCB, reforçando a sua missão pública, a relação com os públicos e o posicionamento internacional.

Logo na abertura, o documento sublinha a necessidade de um novo olhar: “RE‑VISITAR assinala a importância de voltar a olhar, de reavaliar os parâmetros de apreciação e de relançar, com espírito renovado, uma relação significativa entre a Sociedade e a Arte.”

Um contexto global em transformação

O plano parte de uma análise profunda do cenário internacional. As grandes instituições culturais europeias vivem um momento de reflexão estratégica, procurando redefinir propósito, identidade e relevância num tempo marcado por incerteza e mudança.

O documento destaca que museus e centros culturais são hoje espaços de experimentação, imaginação e construção de futuros possíveis — verdadeiros “lugares que refletem o mundo e que são mundo”.

O papel do CCB no contexto nacional

Em Portugal, o CCB assume-se como uma instituição central na concretização do direito à criação e fruição cultural, num momento em que o país celebra os 50 anos da Constituição e os 40 anos da adesão à CEE.

A transformação urbana da Área Metropolitana de Lisboa, em particular o eixo Belém‑Tejo, é vista como uma oportunidade estratégica. O CCB posiciona-se como espaço de pensamento, debate e cruzamento disciplinar, onde cultura, ciência, economia e sociedade dialogam.

O que pedem os públicos de hoje

O plano dedica uma parte significativa à análise dos públicos, tanto a nível internacional como nacional.

Entre as tendências identificadas:

  • procura por experiências culturais significativas, sensoriais e emocionalmente envolventes;
  • desejo de participação ativa na criação artística;
  • valorização de espaços acolhedores, legíveis e não intimidantes;
  • importância crescente da hospitalidade, da mediação cultural e da dimensão emocional da visita.

O documento reforça que o desafio já não é apenas programar para os públicos, mas programar com os públicos.

Propósito, Visão e Missão para 2026‑2030

O CCB define três grandes enunciados estruturantes:

Propósito

Consagrar Arte, Cultura, artistas e públicos como protagonistas do reposicionamento da Europa no mundo, afirmando os valores da Liberdade e Diversidade.

Visão

Um CCB com forte poder gravitacional, destino único para públicos plurais, articulando conhecimento, emoção e experiência sensorial, com autonomia financeira equilibrada entre missão pública e dinâmica privada.

Missão

Afirmar o CCB como espaço de encontro, criação e pensamento, mobilizando recursos criativos e financeiros para uma programação plural e representativa da diversidade cultural contemporânea.

Vetores Estratégicos: as prioridades para o futuro

O plano organiza a estratégia em três grandes eixos:

1. Cultura Europeia

O CCB quer reforçar o seu papel como nó central de uma rede europeia dedicada à diversidade cultural, ao debate UE‑Mundo e à internacionalização da criação artística.

Inclui ações como:

  • integração inteligente em redes mediáticas europeias;
  • atração de opinion makers internacionais;
  • incentivo ao multilinguismo;
  • criação de residências artísticas e defesa de uma escola europeia para a cadeia de valor da cultura.

2. Públicos Novos

A aposta recai especialmente nas gerações mais jovens e na diversidade cultural.

Prioridades:

  • novas experiências de visita, sensoriais e cognitivas;
  • reforço da mediação cultural digital;
  • programação ao ar livre e lifestyle cultural;
  • inclusão de comunidades diversas em formatos presenciais e digitais.

3. Curadoria Territorial

O CCB assume-se como plataforma de valorização do território metropolitano, reforçando a centralidade cultural de Lisboa.

Entre as ações previstas:

  • reposicionamento no eixo Belém‑Tejo;
  • conclusão e ativação plena do projeto arquitetónico original;
  • criação de experiências integradas de visita;
  • reforço do ecossistema cultural local.

Motores de Execução

Para garantir a implementação do plano, o CCB define dois motores estruturais:

Infraestrutura Tangível e Intangível

Atualização tecnológica, melhoria da mobilidade interna e otimização da arquitetura de marca.

Sustentabilidade Económica

Valorização do Centro de Congressos e Reuniões, reforço da captação de fundos e maior competitividade em candidaturas internacionais.

Fundações: comunicação, talento e participação

O plano sublinha ainda a importância de fortalecer as bases institucionais — comunicação interna, valorização do capital humano e processos participativos — como pilares essenciais para a execução da estratégia.

“Hospitalidade acolhe Diversidade e convida à Participação, que gera Conhecimento e afirma a Liberdade.”

Mário Custódio assume direção de operações da Domes Resorts em Portugal

A Domes Resorts reforça a sua estrutura de liderança em Portugal com a nomeação de Mário Custódio como Diretor de Operações, num momento estratégico em que o grupo grego consolida a sua presença no país e integra o Cascade Wellness Resort, no Algarve, a sua segunda unidade nacional.

Segundo o comunicado, “Mário Custódio aceitou o convite para o cargo de Diretor de Operações do grupo Domes Resorts em Portugal, reforçando assim a estrutura de liderança do grupo grego num momento de consolidação e crescimento da marca no mercado nacional”.

Experiência consolidada no setor hoteleiro

Com mais de duas décadas de experiência no turismo e na hotelaria, Mário Custódio traz um percurso marcado pela liderança de unidades de referência. Nos últimos anos, desempenhou funções como Diretor Geral do Domes Lake Algarve – Autograph Collection, até agora o único resort Domes fora da Grécia, onde teve um papel determinante na afirmação da unidade no segmento de luxo.

Ao longo da carreira, passou por grupos como Tivoli Hotels & Resorts, Minor Hotels, SANA Hotels e Hilton, liderando hotéis emblemáticos como Tivoli Carvoeiro, Tivoli Palácio de Seteais, Tivoli Victoria, EPIC SANA Algarve e Hilton Vilamoura As Cascatas Golf Resort & Spa.

Formado pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, possui ainda pós‑graduação em Hotelaria pela Escola de Hotelaria e Turismo de Faro e formação executiva em Luxury Brand Management pelo ISEG.

Uma liderança orientada para a excelência

Na nova função, Mário Custódio será responsável por supervisionar múltiplas operações da Domes Resorts em Portugal, com foco na excelência operacional, desenvolvimento de equipas e fortalecimento do posicionamento da marca.

O próprio sublinha que este é um momento de evolução natural na carreira: “A liderança não se resume apenas ao crescimento, mas também ao timing, saber quando estamos preparados para um desafio maior e quando a experiência pode gerar ainda mais impacto.”

Domes Resorts: expansão e posicionamento internacional

Fundada em 2008, a Domes é hoje um dos grupos hoteleiros mais dinâmicos da Grécia, operando 21 unidades de cinco estrelas em 11 destinos na Grécia, Portugal e Espanha. O grupo mantém forte presença nos segmentos upper‑upscale e luxo, incluindo oito hotéis sob marcas Marriott International e três sob a Hilton Worldwide.

A marca tem sido distinguida internacionalmente, incluindo quatro anos consecutivos como Melhor Marca de Resorts do Mundo e o Partnership Circle Award 2021 da Marriott International.

Com um portefólio em expansão e foco em destinos de resort no Mediterrâneo, a Domes aposta numa hotelaria sofisticada, orientada pelo design, experiências autênticas e serviço de excelência.

IPDT analisa reconfiguração da mobilidade turística global: Portugal pode captar 500M€ do turismo alemão

A instabilidade no Médio Oriente está a provocar uma reconfiguração profunda da mobilidade turística mundial, segundo a mais recente análise do IPDT – Tourism Intelligence. A região, que funciona como um hub crítico de conectividade intercontinental, enfrenta uma disrupção que está a alterar rotas aéreas, aumentar custos operacionais e transformar padrões de procura. Neste novo cenário, a segurança deixa de ser um pressuposto e passa a ser um critério determinante na escolha do destino.

Portugal ganha vantagem competitiva pela segurança

Posicionado como um dos países mais seguros do mundo, Portugal emerge como uma alternativa estável e previsível para turistas que evitam zonas de conflito. O IPDT identifica o mercado alemão como o mais estratégico: em 2024, excluindo a Turquia, os países do Médio Oriente receberam cerca de 3 milhões de turistas alemães com estadas superiores a cinco noites, com o Egipto a liderar este fluxo.

Se Portugal captar 15% deste volume, o impacto seria expressivo:

  • +300 mil hóspedes
  • +2,4 milhões de dormidas
  • +500 milhões de euros em receitas diretas

“A segurança tornou-se um ativo competitivo explícito”

Para Jorge Costa, presidente do IPDT – Tourism Intelligence:

“O futuro do turismo português dependerá da nossa capacidade de antecipação. Viajar implica, cada vez mais, avaliar o risco. Os destinos que se destacarão serão os mais confiáveis. A segurança deixou de ser um atributo implícito para se assumir como um ativo competitivo explícito.”

Longo curso e proximidade: comportamentos distintos

O IPDT prevê que as viagens de longo curso apresentem um comportamento diferente face ao período pré‑2026. Apesar da retoma do mercado asiático, o impacto do conflito no Médio Oriente deverá traduzir‑se sobretudo em maior custo e complexidade da viagem, e não numa quebra da procura por Portugal.

Em paralelo, espera‑se um reforço do turismo de proximidade, com Espanha e França a valorizarem Portugal como destino seguro e com uma relação qualidade‑preço competitiva.

Condições críticas para captar este potencial

Para transformar esta oportunidade em crescimento real, o IPDT identifica prioridades estratégicas:

  • Reforço da conectividade aérea, com novas ligações diretas
  • Gestão eficiente de slots e valorização do Porto como hub estratégico
  • Desconcentração territorial, reduzindo pressão sobre Lisboa e Algarve
  • Desenvolvimento do interior e Centro, garantindo sustentabilidade e diferenciação

O principal risco, alerta o IPDT, não é a falta de procura, mas sim a incapacidade de a gerir de forma equilibrada, evitando saturação de infraestruturas e pressão sobre recursos ambientais como água e energia.

Sobre o IPDT – Tourism Intelligence

Com 25 anos de atividade, o IPDT é uma instituição especializada em inteligência de mercado, produção de conhecimento e consultoria estratégica para o setor do turismo, apoiando destinos e empresas na tomada de decisões baseadas em dados.

Escolas de Hotelaria e Turismo do Turismo de Portugal abrem 1.945 vagas em todo o país

As 12 Escolas de Hotelaria e Turismo do Turismo de Portugal abriram 1.945 vagas para o ano letivo 2026/2027, reforçando o seu papel estratégico na qualificação de talento para o setor do turismo. A oferta formativa abrange áreas essenciais como Cozinha, Pastelaria, Padaria, Restauração e Bebidas, Hotelaria/Alojamento, Informação e Animação Turística, entre outras, com uma forte componente prática e orientação para o mercado de trabalho.

As candidaturas são online e gratuitas para alunos nacionais e residentes na União Europeia, através do site oficial das escolas. Os prazos de candidatura são os seguintes:

  • Cursos Profissionais (Nível 4): até 19 de junho
  • Cursos de Especialização Tecnológica (Nível 5): até 16 de julho

Novos cursos para responder às necessidades do setor

Para o próximo ano letivo, foram lançados dois novos Cursos Profissionais de Nível 4:

  • Técnico/a de Turismo
  • Técnico/a de Cozinha e Restauração

Estes cursos oferecem uma visão integrada das áreas de cozinha, pastelaria e restauração, permitindo aos alunos escolher a sua especialização no 2.º e 3.º ano.

Na área dos Cursos de Especialização Tecnológica, destaca-se a criação do curso de Inovação e Desenvolvimento de Produtos Alimentares, bem como o reforço da oferta em inglês com o novo Pastry and Bakery Arts.

Formação orientada para a excelência e para o futuro

Segundo Catarina Paiva, vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal com o pelouro da formação:

“Nas Escolas do Turismo de Portugal, formamos profissionais preparados para responder aos desafios de um setor em constante evolução, com competências técnicas e humanas que acrescentam valor às empresas. Apostamos numa formação que promove a responsabilidade, a ética e a sustentabilidade, assegurando um serviço de excelência centrado na criação de valor e de experiências únicas.”

A oferta formativa distingue-se pela integração de tecnologia, recursos digitais e metodologias inovadoras, garantindo uma preparação sólida e alinhada com as exigências atuais do setor.

Referência nacional e internacional na formação turística

Certificadas pela Organização Mundial do Turismo (TedQual), as Escolas do Turismo de Portugal formam anualmente mais de 2.500 alunos, com uma taxa de empregabilidade superior a 90%. Paralelamente, asseguram formação contínua a mais de 35.000 profissionais do setor.

Com foco na digitalização, inovação e sustentabilidade, estas escolas assumem um papel determinante na qualificação de talento para um setor que continua a crescer e a afirmar-se como um dos motores da economia nacional.

2.ª Edição do Programa Integrar para o Turismo com novidades

Abrem em abril as 1000 vagas para a segunda edição do Programa de Formação e Integração de Migrantes, Requerentes e Beneficiários de Proteção Internacional e Beneficiários de Proteção Temporária, no Setor do Turismo. A iniciativa traz novidades como o aumento da duração dos estágios, o reforço de financiamento aos participantes, o reforço da componente das línguas e a introdução de um módulo de literacia financeira, entre outras. As alterações visam maximizar o impacto do programa e garantir respostas mais consistentes às necessidades dos participantes e das empresas.

Esta nova edição justifica‑se pela contínua necessidade de recursos qualificados na indústria turística, pela evolução positiva da primeira edição e pelo crescente interesse demonstrado pela comunidade migrante em Portugal.

O programa passa a contar com um novo parceiro estratégico, o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), que se junta ao Turismo de Portugal, à Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) e à Confederação do Turismo de Portugal (CTP). Este alargamento reforça uma parceria ainda mais próxima entre as entidades, que assumem um acompanhamento mais sistemático e articulado de todas as fases do projeto, com vista a potenciar o seu impacto, assegurando igualmente coerência e eficácia.

O programa mantém como objetivo central a capacitação e integração de migrantes e beneficiários de proteção internacional no setor do turismo, através de formação especializada e de uma forte componente prática em contexto empresarial.  Esta iniciativa continua a afirmar-se como um instrumento estratégico para o desenvolvimento do setor e para a valorização das pessoas.

Formação na Rede de Escolas do Turismo de Portugal e Estágios nas empresas 

O programa conta com três meses de formação na Rede de Escolas de Hotelaria e Turismo do Turismo de Portugal e três meses de estágio em empresas parceiras. O período de estágio foi alargado de um para três meses, desde logo em resultado das reais necessidades identificadas pelas empresas na primeira edição do programa. Por outro lado, ao permitir um período mais extenso de aprendizagem em contexto real de trabalho, aumenta as probabilidades de integração profissional bem-sucedida.

A formação é ministrada nas 12 Escolas do Turismo de Portugal, onde os participantes vão desenvolver competências em comunicação, línguas, cultura portuguesa e técnicas específicas de restauração e alojamento, com um currículo adaptado às necessidades do setor. A componente formativa inclui diversas novidades, nomeadamente, o reforço da componente das línguas, a introdução de um módulo de literacia financeira e a introdução de uma componente de promoção da empregabilidade, com conteúdos relacionados com a preparação de CVs e entrevistas de emprego e legislação do trabalho, preparando os participantes para uma gestão mais autónoma da sua vida financeira e para decisões informadas no seu percurso em Portugal. O programa dispõe de apoio personalizado, incluindo bolsa, transporte e alimentação.

Financiamento reforçado e nova plataforma de inscrição 

Há ainda a destacar o reforço do financiamento aos migrantes, uma vez que ao investimento que já era feito pelo Turismo de Portugal, se junta agora um apoio do IEFP. Este reforço, que resulta também do facto de os períodos de formação e de estágio aumentarem, concretiza-se num apoio que passa do valor equivalente a 4 IAS (Indexante de Apoios Sociais: valor de 522,50€ em 2025 e de 537,13€ em 2026) na 1ª edição, para um valor equivalente a 7 IAS nesta 2ª edição.

Desta forma garantem-se melhores condições de participação ao longo da formação e do estágio. Este apoio adicional procura reduzir constrangimentos económicos que muitas vezes dificultam o processo de integração, assegurando que todos os participantes têm condições reais para concluir o programa com sucesso.

As alterações visam fortalecer o programa, tornando-o mais inclusivo, mais eficaz e melhor alinhado com os desafios identificados na edição anterior.

Adicionalmente, esta edição conta com uma nova plataforma de inscrição, disponível a partir de abril, que permite uma gestão mais eficiente, eficaz e integrada das candidaturas, alinhada com os restantes programas do Turismo de Portugal.

Carlos Abade, Presidente do Turismo de Portugal, destaca que, a elevada adesão à edição inaugural demonstra que este é um Programa que responde às necessidades reais do país. Num período marcado por desafios demográficos e de recursos humanos em diversas áreas, esta iniciativa reforça a importância do turismo como motor de inclusão e desenvolvimento económico. É, sem dúvida, o firme compromisso do Turismo de Portugal em apostar na qualificação dos profissionais e em tornar o turismo um exemplo de integração.”

Francisco Calheiros, Presidente da CTP, sublinha que “a CTP assinala o lançamento da 2.ª edição do Programa Integrar para o Turismo como um passo decisivo para o reforço da capacidade de resposta do setor aos desafios atuais do mercado de trabalho. O Programa constitui um exemplo concreto de como a articulação entre entidades públicas e privadas pode gerar soluções eficazes e com impacto real, promovendo simultaneamente a empregabilidade, a coesão social e a competitividade das empresas do setor.”

Pedro Portugal Gaspar, Presidente da AIMA, acresce “o Programa Integrar para o Turismo é, antes de mais, sobre pessoas. É transformar potencial em oportunidade e talento em resposta a necessidades reais do país. A AIMA, em parceria com o Turismo de Portugal, a CTP e, nesta 2.ª edição, também com o IEFP, reforça um modelo simples na sua ambição, porém exigente na sua execução: formar, capacitar e criar condições para empregos duradouros. Mais do que um programa, é um compromisso com uma integração com impacto, para as pessoas, para as empresas e para o país.”

Domingos Lopes, Presidente do Instituto do Emprego e Formação Profissional, conclui “o IEFP associa‑se ao Programa Integrar para o Turismo para desenvolver formação específica e criar oportunidades no setor, promovendo a integração, a empregabilidade e a valorização profissional das pessoas migrantes, assumindo a formação profissional como motor de inclusão, formando todos para o trabalho.”

IPDT prevê consolidação do turismo nacional em máximos históricos

Estimam-se até 34M de hóspedes, 83M de dormidas e 7MM de euros em proveitos, num cenário de segurança e confiança político-económica* 

No ano em que assinala 25 anos de atividade, o IPDT – Tourism Intelligence apresenta o Anuário de Tendências 2026, que integra o Barómetro do setor turístico. As projeções apontam para a consolidação dos níveis recorde alcançados nos últimos dois anos, num ciclo de crescimento mais moderado e sustentado.

Para 2026, o painel estima que Portugal possa receber entre 31,1 e 34 milhões de hóspedes (31,6M em 2024 e 32,5M em 2025) e registar entre 80,1 e 83 milhões de dormidas (80,4M em 2024 e 82,1M em 2025). Os proveitos globais deverão situar-se entre 6,6 e 7 mil milhões de euros, mantendo o setor em patamares historicamente elevados (6,7MM em 2024 e 7,2MM em 2025).

“Após um 2024 excecional e um 2025 em máximos históricos, 2026 deverá marcar uma fase de consolidação, com crescimento mais moderado e proveitos a refletirem a valorização contínua do setor”, afirma Jorge Costa, presidente do IPDT – Tourism Intelligence. “Com receitas próximas dos 30 mil milhões de euros** e um saldo da balança turística acima dos 20 mil milhões, quase o triplo de 2014, o turismo afirma-se como pilar estratégico, representando mais de 10% do PIB, face aos 5,9% de há pouco mais de uma década.”

Turismo nacional oferece segurança e confiança político-económica

Segundo o painel do Barómetro, a segurança, estabilidade política e confiança económica, apontadas por 75% dos especialistas, assumem-se como principal fator de competitividade do destino. A imagem positiva e atratividade de Portugal surgem logo depois, referidas por 68%, seguindo-se a qualidade, diversidade e competitividade da oferta turística, mencionadas por 66%. A conectividade e eficiência operacional, indicadas por 39%, reforçam igualmente a importância das acessibilidades na consolidação do crescimento.

Acessibilidades, mobilidade e recursos humanos são os maiores desafios

Apesar do cenário positivo, persistem desafios relevantes para 2026. As acessibilidades e mobilidade são apontadas por 48% dos inquiridos como principal constrangimento, particularmente ao nível da capacidade aeroportuária. A escassez de recursos humanos qualificados é referida por 45%, enquanto 43% destacam os riscos associados à instabilidade económica e financeira internacional. A pressão turística em determinados destinos é mencionada por 32%, sublinhando a necessidade de melhor gestão de fluxos. 

Requalificação e diversificação da oferta são objetivos para 2026
Perante este enquadramento, as prioridades estratégicas para 2026 passam pela requalificação e diversificação da oferta (41%), pela melhoria das infraestruturas e acessibilidades (27%) e pela valorização dos recursos humanos (25%), assegurando um crescimento mais equilibrado e sustentável.

10 tendências de viagem

O Anuário identifica, ainda, 10 tendências de viagem para 2026: o autocuidado e regeneração; os destinos escolhidos conforme o estado de espírito; o turismo literário e desintoxicação digital; procura de silêncio e refúgio; ou o regresso a destinos para experiências mais profundas. Surgem ainda: a valorização do quotidiano e autenticidade local; o desporto como motivação cultural; as viagens como teste das relações; as viagens como rituais de transição pessoal; e a Inteligência Artificial como suporte discreto à personalização da experiência.

“E se o Turismo acabasse?”

Este ano, o IPDT – Tourism Intelligence desafia o setor, projetando um mundo sem turismo, destacando impactos como o colapso económico em vários setores, o aumento do desemprego e empobrecimento, a perda de vitalidade urbana, o enfraquecimento do diálogo cultural, o menor financiamento ambiental e a redução da empatia entre sociedades.

Como resposta, propõe-se o “Turismo de Coexistência”, centrado no equilíbrio entre visitantes, comunidades e território, promovendo estadias mais conscientes, melhor gestão de fluxos e redistribuição de benefícios.

Para o IPDT – Tourism Intelligence, o turismo é um sistema vital que liga economia, cultura, ambiente e relações humanas, exigindo planeamento e gestão com responsabilidade e propósito. Atualmente, o setor emprega 339 mil pessoas (6,5% do emprego), reúne 51,2 mil empresas (11% do total), registando 110 mil novos diplomados entre 2020 e 2024 e tem 57% de mulheres em atividade no turismo.

*As estimativas, realizadas em 2025, não consideram eventuais impactos das cheias e inundações associadas às depressões/ eventos climáticos de 2026 no contexto socioeconómico de Portugal.
**Receitas turísticas de Portugal: 29 mil milhões de euros em 2025 e 27,7 mil milhões em 2024, quase o triplo de 2014 (10,3 mil milhões).

Fontes adicionais: INE, Turismo de Portugal, TravelBI, Banco de Portugal e SIBS.

Aeroporto do Porto comemora 80 anos com inauguração de um novo Centro de Operações e pista totalmente renovada

  • O Aeroporto Francisco Sá Carneiro atinge um recorde de 16,9 milhões de passageiros em 2025, um aumento de 6,3% em relação a 2024;
  • Mais de 120 destinos diretos ligam o Norte de Portugal à Europa, às Américas e a África;
  • A renovação da pista no valor de 50 milhões de euros foi oficialmente inaugurada;
  • Com 80 anos de funcionamento, o aeroporto reafirma o papel como principal porta de entrada para o noroeste da Península Ibérica.

A ANA Aeroportos de Portugal e a VINCI Airports assinalam o 80.º aniversário do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, um ativo estratégico na rede global de aeroportos e um motor fundamental do desenvolvimento económico, social e turístico do Norte e de Portugal.

Em 2025, com 16,9 milhões de passageiros, o Aeroporto do Porto registou o nível de tráfego mais elevado de sempre, confirmando uma trajetória de crescimento sustentado. Com mais de 120 destinos diretos, o aeroporto desempenha um papel central no reforço da conectividade internacional de Portugal e na valorização da atratividade do noroeste da Península Ibérica. 

A 16 de março, foram inaugurados oficialmente o novo Centro de Coordenação de Operações (Airport Operational Centre) e a pista totalmente renovada, na presença do Primeiro-Ministro de Portugal, do Ministro das Infraestruturas e demais entidades oficiais. Representando um investimento de 50 milhões de euros, o maior de sempre realizado no aeroporto, o projeto foi concluído ao longo de 19 meses e incluiu:

  • Repavimentação completa da pista
  • Modernização dos sistemas de drenagem
  • Substituição da iluminação do aeródromo por tecnologia LED
  • Instalação de um Sistema de Aterragem por Instrumentos (ILS) de Categoria II, permitindo operações em condições de baixa visibilidade.

Estas melhorias reforçam significativamente o desempenho operacional, a segurança e a resiliência, apoiando o crescimento futuro do tráfego.

Paralelamente, a ANA|VINCI Airports está a implementar um programa abrangente de modernização no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, focado na melhoria da eficiência operacional e da experiência dos passageiros. Os principais projetos já concluídos ou em curso incluem:

  • Remodelação da área de partidas
  • Ampliação e renovação do lounge (800 m², 200 lugares)
  • Modernização dos serviços Fast Track e canal prioritário para famílias e pessoas com mobilidade reduzida
  • Instalação do serviço de self-bag-drop de bagagem
  • Modernização da loja Duty Free
  • Criação de novas áreas de espera e de lazer, bem como de áreas para animais de estimação

Para dar resposta ao aumento de tráfego previsto nos próximos anos, foi apresentado ao Governo um Plano Diretor do Aeroporto, que inclui a expansão do terminal e construção de novas portas de embarque. Estão igualmente em estudo outros projetos de grande envergadura: um novo terminal de carga, um novo hangar de manutenção a ser construído pela TAP e a ligação à futura linha ferroviária de alta velocidade. Todos estes investimentos irão reforçar ainda mais o papel estratégico do Aeroporto Francisco Sá Carneiro em Portugal e na Península Ibérica.

Segundo Nicolas Notebaert, Diretor Executivo da VINCI Concessions e Presidente da VINCI Airports: «Celebrar os 80 anos do Aeroporto do Porto significa olhar para o futuro. Estamos a construir um aeroporto mais moderno, mais eficiente e mais sustentável, concebido para apoiar o crescimento de uma região dinâmica e para representar Portugal com excelência na cena internacional. No Porto, estamos a desenvolver o aeroporto – tanto em termos de tráfego como de infraestruturas – e continuaremos a investir no futuro, tal como fazemos em todos os aeroportos portugueses.»

Alumni da rede de Escola do Turismo de Portugal com 39 distinções Michelin

  • 3 chefs com duas estrelas Michelin;
  • 13 chefs com uma estrela Michelin;
  • 1 Chef Recomendado;
  • 4 Chefs Bib Gourmand;
  • 1 Young Chef Award;
  • 2 Melhores Sommeliers;
  • 1 Abertura do Ano;
  • 14 restaurantes recomendados, cujos chefs também passaram pela formação do Turismo de Portugal.

No final da Gala Michelin Portugal 2026, são vários os alumni da rede de escolas do Turismo de Portugal distinguidos. No total, entre conquistas nesta edição e renovação de distinções, são 39 os galardões com ligação a antigos alunos das Escolas dos Turismo de Portugal. As distinções do Guia Michelin voltam assim a evidenciar o papel desta rede de escolas, na formação de profissionais altamente qualificados, que hoje lideram projetos de referência e contribuem para a afirmação da gastronomia portuguesa no mundo.

Para Carlos Abade, Presidente do Turismo de Portugal, “é um enorme orgulho assistir ao reconhecimento internacional que os nossos alumni estão a conseguir, sobretudo quando estamos a falar do Guia Michelin. Naturalmente que ficamos também muito orgulhos por constatar que estes resultados são demonstrativos da qualidade da formação de base ministrada nas nossas escolas, que assim contribui fortemente para afirmar Portugal no panorama gastronómico internacional”, afirma.

As distinções conseguidas pelos alumni das escolas do Turismo de Portugal: 

Entre os distinguidos na Gala Michelin Portugal 2026, destaque para Rui Silvestre, ex-aluno da EHT Portimão e chef do Fifty Seconds, que conquistou a segunda estrela Michelin. Nesta edição João Mourato, alumni da EHT Portalegre e chef no restaurante Quinta do Quetzal, passou a integrar a lista de Chefes Recomendados.

As distinções Michelin com ligação a antigos alunos da EHT Coimbra pertencem a:

  • Tiago Bonito, chef do restaurante Éon (Porto), distinguido com uma estrela Michelin;
  • Bistrô Severo reconhecido como restaurante recomendado;
  • Francisco Quintas, chef do restaurante Largo do Paço (Amarante), conquistou uma estrela Michelin e recebeu ainda o Young Chef Award 2026;
  • Ricardo Costa, chef do The Yeatman, manteve duas estrelas;
  • Diogo Rocha, chef do Mesa de Lemos, manteve uma estrela;
  • Filipe Carvalho recebeu o prémio Abertura do Ano como chef do JNcQUOI Table (Lisboa), tendo o JNcQUOI Table e o JNcQUOI Fish sido também reconhecidos como restaurantes recomendados;
  • Rita Magro, Chef que na edição anterior recebeu uma estrela no Blind, viu agora o restaurante Atrevo integrar a lista de restaurantes recomendados;
  • João França, chef do Refeitro e Marco Almeida, chef do restaurante O Palco entraram este ano na lista dos restaurantes Bib Gourmand, enquanto Dinis Martinho, do restaurante Solar do Bacalhau, manteve essa referência.

As distinções com ligação à EHT Lisboa:

  • Rui Sequeira, do curso de especialização tecnológica de Culinary Arts e chef do restaurante Alameda, foi distinguido com uma estrela Michelin;
  • Ricardo Dias Ferreira, do curso de Cozinha e Pastelaria e chef do Gastro by Elemento também foi distinguido com uma estrela;
  • David Luís, chef do restaurante Mapa, Alexandre Silva, chef do restaurante Loco, Paulo Morais, chef do restaurante Kanazawa, e Carlos Teixeira, chef da Herdade do Esporão, mantiveram as suas estrelas Michelin;
  • Diogo Caetano, do restaurante Terruja, e João Rodrigues, do restaurante Canalha, mantiveram a referência Bib Gourmand;
  • Ricardo Luz (Authentic), Ana Moura (Gamelas) e Guilherme Sousa (Terroir) mantiveram o reconhecimento como restaurantes recomendados.

Pela EHT Douro Lamego passaram os seguintes Chefs:

  • Nuno Fonte, chef do restaurante Deraiz, e Diogo Coimbra, chef do restaurante Camilo Porto, passaram a integrar a lista de restaurantes recomendados;
  • Carlos Monteiro, da Casa de Chá da Boa Nova, foi distinguido com o prémio Melhor Sommelier;
  • Luís Moreira, chef do restaurante OMA, recebeu a referência Bib Gourmand.

A EHT Porto conta entre os seus alumni os seguintes distinguidos:

  • Tiago Dias, chef do restaurante Antiqvum, manteve duas estrelas e recebeu a jaleca;
  • Diogo Formiga, chef do restaurante Encanto, conquistou uma estrela Michelin;
  • Marlene Vieira, chef do restaurante Marlene, Hugo Rocha, chef do restaurante Oculto, e Arnaldo Azevedo, chef do restaurante Villa Foz, mantiveram as suas estrelas Michelin;
  • Marc Pinto, do restaurante Fifty Seconds, manteve a distinção como Sommelier.

As distinções Michelin com ligação a antigos alunos da EHT Algarve pertencem a:

  • Diogo Pereira, chef do Coral, em Porches, e João Viegas, chef do Mesa Farta, em Tavira, e Leandro Araujo, chef do Cafezique passaram a integrar a lista de restaurantes recomendados;