“Space & Underwater Tourism Universal Summit” (SUTUS 2021)

NASA, JAXA e o projeto de Málaga “Senda Azul” são algumas das estrelas confirmadas de SUTUS 2021

  • SUTUS 2021 “Beyond Known Borders” é um evento global único, organizado pela Les Roches Marbella e Medina Media Events, que teve a primeira edição em 2019 e que se repete este ano, na sequência da pandemia.
  • O encontro terá lugar pela segunda vez na Les Roches Marbella de 22 a 24 de Setembro, coincidindo com o equinócio de Outono, e terá um formato híbrido, com um primeiro dia presencial e mais dois dias em formato virtual.
  • Será o primeiro evento onde os principais especialistas mundiais discutirão a corrida espacial entre bilionários que está a ser seguida em todo o mundo.

 SUTUS 2021, o evento pioneiro sobre turismo espacial e subaquático, reunirá na sua segunda edição na Les Roches Marbella de 22 a 24 de setembro as principais agências espaciais internacionais, organizações nacionais e empresas do sector subaquático para debater os dois grandes desafios do turismo de luxo: o cosmos e a água.

O evento é organizado pela Les Roches Marbella, uma das instituições de ensino de referencia em Espanha e uma das mais importantes do mundo em conjunto com Medina Media Events. Além disso, o campus da Les Roches Marbella acolherá também uma área de demonstração onde diferentes empresas nacionais e internacionais apresentarão aplicações relacionadas com o turismo, como parte do compromisso dos organizadores de abrir a experiência no local aos avanços oferecidos pelas novas tecnologias.

De Marte à Lua no SUTUS 2021

Este foi um ano chave para a exploração espacial, com marcos históricos como a chegada de sondas e robôs a Marte por agências como a NASA, a agência espacial chinesa e os Emirados Árabes Unidos, bem como as primeiras viagens privadas tripuladas da SpaceX à Estação Espacial Internacional e a corrida espacial entre os bilionários Jeff Bezos e Richard Branson, proprietários da Amazon e da Virgin Galactic, marcos que serão discutidos durante o encontro.

SUTUS 2021 contará com a presença da NASA, representada por Sam Scimemi, enquanto Assistente Especial do Administrador Associado para os Voos Tripulados, com sede em Washington. Scimemi, que esteve na primeira edição do SUTUS, tem mais de 30 anos de experiência em voos espaciais humanos, tendo iniciado a sua atividade no Johnson Space Center (Houston, Texas), estando envolvido em projetos da NASA tais como Shuttle, Hubble, Estação Espacial, SOFIA, NPP e muitos outros. Neste momento encontra-se a colaborar no projeto Moon Mars, contribuindo com a sua experiência na segurança de missões tripuladas.

Uma das novidades de maior destaque da edição deste ano será a presença da Agência Aeroespacial Japonesa JAXA, representada por Hiroko Asakura, Diretora-Adjunta desta agência junto da União Europeia, que se encarregará de apresentar o compromisso do país com o turismo espacial.

O discurso de Asakura no SUTUS 2021 centrar-se-á na participação do Japão no programa “Artemis” da NASA, cujo objetivo é explorar novamente o espaço exterior da Terra Luna e trazer “a primeira mulher e o próximo homem” e no qual o Japão é o parceiro principal. Além disso, no âmbito das iniciativas privadas de turismo de luxo, também se fala japonês. O magnata Yusaku Maezawa aspira a ser o primeiro turista espacial a viajar para a Lua e convidou outras oito pessoas a juntarem-se à expedição, que deverá descolar em 2023 numa das naves espaciais da SpaceX.

O luxo de mergulhar entre navios e porta-aviões afundados

Mas o SUTUS não é apenas um evento estrelar, há também uma grande parte dedicada ao turismo subaquático, tal como o projecto “Senda Azul” de la Costa del Sol, uma iniciativa do Conselho da Província de Málaga que visa valorizar a riqueza subaquática dos 180 quilómetros da Costa del Sol, tornando acessíveis sítios arqueológicos, recifes e embarcações afundadas do tempo dos gregos, do Império Romano, da Batalha de Lepanto e da Segunda Guerra Mundial. Além disso, o projecto inclui a construção de recifes artificiais e bases náuticas, que serão um atrativo para o turismo de luxo, ajudando ao mesmo tempo a preservar e proteger os recursos marinhos, a flora e a fauna. Nas palavras do Presidente da Câmara de Málaga, Francisco Salado, que é também Presidente do Turismo da Costa del Sol, a “Senda Azul” é uma aposta no meio ambiente e na sustentabilidade, e também na oferta turística, patrimonial e cultural. Mas será Javier Noriega, presidente del Clúster Marino Marítimo de Andalucía, o responsável por apresentar aos especialistas internacionais de SUTUS 2021 os detalhes deste projeto com o qual colabora há vários anos.

Carlos Díez de la Lastra, Diretor do campus Les Roches na Costa del Sol, afirma: “Estamos muito entusiasmados por estar de volta este ano com SUTUS 2021, um evento único no mundo, onde poderemos explorar com mais detalhe o que está acima das nossas cabeças e abaixo dos nossos pés, porque estamos muito mais perto do que as pessoas pensam ampliar os nossos limites. Em apenas dois meses, as agências líderes na corrida pelo turismo de luxo espacial  e turismo subaquático encontram-se em Marbella, Andaluzia. E as grandes expedições à América, para descobrir o Novo Mundo e  também começaram a partir daqui”. Nas próximas semanas, os organizadores do evento vão anunciar mais detalhes desta segunda edição do SUTUS, cuja agenda oficial será publicada um mês antes do evento, bem como a abertura do processo de inscrição para os três dias, que pode ser seguido através da plataforma virtual.

Para mais informação: www.sutusummit.com

Como escolher o melhor processador de pagamentos para a sua venda direta

A 31 de dezembro de 2020 entrou em vigor finalmente o regulamento PSD2, cuja primeira tentativa em setembro de 2019 foi adiada perante a falta de adoção da maioria dos bancos e da indústria em geral. A título de resumo, o PSD2:

  •   Regula as transações online dentro do âmbito europeu: cartão do cliente e banco (adquirente) estão no território da UE. Não se aplica no resto dos casos.
  •   Exige dupla autenticação (SCA ou Strong Customer Authentication).
  •   Sendo a receção do PIN no telefone o meio mais difundido, mas não o único, já que surgem novos meios como o Apple Face ID ou a impressão digital (evoluções trazidas pelo 3DS2).

Já no ano passado escrevemos uma extensa publicação sobre o PSD2 e o impacto na venda direta dos hotéis que recomendamos que releia para conhecer todos os pormenores. Nela falamos do âmbito do PSD2, do significado de SCA, das diferenças entre o 3DS2 e o 3DS1, bem como nas diferentes exceções da regra.

Para onde vamos: tendência nos pagamentos para lá do PSD2 e PCI

Na verdade, o PSD2 é apenas um catalisador de uma mudança na forma de cobrar aos clientes, bem como de armazenar (ou melhor dizendo, deixar de o fazer) cartões de crédito como garantia. O caminho para onde vamos é:

  •     Não guardar nem usar cartões de crédito de clientes

○      Deve deixar de guardar cartões de crédito no PMS, e muito menos sem encriptar. É um risco desnecessário e com cada vez menos garantias para si, já que estará indefeso perante um retrocesso ou chargeback de um cliente.

○      Se, no entanto, guarda os cartões no PMS, deve usá-los de forma segura sem ver a sua numeração através de integrações com plataformas de pagamento.

○      Ambos os pontos o ajudarão a cumprir com a normativa PCI que o setor hoteleiro deverá implementar, mais tarde ou mais cedo (in English), caso ainda não o tenha feito.

  •     Cobrarvalidar e tokenizar o cartão segundo o tipo de tarifa

○      As tarifas não-reembolsáveis e o pagamento no momento da reserva serão processados de maneira segura com um gateway de pagamentos fiável, sem impacto na conversão e que, por sua vez, nos garanta o cumprimento do PSD2.

○      Nas tarifas flexíveis e de pagamento no hotel, poderá validar o cartão para garantir que não é fraudulento. Assim, não guardaria o cartão, mas antes um token sobre o qual poderia cobrar a penalização em caso de no-show.

  •     Formas de pagamento alternativas

○      Para além de permitir ao cliente pagar com cartão de crédito, deve começar a oferecer formas de pagamento alternativas muito vinculadas a dispositivos móveis. Alguns exemplos são Paypal, Apple Pay, Amazon Pay, Bizum ou Wechat.

A gestão de cobranças, vantagem competitiva para as OTA

As OTA que cobram ao cliente (modelo merchant) têm uma grande vantagem competitiva sobre a venda direta no que se refere à gestão de cobranças. Falamos principalmente da Expedia (nativa do modelo merchant) e, cada vez mais, da Booking.com, que caminha decididamente para este modelo, afastando-se do seu modelo original agency e onde o cliente paga no hotel diretamente.

Cobrar ao cliente garante às OTAs as seguintes vantagens:

  •   Custos mais baixos: Ao ter escala, suportam custos muito mais baixos que o próprio hotel no seu canal direto.
  •     Mais formas de pagamento aceites:

○      Tipos de cartões: Ao serem players globais, aceitam todos os cartões de crédito existentes e não os clássicos Visa e Mastercard que aceitam muitos hotéis nas suas páginas web. E não falamos só de Amex, mas também de JCB, Diners ou Discover.

○      Formas de pagamento alternativas: Esta mesma escala permite-lhes inovar com todas as formas de pagamento alternativas de cada mercado, incluindo as mais regionais ou próprias de um país (Ideal nos Países Baixos ou Wechat na China).

  •   Capacidade para fazer disparidades: A pré-cobrança ao cliente para depois pagar no hotel garante-lhe o “poder” de fazer disparidades (como fazem e continuarão a fazer).

As OTA encontrarão na norma PSD2 a desculpa perfeita para empurrar para o modelo merchant que tantas vantagens lhes traz. Tirar a complexidade da cobrança aos hotéis adiciona valor, disso não há dúvida, mas esconde duas armadilhas de grande impacto:

  •   Mais disparidades e maior dificuldade de control. O modelo merchant está sempre vinculado à realização de disparidades. Faz parte do seu ADN.
  •   Custos mais elevados para si. Cuidado com os custos derivados, já que os virtual credit cards costumam acarretar um aumento de comissão entre 2% ou 3% segundo o fornecedor.

Um bom processador de pagamentos, o seu melhor aliado

Perante estes três desafios: a entrada em vigor da PSD2, a necessidade de deixar de guardar (e processar) cartões de crédito manualmente e a urgência para reduzir a vantagem competitiva das OTAs, está no momento de pensar em contratar um bom processador de pagamentos ou PSP (ou Payment Service Provider) e integrá-lo no seu motor de reservas.

Um processador de pagamentos que lhe permita alcançar todos os objetivos que tínhamos marcado:

  •   Cobrar de maneira segura as tarifas não-reembolsáveis (os níveis de tarifas não-reembolsáveis voltarão aos seus níveis assim que termine esta crise do Covid-19).
  •   Validar os cartões nas tarifas flexíveis e permitir iniciar uma cobrança mais adiante no caso de no-show ou cancelamento fora de prazo.
  •   Cumprir, portanto, as normas PSD2 e PCI (já que passa de armazenar e processar cartões de crédito a usar tokens).
  •   Oferecer formas de pagamento alternativas para que o cliente possa pagar com a que mais goste ou lhe convenha.

Na Mirai, e seguindo a nossa filosofia, optamos por oferecer aos nossos clientes até onze processadores de pagamentos de garantias para que cada um possa escolher a opção que mais lhe convém e se ajuste às suas necessidades.

Características que deve procurar no processador de pagamentos ideal

Um processador de pagamentos é muito mais do que uma ferramenta para cobrar reservas não-reembolsáveis. Existem muitas alternativas no mercado e não é fácil escolher. Facilitamos-lhe uma lista a modos de referência, com o intuito de que possa comparar as diferentes propostas. Lembre-se que não deve apenas procurar a melhor opção, mas antes a que melhor se adapte ao seu hotel e esteja integrada nos seus sistemas.

  •   Usabilidade e impacto na conversão. Conseguir que um cliente reserve através da sua página web é difícil. Por outro lado, perdê-lo com uma má experiência de pagamento é muito fácil. Os clientes, especialmente quando estão a pagar, procuram fiabilidade, segurança e previsibilidade (que tudo seja o esperado). Faça com que:

○       O processo de pagamento esteja integrado no de reserva (iframe), sem sair para outra página (redirect).

○      Que seja mantida a imagem, especialmente se én outra página. Por imagem estamos a referir-nos ao seu logótipo, estilos e cores.

○      Que permita cobrar ao cliente na sua moeda. No momento de pagar algo, quase todos preferimos ver a quantia na nossa moeda, especialmente se fomos navegando e escolhendo cada produto nessa moeda. Muitos processadores permitem cobrar em diferentes moedas ao cliente. Outros não. Nestes casos, onde o cliente passa a pagar numa outra moeda, é necessário informar muito bem antes de passar ao gateway, para evitar confusões.

○       Manter também o idioma no momento do pagamento. Existem mercados emissores com idiomas diferentes do clássico inglês ou francês. Por exemplo, o sueco, russo ou chinês. Se, no momento de pagar, os leva para uma plataforma que está apenas em inglês ou português, terá um bloqueio na conversão da sua página web.

  •     Uso de cartões de crédito para tarifas não-reembolsáveis.

○       Que tipos de cartão aceita? Pense nos seus mercados emissores e procure os que sejam habituais na origem. Amex nos EUA ou JCB no Japão, são alguns exemplos.

○       Permite a dupla validação ou SCA (Strong Customer Authentication)? Em caso afirmativo, como o faz ou que granularidade lhe permite?

■      Permite-lhe ativá-la por mercado emissor do cartão? Por exemplo em França e Alemanha sim, mas não no Reino Unido e EUA?

■      Pode ativar SCA em transações superiores a uma quantia? Por exemplo, exigir SCA apenas em encargos superiores a 500€?

■      Tem um “modo PSD2” onde “exija SCA em toda a transação dentro do âmbito da UE” mas não para o resto? É a decisão mais conservadora (para quê exigir SCA em mercados onde não é obrigatório e a dupla autenticação não está tão difundida?)

○       Está adaptado ao 3DS2 para fazer a autenticação double-factor ou SCA? O 3DS2 permite muitas mais formas de dupla-validação para além do clássico PIN para o telemóvel. O Apple Face ID, a impressão digital ou mensagens emergentes na app do banco são apenas algumas formas de contemplar o 3DS2 e que conduz a muito melhores taxas de conversão que o anterior 3DS1.

  •     Aceitação de formas de pagamento alternativas em tarifas não-reembolsáveis.

○       Que formas de pagamento alternativas lhe oferece? Existem muitas, como Paypal, Amazon Pay, Ideal, Sofort (agora Klarna), Apple Pay, Bizum ou Wechat. Solicite uma lista das que estão disponíveis e compare com os seus mercados emissores mais fortes, já que muitas delas são exclusivas de um determinado mercado (WeChat na China ou Sofort em países de língua alemã e Reino Unido).

○       Aceita o pagamento com criptomoedas como Bitcoins? Ainda é um mercado pequeno, mas em auge, e dispôr desta forma de pagamento poderá ser uma vantagem competitiva.

  •     Validação e tokenização de cartões nas tarifas flexíveis

○       Pode validar se o cartão existe e que não é fraudulento sem fazer uma cobrança? Evitará todas as reservas falsas que são tão incómodas e tantos problemas causam.

○       Permite aplicar a dupla autenticação (SCA) sobre estes cartões?

○       Permite tokenizar o cartão de forma a não armazenar os números de cartão, mas antes tokens? Evitará assim os riscos que isso implica e ficará protegido de potenciais retrocessos ou chargebacks.

○       Permite cobrar em caso de no-show ou cancelamento fora de prazo? É o que se chama MIT ou Merchant Initiated Transaction. Dado que não tem a numeração do cartão, terá de iniciar uma cobrança sobre esse token, se aplicável.

  •     Operações disponíveis no painel de controlo

○       Permite-lhe fazer reembolsos a partir do seu painel de controlo? e também reembolsos parciais?

○       Permite-lhe iniciar uma transação (uma cobrança) sobre um token já autorizado pelo cliente ou MIT? Nesse caso informe-se quanto aos limites desta operação (até quando o pode fazer? até que quantia?)

○       Permite-lhe agendar cobranças? Se tem tarifas com cobranças parciais em determinadas datas, dispor desta alternativa é importante para si. Nem todos os processadores o permitem.

○       Que estatísticas lhe são oferecidas no seu painel? Conhecer as formas de pagamento mais habituais por país de origem ou a quantia, tem muito valor para conhecer o seu cliente melhor e poder adaptar o seu produto aos mesmos.

  •     Países em que opera e limitações

○       Em que mercados permite processar pagamentos? Existe alguma limitação? Certifique-se que pode cobrar a clientes dos seus principais mercados emissores.

○       Em que países pode entregar o dinheiro (settlement)? Confirme que pode trabalhar com a sua conta, no seu banco, no seu país e na sua moeda.

○       Exige algum volume mínimo anual de transações?

  •     Integração com o seu PMS e outras operações do hotel

○       Permite gerir as operações de cobrança a partir do seu PMS? É o lugar natural, já que passa o dia-a-dia no PMS.

○       Permite, pelo menos, informar quanto à forma de pagamento ou data de depósito do dinheiro (cash flow) no PMS? Toda a informação que automatize os seus processos de contabilidade e previsão de tesouraria ajuda.

  •     Relação qualidade-preço.

○       Quais são os custos de cada uma das operações: cobrança, validação e formas de pagamento alternativas? Tem custos fixos? Para lhe fazer uma proposta, irão solicitar-lhe uma estimativa de volume para cada uma destas operações (pode calcular o seu volume de venda não-reembolsável e o de tarifas flexíveis)

○       Lembre-se que este custo já o está a ter na forma como estão a cobrar no seu hotel. Portanto, não se trata de um custo novo, mas antes um custo que “transfere” do TPV físico para o online.

○       Lembre-se também que o custo varia muito segundo a transação. As transações internacionais são muito mais caras que as domésticas.

○       É importante também indicar que um processador de pagamentos pode ter aliança ou relação com o seu banco atual, o que lhe pode trazer sinergias como redução de custos em outras áreas do seu hotel não relacionadas com a venda online. Tenha em consideração todas estas variáveis na hora de tomar uma decisão.

  •     Evolução de produto

○       Quais são os seus planos para futuro? Que melhorias lhe irão trazer os próximos meses ou anos? Os pagamentos evoluem muito rápido e é crucial escolher um player dinâmico e proativo.

Conclusão

Nos próximos anos veremos uma grande evolução nos meios de pagamento passando de um mercado dominado pelos cartões de crédito para um ecossistema muito diversificado, complexo e em mutação, com uma multidão de formas de pagamento muito diferentes e muito vinculadas a dispositivos móveis.

As operações hoteleiras de cobranças e garantias terão de se adaptar ou irão perdendo competitividade à medida que as OTA incorporam todas estas melhorias. A norma PSD2 ou PCI são só sinais da mudança que vem a caminho e que nos deve fazer refletir para pormos mãos à obra.

Nada mudará no dia 1 de janeiro de 2021 (entrada em vigor do PSD2), mas não se relaxe, já que muito mudará a partir de 2021 em tudo o que se relacione com cobranças, e ignorá-lo não é uma opção. Para tomar a melhor decisão, primeiro deve instruir-se para saber fazer um exercício adequado que o ajude a comparar as diferentes alternativas. Assim que o tenha feito, tomar a decisão e implementá-la é parte mais simples

Passadeira FH20 da Fun & Fitness para equipar o seu ginásio

Fun & Fitness tem um vasto leque de serviços para oferecer aos seus clientes em todas as fases da concepção de um ginásio ou health club.

Na primeira fase, fornece apoio em toda a concepção do projecto desde o layout com as máquinas de musculação, decoração do espaço até à gestão passando pelas ferramentas do marketing (design, fichas de inscrição, flyers, pagina Web etc.), fornecendo todas as ferramentas necessárias ao pleno funcionamento do ginásio ou health club.

Numa segunda fase, comercializa todos equipamentos para ginásios, desde máquinas de musculação, a equipamentos cárdio-fitness, material para balneários, som, luz, software de gestão de clientes etc.

Na terceira fase, a empresa tem uma equipa de técnicos que fazem a montagem e/ou instalação e manutenção dos equipamentos, oferecendo ao cliente um excelente serviço pós-venda e uma assistência técnica eficiente, dando-lhe a possibilidade de efectuarem contratos de manutenção para além da garantia em todas máquinas de musculação.

Numa última faseFun & Fitness trabalha com um grupo de colaboradores qualificados nas áreas de desporto e nutrição, que estão habilitados a fazer prescrições de exercício, avaliações físicas, consultas de nutrição, prestar serviços de personal trainer, podendo assim proporcionar aos seus clientes a aquisição dos serviços destes colaboradores.

Hoje destacamos
PASSADEIRA FH20

Referência   FH20
  Marca   FFITTECH®
  Motor   (pico/continuo): 4,5/2,5AC
  Peso   100kg
  Dimensões   179 x 90 x 141cm
  Área de corrida   52 x 135cm
  Velocidade   Velocidade – 18km/h
  Inclinação   0 – 15%
  Colunas   Conexão MP3 e colunas HD integradas.
  Tábua   Sistema de amortecimento incorporado.
  Ecrã   Tempo, Distância, Pulsação, Calorias, Velocidade, Inclinação
  Programas   12 pré-definidos com 3 perfis personalizáveis.
  Peso Máx. Utilizador   180kg
  Tamanho Dobrada   132 x 90 x 143cm
  Detalhes   – Sensores de frequência cardíaca.
– Dois suportes incorporados para guardar garrafas de agua, telemóveis ou outros artigos durante o treino.
– Tapete anti-estático que elimina pequenas descargas elétricas no corpo e auto lubrificado
que evita danos irreparáveis no motor.
– Um único botão rotativo start-stop controla a velocidade.
– Rodas de transporte e de nivelamento.

A importância e o desafio de automatizar o apoio ao cliente

Uma resposta “precisa” e “simples” sempre foi o objetivo de todos os hotéis em relação ao apoio ao cliente. Com a chegada dos dispositivos móveis, a nossa tolerância a esperar é mínima e exigimos respostas “rápidas”, já para não dizer imediatas. E, cada vez mais, solicitamos respostas “personalizadas” e “próximas”. Frustram-nos as mensagens genéricas e distantes. Para o tornar ainda mais complexo, já não só ligamos para um hotel ou escrevemos emails, mas antes usamos whatsapp, chats online ou mensagens pelas redes sociais e esperamos resposta pelo mesmo meio. Em suma, queremos serviços de rei e sem pagar um euro. No fundo, sentimo-nos poderosos já que com apenas um clique, mudo de canal (“se não me respondes, o Booking.com responde”) ou, o que é muito mais grave, mudo de hotel (“já que haverá outro que me atenda melhor, há muitos”). Quanto custa ganhar um cliente e como é fácil perder um.

O apoio ao cliente, aposta e investimento

Muitos hotéis apostam e continuam a manter padrões de qualidade muito elevados em termos de apoio ao cliente. Ao contrário do que se possa pensar, isto não acontece em função do seu tipo (hotel, hostel ou albergue) nem tão pouco por categoria (5 ou 1 estrelas). Existem casos de sucesso em todos os níveis, já que o bom serviço é mais uma filosofia de como operar um negócio. Uma coisa gravada a fogo no ADN de cada casa e que se transmite de cima para baixo, de proprietários ou administração para baixo. É raro funcionar ao contrário.

Infelizmente, as crises como esta que vivemos do covid-19 obrigam a muitos cortes nos custos operacionais, e o apoio ao cliente é uma vítima habitual. Uma decisão a priori compreensível, ainda que equivocada, já que todos os clientes que o contactam e não recebem resposta talvez se cansem e sejam eles que estejam ausentes quando os procurar. Ao continuar a apoiar-nos principalmente em pessoas para realizar este trabalho, quando não há pessoas, não há serviço. No entanto, ainda há muitas pessoas que continuam a ver mais o componente “custo” do apoio ao cliente do que o de “investimento”.

Os mais prejudicados por estes cortes são os hotéis pequenos, depois as grandes cadeias e, por último, as grandes OTA, que também sofrem, mas menos. A escala marca sempre a diferença.

O desafio de automatizar o apoio ao cliente e torná-lo acessível

Ainda que a automatização do apoio ao cliente é uma indústria em pleno desenvolvimento, já existem muitos progressos que, apoiados na inteligência artificial e machine learning, dão uma boa resposta automatizada nos casos mais usuais. Ferramentas que resolvem de maneira fluida as perguntas mais frequentes, reduzindo muitas horas de trabalho à sua equipa e melhorando a satisfação do seu cliente. E tudo cobrindo os nossos requisitos iniciais que eram, dar uma resposta precisa, simples, rápida, próxima e personalizada. Automatizar a 100% a interação com o cliente é, hoje em dia, irrealista e contraproducente.

Web. É sempre melhor prevenir que curar. Adiante-se às possíveis consultas dos seus clientes. Informe quanto a datas de abertura, serviços não-disponíveis e até quando, bem como possíveis restrições de viagens ou protocolos covid-19 que tenha implementado. É certo que existem clientes que não gostam de ler muito e o ignoram, mas muitos outros irão sim ler e agradecer. O melhor serviço é evitar que sequer exista uma dúvida.

Dispõe também de alternativas na forma de plugin ou widget que lhe permitem incorporar conteúdo muito mais rapidamente. Algumas delas como The Hotels Network ou Triptease permitem-lhe destacar facilmente conteúdo direto e pontual quando o necessite.

Chatbots. Por muito que trabalhe o seu website, ficarão sempre perguntas por responder. Também encontrará clientes preguiçosos que preferem perguntar do que procurar informação. Muitos fogem da voz como forma de perguntar, sobretudo os mais jovens, e preferem interagir em formato de texto. Outros não ligam diretamente porque não falam a sua língua, estão em outro fuso horário ou são horas que consideram inoportunas para o fazer. Para estes casos, deveria considerar implementar um chatbot e ligá-lo a todos os pontos de entrada de comunicação com o seu hotel: o seu website, o seu perfil nas redes sociais e, inclusive, no seu canal whatsapp.

Estes chatbots deveriam estar integrados com o seu motor de reservas para orçamentar em tempo real a um cliente e transferir de forma simples ao hotel as datas e ocupação selecionadas no chatbot para que termine a sua reserva de forma fácil e cómoda. Na Mirai contamos com uma sofisticada rede dos melhores chatbots como AsksuiteHiJiffy, Quicktext tanto nas suas versões Freemium (gratuita para os clientes da Mirai) como Premium e, em poucas semanas, o novo chatbot da ReviewPro.

Assistentes que automatizam (parcial ou totalmente) a gestão do email e orçamentação de reservas. São uma grande ajuda especialmente agora que muitos hotéis estão fechados ou com pessoal muito escasso. São sistemas que leem de forma automática a sua caixa de entrada e interpretam as perguntas mais habituais.

Numa configuração semiautomática (a recomendada para se iniciar com estas ferramentas), o assistente irá ajudá-lo a compor uma resposta ágil (quer seja uma pergunta frequente ou um orçamento em tempo real em confronto com o seu motor de reservas), com imagem profissional e sempre multi-idioma para que envie ao seu cliente depois de uma revisão final. Nas configurações mais avançadas, e depois do período de treino e experiência na modalidade semiautomática, pode passar para uma modalidade totalmente automatizada na qual a ferramenta não só redige a resposta como a envia de forma automática ao cliente em prazos muito curtos (de minutos).

Dar passos na automatização da gestão do email irá permitir-lhe economizar até 70% do seu tempo ou do da sua equipa que poderá fazer outras coisas ou gerir com mais dedicação os pedidos realmente interessantes.

Ao contrário dos chatbots, a comunicação por email é assíncrona e o cliente que escreve um email espera uma resposta “num período breve”, sendo este período subjetivo, conforme cada um. E aqui está um ponto chave. Os clientes cada vez são mais impacientes e responder a todas as perguntas a tempo e no formato certo é quase impossível, sobretudo agora que os hotéis têm menos estrutura do que nunca. Esta ausência de resposta gera frustração no cliente que muito provavelmente optará por procurar a resposta por outro “canal” (intermediação) ou em outro hotel, o que implica uma venda perdida para si.

Para além de responder às perguntas frequentes, estes sistemas oferecem também a possibilidade de se “ligar” ao seu motor de reservas para o ajudar a automatizar as cotações que ainda recebe por email. Desde perguntas muito simples, até consultas mais complicadas como vários quartos ou pequenos grupos. Poupa muito tempo da sua equipa, o que lhe permitirá responder a mais clientes e de forma muito mais ágil e profissional. Mais uma vez, parece razoável familiarizar-se com a ferramenta de modo semiautomático, para planear uma automatização total assim que tenha já a experiência e domine todos os casos possíveis.

Para um cliente, uma boa resposta recebida de forma ágil com toda a informação relevante do tipo de quarto com a sua fotografia, tarifa a aplicar, política de cancelamento e, é claro, o preço final, dará aos seus clientes uma impressão de um serviço memorável.

Na Mirai, graças à nossa colaboração com a HERA da Hotel Resbot, oferecemos de forma gratuita a todos os nossos clientes um assistente semiautomático de resposta de emails com a possibilidade tanto de responder a perguntas frequentes como de assistir na orçamentação de reservas (ligação à notícia por escrever). E tudo com uma imagem personalizada com o seu logótipo, cores, bem como mensagens próprias para potenciar o cross e o upselling.

Call center. A automatização ao telefone deu passos de gigante nestes últimos anos, se bem que continua a ser para casos muito concretos onde procura saber o estado do seu pedido, cancelá-lo, conhecer o seu saldo ou solicitar um duplicado da sua fatura. Apesar de todos estes avanços, à maioria de nós ainda nos frustra falar com uma máquina que tradicionalmente nos resolve poucas coisas.

Na indústria hoteleira, os casos são muito mais numerosos e variados. Também depende de muitas variáveis como as datas, ocupação (com idades das crianças caso existam) ou pertença a um clube de fidelização. A interpretação de voz e os diferentes sotaques aumenta ainda mais uma já elevada complexidade existente, o que justifica o ainda baixo grau de automatização nos call centers hoteleiros. Ainda assim, é de esperar grandes avanços neste ponto e “em breve” vamos falar com máquinas pensando que são pessoas reais.

Um bom apoio ao cliente e automatizado como valor diferenciador do seu hotel e canal direto

Em momentos de crise como o que vivemos, oferecer ao seu cliente diferentes opções automatizadas e de qualidade para que entrem em contacto consigo irá implicar um grande valor de diferenciação para o seu hotel (em relação à concorrência) e o seu canal direto (em relação às OTA). Sempre garantindo a precisão, simplicidade, agilidade, personalização e proximidade nas suas respostas.

Em vez de perder clientes do seu canal direto (a favor das OTA) ou perder clientes (a favor da sua concorrência), tem uma oportunidade de fazer exatamente o contrário. Seja melhor que as OTA no seu website, email ou redes e recupere parte das vendas que acabam nas mesmas. Seja melhor que a sua concorrência hoteleira e roube-lhes os clientes insatisfeitos que tratam de contactá-los e se frustram perante a falta de resposta.

Quatro estratégias comuns usadas por scammers para personificar celebridades

Nem tudo o que reluz é ouro – a ESET alerta para os impostores que se fazem passar por celebridades com o intuito de defraudar os utilizadores mais incautos.

A apropriação do nome e imagem dos mais ricos e famosos é uma estratégia favorita de criminosos em busca de enganar e enriquecer às custas de utilizadores online.

A ESET, uma empresa líder em cibersegurança, partilha hoje algumas das formas mais comuns a que os scammers recorrem para passarem por celebridades, fazendo derreter os corações e, sobretudo, as contas bancárias dos utilizadores.

Ofertas falsas de criptomoedas

As ofertas falsas de criptomoeda banalizaram-se com a popularidade desse ativo digital e, habitualmente, acontecem em canais de YouTube ou contas de Twitter com uma grande base de seguidores sequestrados por agentes maliciosos. O esquema costuma envolver a solicitação de dinheiro digital para um endereço bitcoin, com a promessa de o valor ser duplicado como parte da campanha. No entanto, como seria de esperar, os utilizadores que caiam na armadilha não voltam a ver as suas criptomoedas. Para dar maior legitimidade ao esquema, os agentes maliciosos assumem também muitas vezes a pele de grandes figuras do mundo da tecnologia, como o fundador da Microsoft, Bill Gates, ou o CEO da Tesla e SpaceX, Elon Musk.

Vídeos enganadores no Facebook ou Instagram

Algumas celebridades tiram partido de plataformas como o Facebook ou Instagram para entrarem em contacto direto com os seus fãs, uma atividade partilhada também por scammers que recorrem às emissões ao vivo nas redes sociais para enganar os utilizadores. Para isso, os agentes maliciosos criam contas falsas que condizem com as páginas reais das celebridades, incluindo publicações, imagens e vídeos. No entanto, o nome terá erros ortográficos ou será suplementado com palavras como “TV”, “fan page”, ou outras.

Nos vídeos ao vivo, os scammers tentam aliciar os utilizadores com descrições como “os primeiros 1000 a comentar recebem 1000 euros”. Depois, os utilizadores que interajam com o vídeo recebem instruções sobre como receber aquele montante, que incluem enviar informação pessoal sensível ou mesmo dinheiro das suas contas. Além de perderem o seu dinheiro, os dados destes utilizadores podem voltar a ser usados para outros esquemas maliciosos.

Apelos falsos de apoio a causas solidárias

Outra tática comum envolve criar contas falsas que personifiquem celebridades e entrar em contacto direito com fãs em todo o tipo de plataformas digitais. Embora não seja uma estratégia sofisticada, o impostor procura enganar os utilizadores pedindo-lhes para contribuir para causas solidárias que supostamente estão a apoiar, ou mesmo oferecendo-lhes bilhetes para concertos privados inexistentes a troco de transferências de dinheiro.

Pedidos fraudulentos de investimento

Finalmente, a ESET destaca as tentativas de scammers de lucrar com os utilizadores mais inexperientes convencendo-os a usarem o seu dinheiro em “investimentos” supostamente apoiados pelas celebridades. Este tipo de manobras não é novidade, envolvendo a promessa falsa de multiplicação do investimento rápida e facilmente. Normalmente, esta técnica assume a forma de anúncios popup que se fazem passar de artigos sobre incríveis retornos do investimento, complementados com manchetes bombásticas sobre como uma celebridade investiu naquela empresa ou produto e lucrou imenso com isso.

Permanecer seguro

Identificar agentes maliciosos nas plataformas de redes sociais não deve ser uma tarefa difícil. O Facebook, Instagram e Twitter usam um sistema de verificação de perfis que permite aos utilizadores distinguir entre celebridades reais e impostores.

A respeito das manobras com alegados fins solidários ou relacionados com oportunidades de investimento, a sua veracidade também pode ser testada com uma busca rápida no Google. Se passarem o teste, o utilizador tem ainda a possibilidade de contactar diretamente a entidade para descobrir mais sobre a colaboração com uma celebridade específica.

Como sempre, a ESET recomenda aos utilizadores que permaneçam vigilantes e questionem qualquer ação que levante o mínimo de suspeitas, mantendo sempre presente a ideia de que se algo parece demasiado bom para ser verdade, o mais provável é que não seja genuíno.

Angelbird lança novo adaptador para fluxos de trabalho Atomos

A Angelbird Technologies, fabricante de soluções de media para câmaras para produções criativas, apresenta o AtomX CFast, um adaptador que permite aos profissionais gravar ficheiros de alta-resolução e framerate em formatos RAW e comprimidos diretamente para cartões de memória CFast 2.0 Type I a partir de sistemas de gravação Atomos.

O AtomX CFast é um adaptador com formato AtomX SSDmini e interface SATA projetado para ser introduzido na parte traseira de um monitor-gravador Atomos compatível. Fabricado na Áustria de acordo com os mais elevados standards de qualidade, o AtomX CFast da Angelbird possui uma construção robusta capaz de lidar com as condições de gravação mais adversas.

O novo adaptador suporta vários codecs, resoluções e framerates, incluindo Apple ProRes/Avid DNx até 4KDCIp60, e Apple ProRes RAW até 6K30p, 4K120p. Após o momento de captura, o cartão CFast 2.0 utilizado pode ser introduzido num leitor de cartões, ou, em alternativa, pode conectar o adaptador AtomX CFast num adaptador USB-C para SATA opcional para fazer offload dos dados.

Veja o adaptador AtomX CFast em ação neste vídeo.

Preço e disponibilidade

O adaptador Angelbird AtomX CFast está disponível em Portugal através da Robisa por um preço de 96,79 €.

Aceler@Tech in Portugal já tem finalistas

Aceler@Tech in Portugal já tem finalistas. Desde visitas virtuais com imersão em 3D a bilhética para eventos assente em tecnologia blockchain ou experimentação global através da cultura gastronómica, os projetos finalistas desta iniciativa – que vai atribuir mais de 20.000€ em prémios financeiros aos projetos vencedores – prometem inovar este setor vital para a economia do país.

O Acelera@Tech tem como objetivo atrair para Portugal a melhor inovação ligada ao Turismo, contribuindo para o aumento da competitividade e inovação do setor. A primeira edição do programa contou com três centenas de candidaturas oriundas de todo o mundo. A maior parte dos projetos candidatos são europeus, mas estão representados todos os continentes, e, para além de Portugal, os principais países inscritos foram o Brasil, EUA, Índia, Singapura, Paquistão, Grécia, Alemanha e Espanha.

Os 20 finalistas, agora anunciados, transitam para uma segunda fase de aceleração, na qual irão ser postos em contacto com diversos mentores com experiência no desenvolvimento de negócio e/ou na área do Turismo, investidores nacionais, empresas portuguesas líderes do setor com quem poderão desenvolver pilotos e startups portuguesas ligadas ao Turismo com quem poderão explorar sinergias.

Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, que tinha marcado presença na sessão de abertura do Aceler@Tech, afirmou que no objetivo de posicionar Portugal na liderança mundial do Turismo, a “intervenção do Turismo de Portugal faz-se também através da parceria desenvolvida com intervenientes responsáveis por organizar programas de aceleração – como a Acredita Portugal, universidades e investidores, que tornam possível identificar boas ideias e criar um ecossistema dinâmico no setor do Turismo.”

Faltam mulheres na Tecnologia

As mulheres estão na linha da frente em áreas como a saúde, ação social, educação, mas não estão tão presentes em cargos de liderança, nem nas áreas tecnológicas. Como podemos mudar esta realidade?

A sessão “Portugal Digital mais Igual – Iniciativas onde as mulheres (já) tem um lugar ativo”, organizada pelo Programa INCoDe.2030, em parceria com a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género e a Estrutura de Missão Portugal Digital e o .PT, no dia 8 de março, reuniu cerca de 500 participantes, e contou com a presença de S. Exas a Ministra de Estado e da Presidência e a Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade.

Da sessão, moderada por Luisa Ribeiro Lopes, Coordenadora do Eixo da Inclusão do Programa INCoDe.2030 e Presidente do .PT, resultaram algumas conclusões, nomeadamente: é necessário desconstruir o preconceito de que a área tecnológica é maioritariamente masculina, reforçar as medidas de apoio às empresas na contratação de mulheres para funções de maior responsabilidade, apostar em programas de capacitação tecnológica, exigir igualdade salarial entre pessoas que desempenham o mesmo trabalho e apostar também na forma como se comunica para alcançar melhores resultados durante esta mudança.

Rosa Monteiro, Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, presidiu a sessão de abertura e reforçou que estão a ser desenvolvidas ações muito concretas para um Portugal digital mais igual: “O Plano de Recuperação e Resiliência inclui mecanismos para garantir que as mulheres participam nos programas de educação e capacitação digital nas suas várias componentes, desde as qualificações e competências, às empresas 4.0, à reforma da educação digital, e à componente do investimento e inovação. Destaco ainda a criação de melhores condições de conciliação, com mais respostas sociais, de saúde e de mobilidade, promovendo uma divisão mais igual das tarefas de cuidado, que é condição para uma plena participação no mercado de trabalho e exercício de lideranças”. 

A sessão contou também com Mariana Vieira da Silva, Ministra de Estado e da Presidência, que destacou o papel da mulher em várias áreas, o aumento do número de diplomadas na área das TIC, a urgência de acabar com o estereótipo de ser uma área masculina, e realçou ainda que foi estipulado “que um dos indicadores prioritários no Plano de Ação para a Transição Digital seria a percentagem de mulheres empregadas no setor das TIC, e neste âmbito o programa INCoDe assume um papel crucial com a transversalização da igualdade de género em todos os eixos do programa e o quão importante é estarmos neste momento a trabalhar, tanto em iniciativas como o programa UPskill ou o programa Eu Sou Digital, e que tenham em conta esta desigualdade e possam procurar corrigi-la”. 

Representantes de vários projetos e iniciativas nacionais como o “Eu Sou Digital” do MUDA – Movimento pela Utilização Digital Ativa, “Emprego + Digital” e “Projeto Promova” da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, “Apps for Good” do CDI Portugal, “Programa UPskill” da APDC – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações, e o projeto piloto sobre o ensino da computação da ENSICO – Associação para o Ensino da Computação, foram unanimes ao sublinhar o importante papel das mulheres na área tecnológica, quais as estratégias utilizadas para uma maior inclusão e literacia digital das mulheres e de que forma os seus projetos têm alcançado resultados tangíveis para uma maior igualdade de género no setor.

Vanda de Jesus, Diretora Executiva da Estrutura de Missão Portugal Digital, reforçou na sessão de encerramento o papel das mulheres no contexto da pandemia tendo-se focado igualmente na questão da evolução do papel das mulheres em cargos de liderança: “Segundo dados de um estudo realizado pela Informa D&B, de março de 2020, relativos à gestão e liderança feminina em Portugal, a presença de mulheres nos cargos de administração das empresas cotadas foi fortemente impulsionado pela aplicação da lei de 2017, onde atingimos agora 19,5% de mulheres na administração de empresas cotadas, o que comparando com 2013 é cerca do dobro”.

A prioridade e os principais objetivos dos projetos apresentados são transversais: formar, capacitar e inovar sem deixar ninguém para trás. O desequilíbrio ultrapassa as barreiras do género, sendo que 48% dos cidadãos não possui competências básicas (sendo a maior parte mulheres) e 18% nunca utilizaram a internet.

Building the Future reuniu 21 mil participantes online

Durante três dias, o Building the Future esteve a Ativar Portugal e a re-imaginar um melhor futuro para fazer face aos desafios globais que Portugal tem pela frente. A terceira edição, a mais global de sempre, focou-se nos temas da Sustentabilidade, Economia, Inovação, TrustData, Indústria, Saúde, Skilling, Impacto e Educação.

Foram 21 mil participantes online que assistiram à transmissão live dos três dias da terceira edição do Building the Future. que decorreu nos dias 26, 27 e 28 de janeiro. Com cerca de 150 mil unique viewers, o evento juntou mais de 300 oradores em 131 sessões, com 34 parceiros20 startups ao longo de mais de 100 horas de transmissão online, 11 mil conexões2 mil reuniões e um dia inteiramente dedicado à transformação digital na Educação.

Foi reunido um conjunto extraordinário de pessoas com um único objectivo: mostrar que, para cada desafio, existe uma solução à espera de ser encontrada. As soluções propostas e apresentadas aos 21 mil participantes que acompanharam estes três dias resultam de uma visão para Portugal que pretende contagiar decisores públicos, privados, empresários, empreendedores, estudantes, professores e toda a comunidade educativa.

Esta foi também a maior reunião do ecossistema empresarial nacional dedicada à transformação digital e resultou num momento de reflexão sobre os temas que estão a definir o nosso quotidiano e que impactam na recuperação económica do tecido empresarial português, bem como em novos modelos de educação e capacitação.

A Microsoft, os 34 parceiros deste evento e o seu conselho consultivo, farão agora um balanço destes três dias de Building the Future, para juntos continuarem a construir o futuro.

O último dia do Building the Future28 de janeiro, contou com o contributo de Ana Mendes GodinhoMinistra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social que nos recordou que “a pandemia mostrou à evidência que aquilo que nós dizíamos que iria acontecer num futuro e se transformou numa realidade muito presente, seja na transformação no mundo do trabalho, de uma forma completamente imediata, no recurso aos meios digitais, ao teletrabalho e como mostrou a vulnerabilidade de muitas relações atípicas que existem sem qualquer proteção social.”

Este dia ficou ainda marcado com um balanço muito positivo de Paula PanarraDiretora-Geral da Microsoft Portugal, que deixou um agradecimento a toda a comunidade envolvida nesta terceira edição do Building the Future: “Num ano em que é tão relevante abordar temas inerentes à recuperação económica impulsionada pelo digital, e aos novos modelos de educação e capacitação, assim como ajudar a re-imaginar um melhor futuro para o nosso país, o meu muito obrigada vai para todos aqueles que ajudaram a tornar estes dias inesquecíveis. Desde a comunidade de parceiros, aos oradores, aos que assistiram. Estamos a construir o futuro juntos.”

O encerramento do ficou a cargo de Manuel Heitor, Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, que nos deixou um testemunho face aos novos desafios que o presente contexto nos trouxe: “Cada vez mais sabemos que lidar com a incerteza, com o risco, com o desconhecimento do futuro que o novo coronavírus tão prontamente nos veio alertar é, de facto, o desígnio de todas as sociedades modernas e o melhor que podemos passar às futuras gerações (…) Mas temos uma certeza: é que exige aprender mais, com mais solidariedade, com mais debates intergeracional, compreendendo o respeito pelo próximo independentemente das nossas origens.”

Porque o Building the Future também é solidariedade, o evento apoiou a Iniciativa Aconchegar numa campanha lançada pela International Association of Microsoft Channel Partners (IAMCP) com a Fundação São João de Deus, para combater as fragilidades causadas pela pandemia. A campanha de três dias resultou na doação de 40 camas destinadas a hospitais e a estruturas de retaguarda.

Imprimir confiança em tempos de pandemia

Severamente afetado pela crise sanitária originada pela Covid-19, o setor hoteleiro está a tentar adaptar-se ao “novo normal”. A abertura das fronteiras por todo o continente europeu veio trazer algum fôlego ao setor, mas levou os operadores de hotelaria a ter de implementar medidas rigorosas para salvaguardar os seus colaboradores e hóspedes, e garantir, ao mesmo tempo, uma experiência agradável no meio das restrições que permanecem em vigor.

Para além da incorporação de soluções tecnológicas que minimizam a interação física como os “check in” e pagamentos “toucheless” para evitar a propagação do vírus, os hotéis terão de garantir que estão a comunicar eficazmente as medidas de distanciamento social, bem como as alterações ao serviço habitual resultantes da pandemia. Sempre foi a missão do setor de hospitalidade proporcionar experiências agradáveis e memoráveis, e isso agora é mais importante do que nunca para reconquistar a confiança do cliente à medida que as empresas começam a recuperar após meses de encerramento.

Comunicar de forma clara e eficaz através da sinalética é essencial para garantir que os hóspedes seguem as diretrizes das autoridades de saúde durante a sua estadia. Essas diretrizes incluem a prática de distanciamento social; a limitação do número de pessoal e hóspedes em áreas comuns, como receções, restaurantes, bares e salas de reunião; e regras de higiene e segurança em casas de banho.

Comunicar para inspirar confiança e gerar reservas

Ser capaz de criar sinalética e materiais de marketing, internamente, e à medida das necessidades de forma fácil, permite aos hotéis assumir o controlo da marca, e a consistência das mensagens e do design das suas comunicações visuais de forma a proteger e informar os hóspedes sem afetar a satisfação dos mesmos.

Dispor dos suportes e impressoras adequados permite adaptar rapidamente a sinalética relativa às orientações oficiais para a Covid-19, sempre que necessário e com o mínimo de stress, tempo e custos.

A possibilidade de alterar os materiais impressos internamente também ajuda a satisfazer as expectativas dos hóspedes em termos de personalização. A personalização é crucial para melhorar a experiência do cliente. 89% dos hoteleiros que participaram num estudo da Starfleet Research sobre o futuro tecnológico dos hotéis concordaram que a personalização direcionada, que consiste em apresentar aos hóspedes ofertas ou serviços relevantes para eles, é uma das formas mais eficazes para promover a experiência do cliente, e consequentemente a fidelização e promoção favorável da marca.

Os restaurantes e bares dos hotéis são das áreas mais afetadas pelas medidas de distanciamento social e requisitos de higienização frequente. Ter a possibilidade de imprimir in-house todo o tipo suportes de comunicação permite-lhes reconquistar a confiança dos seus clientes. São disso exemplo os individuais de mesa e menus impermeáveis que podem ser esterilizados após cada utilização, ou códigos QR impressos em autocolantes para aplicação em mesas que fornecem acesso às listas de bebidas.

A sinalética autocolante é a solução ideal para informar sobre a regularidade da limpeza em bengaleiros e casas de banho, para restringir o número de pessoas permitidas no interior do espaço, bem como lembrar os hóspedes para manterem uma distância segura. Tudo isto e muito mais pode ser facilmente impresso e implementado, o que permite aos hotéis aderir e implementar rapidamente quaisquer alterações às orientações das autoridades de saúde durante a pandemia.

Receber eventos privados é uma oportunidade de obter receitas adicionais para muitos hotéis. A impressão in-house e on-demand ajuda a reduzir os custos no que diz respeito ao fornecimento de materiais gráficos para eventos como pulseiras, sinalética direcional, banners, cartazes ou folhetos. A possibilidade de oferecer soluções personalizadas para cada evento através da impressão de materiais de apoio à medida dos requisitos do cliente ajudará os hotéis a tornar os eventos memoráveis de forma rápida, fácil e económica.

Uma comunicação clara, consistente e visualmente atrativa contribuirá para as unidades hoteleiras voltarem a recuperar a confiança dos seus clientes. Investir numa impressora multifacetada, capaz de produzir uma vasta gama de aplicações com qualidade profissional, de forma rentável e à medida das necessidades, ajudará os hotéis a produzir rapidamente materiais de comunicação, reduzindo custos e eliminando tempos de produção.

OKI

Hotelshop organiza webinar sobre Gestão de Sobrevivência para Hotéis

A HotelShop vai organizar, em parceria com a Moneris, um Webinar sobre “Gestão de Sobrevivência para Hotéis” que irá decorrer no dia 18, às 11h na plataforma zoom. O evento conta com a presença de Eduardo Castro Marques, advogado da Cerejeira Namora, Marinho Falcão, que falará sobre a Adaptabilidade laboral em contexto de crise; Rui Pedro Almeida, CEO Moneris, que falará sobre Estratégias de recuperação da crise; com moderação de Miguel Paredes Alves, Presidente, Hotelshop que abordará a gestão de compras em modo de sobrevivência.

A rápida propagação do vírus Covid-19 deu origem a uma crise sanitária à escala global, sendo o Turismo a indústria que está a sofrer os impactos maiores e mais imediatos desta crise. Dentro do Turismo, é o sector hoteleiro que enfrenta desafios que colocam em causa a sua própria sobrevivência.

O novo enquadramento social e económico coloca à prova a resiliência e a capacidade de inovação do sector. Até que a confiança do consumidor seja restaurada e a mobilidade internacional normalizada, o sector terá de encontrar ferramentas e estratégias adequadas que deem resposta a este grande desafio.

O webinar organizado pela Hotelshop reúne um grupo de especialistas de gestão de crise e sobrevivência, para debater as ferramentas e soluções a que o sector deve recorrer para levar o seu negócio a bom porto.

O evento terá lugar no próximo dia 18 às 11h, e já é possível a inscrição através do link         https://us02web.zoom.us/meeting/register/tZMlcuCvrzoiHN3NTrvyesqedZtMTusCgfl5

Modo Distinto comunica a reabertura do Hotel Santa Margarida e da Adega dos Apalaches

A Modo Distinto, empresa que presta serviços de Consultoria e de Assessoria nos setores de Hotelaria e de Turismo, comunica que o Hotel Santa Margarida já abriu as suas portas e que o restaurante Adega dos Apalaches retoma a sua atividade no dia 4 de junho.

A unidade hoteleira de quatro estrelas, localizada na Vila de Oleiros permite que os hóspedes voltem a desfrutar da beleza natural da região de Castelo Branco, sendo o local ideal para momentos passados em família.

O Hotel Santa Margarida dispõe de 23 quartos, e, para além dos seus interiores amplos e confortáveis, os hóspedes podem tirar partido da piscina exterior e do bar com esplanada, espaços que convidam ao contemplar da paisagem serrana. Estão ainda disponíveis programas de turismo de montanha, como trilhos, canoagem e escalada para explorar o Geopark Naturtejo.

O restaurante tradicional Adega dos Apalaches, aberto a partir de amanhã, continua a ser uma referência a nível da gastronomia da Beira Baixa. Uma experiência obrigatória baseada nos assados no forno a lenha, nomeadamente o emblemático cabrito estonado, que pode ser apreciada no seu típico interior forrado a pedra de xisto ou na esplanada com vista para a Serra do Moradal.

O horário não sofreu alterações, mas é recomendado que seja feita uma pré-reserva.

Tanto o hotel como o restaurante adotaram todos os procedimentos de segurança sanitária recomendados pela Direção Geral de Saúde e pelo Turismo de Portugal, para que tanto clientes como colaboradores partilhem um ambiente tranquilo e devidamente certificado como “Clean&Safe”.