Aceler@Tech in Portugal já tem finalistas. Desde visitas virtuais com imersão em 3D a bilhética para eventos assente em tecnologia blockchain ou experimentação global através da cultura gastronómica, os projetos finalistas desta iniciativa – que vai atribuir mais de 20.000€ em prémios financeiros aos projetos vencedores – prometem inovar este setor vital para a economia do país.

O Acelera@Tech tem como objetivo atrair para Portugal a melhor inovação ligada ao Turismo, contribuindo para o aumento da competitividade e inovação do setor. A primeira edição do programa contou com três centenas de candidaturas oriundas de todo o mundo. A maior parte dos projetos candidatos são europeus, mas estão representados todos os continentes, e, para além de Portugal, os principais países inscritos foram o Brasil, EUA, Índia, Singapura, Paquistão, Grécia, Alemanha e Espanha.

Os 20 finalistas, agora anunciados, transitam para uma segunda fase de aceleração, na qual irão ser postos em contacto com diversos mentores com experiência no desenvolvimento de negócio e/ou na área do Turismo, investidores nacionais, empresas portuguesas líderes do setor com quem poderão desenvolver pilotos e startups portuguesas ligadas ao Turismo com quem poderão explorar sinergias.

Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, que tinha marcado presença na sessão de abertura do Aceler@Tech, afirmou que no objetivo de posicionar Portugal na liderança mundial do Turismo, a “intervenção do Turismo de Portugal faz-se também através da parceria desenvolvida com intervenientes responsáveis por organizar programas de aceleração – como a Acredita Portugal, universidades e investidores, que tornam possível identificar boas ideias e criar um ecossistema dinâmico no setor do Turismo.”

As mulheres estão na linha da frente em áreas como a saúde, ação social, educação, mas não estão tão presentes em cargos de liderança, nem nas áreas tecnológicas. Como podemos mudar esta realidade?

A sessão “Portugal Digital mais Igual – Iniciativas onde as mulheres (já) tem um lugar ativo”, organizada pelo Programa INCoDe.2030, em parceria com a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género e a Estrutura de Missão Portugal Digital e o .PT, no dia 8 de março, reuniu cerca de 500 participantes, e contou com a presença de S. Exas a Ministra de Estado e da Presidência e a Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade.

Da sessão, moderada por Luisa Ribeiro Lopes, Coordenadora do Eixo da Inclusão do Programa INCoDe.2030 e Presidente do .PT, resultaram algumas conclusões, nomeadamente: é necessário desconstruir o preconceito de que a área tecnológica é maioritariamente masculina, reforçar as medidas de apoio às empresas na contratação de mulheres para funções de maior responsabilidade, apostar em programas de capacitação tecnológica, exigir igualdade salarial entre pessoas que desempenham o mesmo trabalho e apostar também na forma como se comunica para alcançar melhores resultados durante esta mudança.

Rosa Monteiro, Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, presidiu a sessão de abertura e reforçou que estão a ser desenvolvidas ações muito concretas para um Portugal digital mais igual: “O Plano de Recuperação e Resiliência inclui mecanismos para garantir que as mulheres participam nos programas de educação e capacitação digital nas suas várias componentes, desde as qualificações e competências, às empresas 4.0, à reforma da educação digital, e à componente do investimento e inovação. Destaco ainda a criação de melhores condições de conciliação, com mais respostas sociais, de saúde e de mobilidade, promovendo uma divisão mais igual das tarefas de cuidado, que é condição para uma plena participação no mercado de trabalho e exercício de lideranças”. 

A sessão contou também com Mariana Vieira da Silva, Ministra de Estado e da Presidência, que destacou o papel da mulher em várias áreas, o aumento do número de diplomadas na área das TIC, a urgência de acabar com o estereótipo de ser uma área masculina, e realçou ainda que foi estipulado “que um dos indicadores prioritários no Plano de Ação para a Transição Digital seria a percentagem de mulheres empregadas no setor das TIC, e neste âmbito o programa INCoDe assume um papel crucial com a transversalização da igualdade de género em todos os eixos do programa e o quão importante é estarmos neste momento a trabalhar, tanto em iniciativas como o programa UPskill ou o programa Eu Sou Digital, e que tenham em conta esta desigualdade e possam procurar corrigi-la”. 

Representantes de vários projetos e iniciativas nacionais como o “Eu Sou Digital” do MUDA – Movimento pela Utilização Digital Ativa, “Emprego + Digital” e “Projeto Promova” da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, “Apps for Good” do CDI Portugal, “Programa UPskill” da APDC – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações, e o projeto piloto sobre o ensino da computação da ENSICO – Associação para o Ensino da Computação, foram unanimes ao sublinhar o importante papel das mulheres na área tecnológica, quais as estratégias utilizadas para uma maior inclusão e literacia digital das mulheres e de que forma os seus projetos têm alcançado resultados tangíveis para uma maior igualdade de género no setor.

Vanda de Jesus, Diretora Executiva da Estrutura de Missão Portugal Digital, reforçou na sessão de encerramento o papel das mulheres no contexto da pandemia tendo-se focado igualmente na questão da evolução do papel das mulheres em cargos de liderança: “Segundo dados de um estudo realizado pela Informa D&B, de março de 2020, relativos à gestão e liderança feminina em Portugal, a presença de mulheres nos cargos de administração das empresas cotadas foi fortemente impulsionado pela aplicação da lei de 2017, onde atingimos agora 19,5% de mulheres na administração de empresas cotadas, o que comparando com 2013 é cerca do dobro”.

A prioridade e os principais objetivos dos projetos apresentados são transversais: formar, capacitar e inovar sem deixar ninguém para trás. O desequilíbrio ultrapassa as barreiras do género, sendo que 48% dos cidadãos não possui competências básicas (sendo a maior parte mulheres) e 18% nunca utilizaram a internet.

Durante três dias, o Building the Future esteve a Ativar Portugal e a re-imaginar um melhor futuro para fazer face aos desafios globais que Portugal tem pela frente. A terceira edição, a mais global de sempre, focou-se nos temas da Sustentabilidade, Economia, Inovação, TrustData, Indústria, Saúde, Skilling, Impacto e Educação.

Foram 21 mil participantes online que assistiram à transmissão live dos três dias da terceira edição do Building the Future. que decorreu nos dias 26, 27 e 28 de janeiro. Com cerca de 150 mil unique viewers, o evento juntou mais de 300 oradores em 131 sessões, com 34 parceiros20 startups ao longo de mais de 100 horas de transmissão online, 11 mil conexões2 mil reuniões e um dia inteiramente dedicado à transformação digital na Educação.

Foi reunido um conjunto extraordinário de pessoas com um único objectivo: mostrar que, para cada desafio, existe uma solução à espera de ser encontrada. As soluções propostas e apresentadas aos 21 mil participantes que acompanharam estes três dias resultam de uma visão para Portugal que pretende contagiar decisores públicos, privados, empresários, empreendedores, estudantes, professores e toda a comunidade educativa.

Esta foi também a maior reunião do ecossistema empresarial nacional dedicada à transformação digital e resultou num momento de reflexão sobre os temas que estão a definir o nosso quotidiano e que impactam na recuperação económica do tecido empresarial português, bem como em novos modelos de educação e capacitação.

A Microsoft, os 34 parceiros deste evento e o seu conselho consultivo, farão agora um balanço destes três dias de Building the Future, para juntos continuarem a construir o futuro.

O último dia do Building the Future28 de janeiro, contou com o contributo de Ana Mendes GodinhoMinistra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social que nos recordou que “a pandemia mostrou à evidência que aquilo que nós dizíamos que iria acontecer num futuro e se transformou numa realidade muito presente, seja na transformação no mundo do trabalho, de uma forma completamente imediata, no recurso aos meios digitais, ao teletrabalho e como mostrou a vulnerabilidade de muitas relações atípicas que existem sem qualquer proteção social.”

Este dia ficou ainda marcado com um balanço muito positivo de Paula PanarraDiretora-Geral da Microsoft Portugal, que deixou um agradecimento a toda a comunidade envolvida nesta terceira edição do Building the Future: “Num ano em que é tão relevante abordar temas inerentes à recuperação económica impulsionada pelo digital, e aos novos modelos de educação e capacitação, assim como ajudar a re-imaginar um melhor futuro para o nosso país, o meu muito obrigada vai para todos aqueles que ajudaram a tornar estes dias inesquecíveis. Desde a comunidade de parceiros, aos oradores, aos que assistiram. Estamos a construir o futuro juntos.”

O encerramento do ficou a cargo de Manuel Heitor, Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, que nos deixou um testemunho face aos novos desafios que o presente contexto nos trouxe: “Cada vez mais sabemos que lidar com a incerteza, com o risco, com o desconhecimento do futuro que o novo coronavírus tão prontamente nos veio alertar é, de facto, o desígnio de todas as sociedades modernas e o melhor que podemos passar às futuras gerações (…) Mas temos uma certeza: é que exige aprender mais, com mais solidariedade, com mais debates intergeracional, compreendendo o respeito pelo próximo independentemente das nossas origens.”

Porque o Building the Future também é solidariedade, o evento apoiou a Iniciativa Aconchegar numa campanha lançada pela International Association of Microsoft Channel Partners (IAMCP) com a Fundação São João de Deus, para combater as fragilidades causadas pela pandemia. A campanha de três dias resultou na doação de 40 camas destinadas a hospitais e a estruturas de retaguarda.

Severamente afetado pela crise sanitária originada pela Covid-19, o setor hoteleiro está a tentar adaptar-se ao “novo normal”. A abertura das fronteiras por todo o continente europeu veio trazer algum fôlego ao setor, mas levou os operadores de hotelaria a ter de implementar medidas rigorosas para salvaguardar os seus colaboradores e hóspedes, e garantir, ao mesmo tempo, uma experiência agradável no meio das restrições que permanecem em vigor.

Para além da incorporação de soluções tecnológicas que minimizam a interação física como os “check in” e pagamentos “toucheless” para evitar a propagação do vírus, os hotéis terão de garantir que estão a comunicar eficazmente as medidas de distanciamento social, bem como as alterações ao serviço habitual resultantes da pandemia. Sempre foi a missão do setor de hospitalidade proporcionar experiências agradáveis e memoráveis, e isso agora é mais importante do que nunca para reconquistar a confiança do cliente à medida que as empresas começam a recuperar após meses de encerramento.

Comunicar de forma clara e eficaz através da sinalética é essencial para garantir que os hóspedes seguem as diretrizes das autoridades de saúde durante a sua estadia. Essas diretrizes incluem a prática de distanciamento social; a limitação do número de pessoal e hóspedes em áreas comuns, como receções, restaurantes, bares e salas de reunião; e regras de higiene e segurança em casas de banho.

Comunicar para inspirar confiança e gerar reservas

Ser capaz de criar sinalética e materiais de marketing, internamente, e à medida das necessidades de forma fácil, permite aos hotéis assumir o controlo da marca, e a consistência das mensagens e do design das suas comunicações visuais de forma a proteger e informar os hóspedes sem afetar a satisfação dos mesmos.

Dispor dos suportes e impressoras adequados permite adaptar rapidamente a sinalética relativa às orientações oficiais para a Covid-19, sempre que necessário e com o mínimo de stress, tempo e custos.

A possibilidade de alterar os materiais impressos internamente também ajuda a satisfazer as expectativas dos hóspedes em termos de personalização. A personalização é crucial para melhorar a experiência do cliente. 89% dos hoteleiros que participaram num estudo da Starfleet Research sobre o futuro tecnológico dos hotéis concordaram que a personalização direcionada, que consiste em apresentar aos hóspedes ofertas ou serviços relevantes para eles, é uma das formas mais eficazes para promover a experiência do cliente, e consequentemente a fidelização e promoção favorável da marca.

Os restaurantes e bares dos hotéis são das áreas mais afetadas pelas medidas de distanciamento social e requisitos de higienização frequente. Ter a possibilidade de imprimir in-house todo o tipo suportes de comunicação permite-lhes reconquistar a confiança dos seus clientes. São disso exemplo os individuais de mesa e menus impermeáveis que podem ser esterilizados após cada utilização, ou códigos QR impressos em autocolantes para aplicação em mesas que fornecem acesso às listas de bebidas.

A sinalética autocolante é a solução ideal para informar sobre a regularidade da limpeza em bengaleiros e casas de banho, para restringir o número de pessoas permitidas no interior do espaço, bem como lembrar os hóspedes para manterem uma distância segura. Tudo isto e muito mais pode ser facilmente impresso e implementado, o que permite aos hotéis aderir e implementar rapidamente quaisquer alterações às orientações das autoridades de saúde durante a pandemia.

Receber eventos privados é uma oportunidade de obter receitas adicionais para muitos hotéis. A impressão in-house e on-demand ajuda a reduzir os custos no que diz respeito ao fornecimento de materiais gráficos para eventos como pulseiras, sinalética direcional, banners, cartazes ou folhetos. A possibilidade de oferecer soluções personalizadas para cada evento através da impressão de materiais de apoio à medida dos requisitos do cliente ajudará os hotéis a tornar os eventos memoráveis de forma rápida, fácil e económica.

Uma comunicação clara, consistente e visualmente atrativa contribuirá para as unidades hoteleiras voltarem a recuperar a confiança dos seus clientes. Investir numa impressora multifacetada, capaz de produzir uma vasta gama de aplicações com qualidade profissional, de forma rentável e à medida das necessidades, ajudará os hotéis a produzir rapidamente materiais de comunicação, reduzindo custos e eliminando tempos de produção.

OKI

A HotelShop vai organizar, em parceria com a Moneris, um Webinar sobre “Gestão de Sobrevivência para Hotéis” que irá decorrer no dia 18, às 11h na plataforma zoom. O evento conta com a presença de Eduardo Castro Marques, advogado da Cerejeira Namora, Marinho Falcão, que falará sobre a Adaptabilidade laboral em contexto de crise; Rui Pedro Almeida, CEO Moneris, que falará sobre Estratégias de recuperação da crise; com moderação de Miguel Paredes Alves, Presidente, Hotelshop que abordará a gestão de compras em modo de sobrevivência.

A rápida propagação do vírus Covid-19 deu origem a uma crise sanitária à escala global, sendo o Turismo a indústria que está a sofrer os impactos maiores e mais imediatos desta crise. Dentro do Turismo, é o sector hoteleiro que enfrenta desafios que colocam em causa a sua própria sobrevivência.

O novo enquadramento social e económico coloca à prova a resiliência e a capacidade de inovação do sector. Até que a confiança do consumidor seja restaurada e a mobilidade internacional normalizada, o sector terá de encontrar ferramentas e estratégias adequadas que deem resposta a este grande desafio.

O webinar organizado pela Hotelshop reúne um grupo de especialistas de gestão de crise e sobrevivência, para debater as ferramentas e soluções a que o sector deve recorrer para levar o seu negócio a bom porto.

O evento terá lugar no próximo dia 18 às 11h, e já é possível a inscrição através do link         https://us02web.zoom.us/meeting/register/tZMlcuCvrzoiHN3NTrvyesqedZtMTusCgfl5

A Modo Distinto, empresa que presta serviços de Consultoria e de Assessoria nos setores de Hotelaria e de Turismo, comunica que o Hotel Santa Margarida já abriu as suas portas e que o restaurante Adega dos Apalaches retoma a sua atividade no dia 4 de junho.

A unidade hoteleira de quatro estrelas, localizada na Vila de Oleiros permite que os hóspedes voltem a desfrutar da beleza natural da região de Castelo Branco, sendo o local ideal para momentos passados em família.

O Hotel Santa Margarida dispõe de 23 quartos, e, para além dos seus interiores amplos e confortáveis, os hóspedes podem tirar partido da piscina exterior e do bar com esplanada, espaços que convidam ao contemplar da paisagem serrana. Estão ainda disponíveis programas de turismo de montanha, como trilhos, canoagem e escalada para explorar o Geopark Naturtejo.

O restaurante tradicional Adega dos Apalaches, aberto a partir de amanhã, continua a ser uma referência a nível da gastronomia da Beira Baixa. Uma experiência obrigatória baseada nos assados no forno a lenha, nomeadamente o emblemático cabrito estonado, que pode ser apreciada no seu típico interior forrado a pedra de xisto ou na esplanada com vista para a Serra do Moradal.

O horário não sofreu alterações, mas é recomendado que seja feita uma pré-reserva.

Tanto o hotel como o restaurante adotaram todos os procedimentos de segurança sanitária recomendados pela Direção Geral de Saúde e pelo Turismo de Portugal, para que tanto clientes como colaboradores partilhem um ambiente tranquilo e devidamente certificado como “Clean&Safe”.

Les Roches Marbella, uma instituição socialmente responsável, junta-se a diferentes iniciativas de solidariedade para ajudar na saúde e crise social causada pela Covid-19.

Daí ter doado 50 mil litros de água engarrafada para hotéis que têm recebido as equipas de saúde, hotéis convertidos em residências e food trucks, garantindo que pacientes e médicos tenham acesso a água engarrafada gratuita por pelo menos um mês. Esta iniciativa faz parte da campanha solidária de crowdfunding # AguaparaHospitalesCOVID19, lançada pela AUARA,

uma organização sem fins lucrativos dedicada ao desenvolvimento de projetos de acesso à água potável, que distribui garrafas de água para profissionais de saúde e pacientes de hospitais de campo e hotéis “medicalizados” em muitas províncias da Espanha. Qualquer cidadão pode participar via web em www.contraelcoronavirus.org/aguaparahospitales. 

Carlos Díez de La Lastra destaca “no campus Les Roches Marbella usamos água AURA para ser socialmente responsável. Queríamos apoiar esta causa e, ao mesmo tempo, apoiar o setor hoteleiro, com o qual somos especialmente sensíveis, e que está a fazer um trabalho solidário incrível nesta crise. Através desta doação, a Les Roches Marbella, garante que pacientes e funcionários possam receber água sem ter que sair ou pagar por isso.”

 Os hotéis e organizações que irão receber a água doada pela Les Roches Marbella são: Ayre Hotel Colón (convertido em hospital e gerido pelo Hospital Gregorio Marañón), Hotel Room Mate Mario, Hotel Room Mate Óscar, Hotel Room Mate Laura, Hotel Room Mate Macarena, Hotel Ilunion Suites (medicalizado), Gastrea Truck, Hotel Room Mate Emma, Hotel Atrium (convertido em hospital) e Hotel I e a empresa de food trucks Gatrea Trucks, https://es-la.facebook.com/gastreatrucks/, também receberá a água AUARA doada pela Les Roches Marbella para que possam distribuí-la com os alimentos e bebidas gratuitos que oferecem aos profissionais de saúde durante os seus turnos de trabalho.

Les Roches Marbella também quis ajudar com outra das necessidades cruciais, a comunicação entre os pacientes do hospital e os seus familiares. Por isso, juntou-se à fundação www.donatuenergia.org através da doação de dezenas de carregadores USB para garantir que pacientes hospitalizados com coronavírus possam se comunicar com suas famílias durante o isolamento. 

Cruz Vermelha, um compromisso muito especial 

Les Roches Marbella tem colaborado estreitamente com a Cruz Vermelha desde 2014 em diferentes campanhas de doação de sangue, roupas e sapatos, e apoiando o programa “A la Intemperie” que cuida de pessoas sem abrigo, por doações de alimentos feitas por estudantes e por meio de doações económicas. Em fevereiro de 2017, a escola recebeu a Medalha de Bronze desta entidade, um reconhecimento que os comités provinciais da Cruz Vermelha concedem a indivíduos ou instituições que se destacaram pela solidariedade com a instituição.

Neste caso, e devido à clara necessidade e ao aumento das pessoas que precisam de ajuda agora com esta crise de saúde, les Roches aumentou a doação de menus semanais para os mais desfavorecidos (sem abrigo, famílias carentes e banco de alimentos), passando dos 80 para os atuais 240.

Les Roches, classificada como uma das três melhores escolas de gestão hoteleira do mundo, tem mantido um firme compromisso com a educação e valores solidários e realiza diversas ações nesta área – ações sociais, serviços voluntários, doações – que beneficiam a comunidade. Les Roches Marbella colabora também com outras associações locais e regionais como AECC (Asociación Española Contra El Cáncer/Associação Espanhola Contra o Câncer, AMUM (Associação de Mulheres Universitárias de Marbella), Associação de Esclerose Múltipla Marbella-San Pedro, Cáritas Marbella, Concórdia, associação DEBRA-PIEL DE MARIPOSA, Fundación Harena, Música con Encanto, Proyecto Hombre ou Tríplice, entre outras.

A Modo Distinto, empresa que presta serviços de consultoria nos setores de Hotelaria e de Turismo, acaba de lançar o seu novo site e que corresponde a um novo posicionamento, agora mais abrangente ao nível das suas valências.

A plataforma apresenta como grande novidade o dinamismo, a simplicidade e intuição na sua navegação. Cada cliente passa a ter um atendimento mais personalizado que vai ao encontro das necessidades do mesmo. Como aposta na melhoria da interatividade, foi também desenvolvido um assistente online, que está disponível instantaneamente para todos os visitantes do site.

“Este novo site surge no momento da evolução que estamos a levar a cabo e que coloca o consumidor no centro da nossa estratégia digital”, salienta José Pardal, diretor sócio da Modo Distinto.

O novo site foi criado no seguimento da nova imagem da Modo Distinto, desenvolvida pela agência Message in a Bottle, e apresentada recentemente.

Campanha “Linha da Frente”

Já no novo site está disponível a campanha “Linha da Frente”, uma iniciativa desenvolvida pela Modo Distinto em conjunto com os seus clientes na área da hotelaria, e que visa contribuir de forma solidária para a situação em que o país vive face ao COVID-19.

A “Linha da Frente” contempla ofertas exclusivas para os elementos dos diferentes sectores que, como o próprio nome indica, representam a linha da frente na luta contra esta pandemia, como Médicos, Enfermeiros, Auxiliares de Saúde, Forças de Segurança, Militares e Bombeiros, entre outros.

Cada unidade de alojamento irá disponibilizar tarifas especiais, assim como ofertas exclusivas para todos aqueles que são os nossos heróis nacionais do momento.

Para obter mais informações, visite o novo site e consulte a campanha em: www.modo-distinto.pt

Investigadores da ESET, empresa de referência na área da cibersegurança distribuída em Portugal pela WhiteHat, analisaram e descreveram em detalhe várias técnicas usadas por agentes maliciosos para esconder o seu malware e evitar a deteção. Estas técnicas avançadas foram desvendadas no curso da investigação de um novo módulo usado pelos mesmos cibercriminosos responsáveis pelo botnet Stantinko.

Entre as técnicas de proteção detetadas pela ESET destacam-se duas: a ofuscação de strings e a ofuscação de controlo de fluxos. A primeira está sujeita a strings serem construídas e apenas estarem presentes na memória quando vão ser usadas. A segunda, por seu lado, transforma o fluxo de controlo de tal maneira que se torna difícil de ler e interpretar.

Além da ofuscação de strings e de controlo de fluxos, os autores do malware também implementaram técnicas como dead code, do-nothing code e dead strings and resources. Em qualquer dos casos, estas técnicas destinam-se a evitar a deteção, conferindo uma aparência legítima aos ficheiros maliciosos, e a iludir deteções por via de ações comportamentais.

A ESET determinou que as técnicas de ofuscação de stings e controlo de fluxos são na verdade mais avançadas do que o malware que protegem. Ainda assim, a especialista em cibersegurança examinou cuidadosamente ambas as técnicas e descreveu algumas contramedidas possíveis. Para informação detalhada sobre estas técnicas de ofuscação e o módulo botnet Stantinko, consulte o artigo no WeLiveSecurity.com (em inglês).