VTEX e Adyen unem-se para agilizar comércio unificado a grandes marcas e retalhistas

A VTEX, plataforma de comércio digital para grandes marcas e retalhistas, anunciou uma parceria com a Adyen, plataforma de tecnologia financeira eleita pelas empresas líderes, para acelerar o crescimento de grandes marcas e retalhistas com uma experiência de comércio unificada em todos os pontos de contacto.

Dada a iminente recessão nos Estados Unidos, os retalhistas devem procurar formas de melhorar a experiência do consumidor e preparar os negócios para o futuro. Através de uma única solução nativa e de fácil implementação, todos os comerciantes clientes da plataforma VTEX conseguem concretizar esses objetivos. A VTEX criou um destino Comércio Unificado – equipado com serviços anti-fraude e de aquisição – para permitir maior eficiência e performance melhorada em atividades online e offline. Através da integração com a oferta de tecnologia financeira da Adyen, os comerciantes vão ter uma vista 360º dos seus clientes, poderão personalizar o percurso do consumidor e permitir a colaboração entre equipas para assegurar um contacto consistente em todos os pontos de interação. Ter acesso a toda a informação num único lugar aumenta a inteligência do negócio, permitindo aos retalhistas tomar decisões informadas e ainda facilita a reconciliação. De acordo com o report da Forrester, a Adyen pode trazer um aumento de 1,52% na taxa de autorizações para os comerciantes, reduzindo em 27% o chargeback e, assim, gerando um ROI (retorno sobre o investimento) de 186% em 3 anos.

“Na VTEX, estamos comprometidos em permitir que as empresas reúnam todo o seu comércio na nossa plataforma completa”, afirma Santiado Naranjo, Chief Revenue Officer (CRO) da VTEX. “Através da parceria com a Adyen, estamos a criar um lugar all-in-one que permite aos vendedores encontrar os seus clientes em qualquer etapa do processo de compra, e desbloquear novas oportunidades de crescimento.”

Com a nova solução de comércio unificado da VTEX, os utilizadores vão experienciar:

  • Segurança de última geração: por ser uma plataforma única, com tecnologia de machine learning e com uma solução de antifraude embutida, a Adyen traz maiores taxas de autorização.
  • Redução de custos: ao eliminar terceiros do processo, com a criação de uma cadeia de valor única e com serviços de gateway, antifraude e aquisição incluídos com um só parceiro, bem como a jornada de prateleira infinita num mesmo conector.
  • Maior mobilidade na loja: os usuários ganham mobilidade e assim passam a ter uma experiência de compra mais fluida, com terminais de pagamento móvel e diminuição das filas na caixa.
  • Dados simplificados: os dados dos consumidores das lojas físicas e online são consolidados, gerando insights para tomadas de decisão, que resultam numa melhor experiência do cliente e uma alta capacidade de personalizar as ofertas.

“O comércio unificado já não é algo apenas agradável de ter, é uma necessidade”, segundo Roelant Prins, Chief Commercial Officer da Adyen. “Os negócios estão a precisar de inovar rapidamente para acompanharem as necessidades e expetativas do consumidor, que estão a mudar. Ao acrescentar pagamentos no ecossistema da VTEX através da Adyen, os retalhistas e empresas vão conseguir unir todos os canais numa plataforma, facilitando a gestão e medição”.

Comércio Unificado em ação

Retalhistas globais como a C&A, multinacional de retalho de vestuário, com sedes na Bélgica e Alemanha, e lojas de retalho em vários países europeus, para além do Brasil, China e México; e a Tok&Stok, uma retalhista de mobiliário e decoração, detida pelo American Carlyle Group, são pioneiras no uso desta integração. A nova oferta está disponível imediatamente em todos os 38 países em que a VTEX opera. Para conectar diferentes canais de vendas e processos de pagamento num único lugar, os comerciantes podem encontrar mais informação e contactar a VTEX em content.vtex.com/pt-adyen-partnership.

Já havia o Fast Food, agora há o FAST PAY

A forma mais rápida de um cliente pagar a conta quando vai comer ao restaurante é proporcionada pela deGrazie.

Apresentamos a solução digital deGrazie: uma plataforma que é uma nova experiência no setor da restauração e que vem poupar cerca de 10 a 15 minutos ao cliente no momento de pagar a conta.

A deGrazie permite que após o pagamento dos clientes (precisam de smartphone com acesso à Internet), a mesa seja fechada automaticamente no POS e os clientes recebam num instante a fatura no seu endereço de email.

Para o restaurante, esta solução tecnologicamente avançada é um descanso, para quem faz a conta, com ganhos operacionais assinaláveis.

A solução, que dispensa registo ou downloads, potencia a eficiência dos restaurantes, traz maior consumo e aumento da satisfação dos clientes, com o benefício de aumentar em cerca de 30% a taxa de gratificações/gorjetas sobre os pagamentos efetuados.

Os clientes precisam apenas de ler um código QR exclusivo por mesa, com acesso ao menu digital e pagam em apenas 10 segundos através deste sistema.

Conforme afirmam os restaurantes que já utilizam a solução deGrazie nos seus estabelecimentos, na totalidade os clientes demoram menos de 10 a 15 minutos por mesa a pagar a conta.

Esta solução permite ainda aos clientes o acesso à conta em tempo real, à sua divisão se for conjunta e ao pagamento total sem necessidade de intervenção de funcionários do restaurante.

Mais de 80 restaurantes em todo o país já adotaram esta plataforma nos seus pagamentos, desde bares, esplanadas, restaurantes tradicionais, turísticos e clássicos.

A marca deGrazie foi criada pela PayCritical e apresenta-se como uma solução inteligente para um checkout mais rápido na restauração.

Adyen lança nova linha de terminais própria

A Adyen, plataforma global de tecnologia financeira escolhida por empresas líderes, anunciou o lançamento dos seus primeiros terminais desenhados internamente.

Criados para facilitarem diversas formas de pagamento, a linha de terminais marca o mais recente passo em frente na crescente oferta de comércio unificado da Adyen. Desenvolvidos na plataforma única da empresa, os novos dispositivos permanecem inerentemente flexíveis, de forma a responder às rápidas alterações no sector dos pagamentos, bem como à evolução constante das necessidades do cliente.

O compromisso da Adyen é ajudar as empresas a realizar as suas ambições mais rapidamente e a criação dos nossos próprios terminais é a forma mais recente de cumprirmos essa promessa”, refere Juan José Llorente Country Manager da Adyen de Espanha e Portugal. “Sempre inovámos com base no feedback do cliente para oferecer experiências superiores com velocidade e flexibilidade. Com a nossa oferta de pagamentos pessoais, as empresas têm um conjunto completo de terminais para escolher, permitindo que escolham o melhor para atender às suas necessidades específicas.”

O primeiro terminal é o NYC1, o dispositivo mais acessível e flexível dentro da categoria de pagamento presencial. O dispositivo permite que as empresas ofereçam um fluxo de pagamento totalmente personalizado na sua própria app de venda. É ideal para empresas que já investiram em hardware, como telefones ou tablets, e que procuram adicionar pagamentos à sua configuração. Pode ser bastante útil e importante para as plataformas que desejam oferecer um dispositivo de pagamento simples e acessível para os seus clientes de pequenas empresas. Existe também uma forte usabilidade entre as empresas que veem a mobilidade como uma maneira de otimizar as experiências pessoais, já que as longas filas na caixa são reduzidas, e a disponibilidade dos colaboradores é maior, estando mais disponíveis para oferecer um serviço mais personalizado. O terminal NYC1 já está disponível na América do Norte e estará brevemente disponível nas restantes regiões.

O segundo dispositivo é o AMS1, um terminal que agrega tudo em apenas um sistema operacional Android, que as empresas podem utilizar para aceitar pagamentos e desenvolver as suas próprias apps de negócios. Ao consolidarem as suas apps, os funcionários da loja poderão realizar tarefas como aceder à sua caixa registadora, gerir o stock existente e aceitar pagamentos em apenas um único dispositivo. O AMS1 simplifica as operações do dia-a-dia e, ao mesmo tempo, oferece os mesmos benefícios que o NYC1. É, por isso, ideal para empresas e plataformas empresariais que desejam aceder a todas as apps operacionais através de um único dispositivo. O terminal estará disponível globalmente ainda este ano, começando pela Europa e América do Norte.

Com a linha de terminais NYC1 e AMS1 agora no repertório de pagamentos pessoais da Adyen, a empresa espera identificar novas formas inovadoras de avançar nas jornadas do consumidor.

Pagamentos em hotéis: 3 ideias para otimizar a experiência do cliente

Há muito para amar na experiência em hotel, mas também existem alguns fatores não tão favoráveis a esta experiência. As filas no check-in, a reserva que não é encontrada quando feita por terceiros, erros nos contactos, entre muitos outros. No entanto, existem maneiras de otimizar a experiência do cliente neste setor.

Há uns anos, não nos importávamos de sair da piscina para ir pedir o almoço. Mas a tecnologia tem tornado a vida mais fácil e as expectativas mais altas.

Podemos fazer quase tudo a partir dos nossos smartphones, fazer compras a partir das nossas redes sociais e pagar por uma rodada de bebida com o nosso smartwatch. Esperamos transações descomplicadas e gratificação instantânea. Os hotéis são confrontados com o desafio de se manterem à altura.

De acordo com o nosso Relatório de Hospitalidade, as principais alternativas para as empresas de hotelaria e as suas equipas de IT estão direcionadas no sentido da melhoria da experiência de compra. E, mesmo assim, menos do que uma em quatro afirma ter estratégias formalizadas para a transformação digital.

Então, o que o impede?

Para começar, o facto de ter de lidar com regulamentos locais de cada país onde opera e parceiros, sistemas de tecnologia e nuances culturais. Existe ainda a fraude, a preocupação com a segurança dos cartões, entre várias outras coisas. Isto pode parecer desanimador, mas as boas notícias são que os pagamentos em hotel não precisam ser assim tão complicados.

Com os parceiros tecnológicos certos, pode fazer mudanças progressivas bem rapidamente, e os benefícios serão muito maiores.

A Adyen, plataforma tecnológica financeira escolhida por muitas das principais empresas mundiais, partilha 3 dicas para melhor a experiência do cliente através dos pagamentos:

  1. Dê as boas-vindas a hóspedes de todo o mundo

Os métodos de pagamento locais podem ser tão diversos quanto a linguagem. Por exemplo, sabia que o método bancário online iDEAL abrange 60% das transações online da Holanda? E clientes chineses esperam poder pagar com UnionPay, Alipay ou WeChat Pay.

Ao apoiar estes métodos de pagamento, irá criar uma experiência consistente para os hóspedes em qualquer lado. É possível, depois, reconhecer clientes antigos e disponibilizar as opções de pagamento certas. Pode oferecer um câmbio de moeda dinâmico, na qual o terminal de pagamento utiliza o cartão para detectar a língua e moeda do cliente e, assim, deixá-lo escolher com qual quer pagar.

  1. Simplificar a estadia com transações facilitadas

Os quiosques self-service possibilitam aos clientes evitar filas e realizar o seu próprio check-in. Há apps que geram uma chave do quarto no smartphone e permitem o check-in através do táxi, o que simplifica bastante a chegada. Isto não para substituir as boas-vindas em pessoa, mas para que clientes antigos, ou os que têm pressa, possam ter uma escolha.

    2.1 Tokenização do cartão de crédito

Facilitar a compra de bebidas, postais, agendamentos no spa sem ter de apresentar um cartão, inserir um código ou assinar uma fatura é possível através da tokenização do cartão. Este é um método de ‘’capturar’’ os dados do cartão do cliente (durante o agendamento online, ou no check-in), encripta-los e substituí-los por um token seguro. Este token pode ser usado em todas as compras futuras – pode até esquecer mesmo por completo os cartões dos seus hóspedes.

Assim que se tem o token, pode-se ativar qualquer dispositivo que tenha uma etiqueta NFC (pode ser um cartão de acesso ou a chave de um quarto) e o cliente pode usá-lo para pagar.  A captura e armazenamento dos detalhes do cartão é rápida e segura. E, uma vez que os dados não encriptados nunca entram no sistema, pode manter a conformidade com o PCI no mínimo.

  1. Usar dados de pagamento para um toque pessoal

Para ganhar a lealdade do cliente e garantir visitas de regresso, são os pequenos detalhes que importam. Upgrades de quartos e cestos de fruta podem sempre ser entregues manualmente a um pequeno grupo de clientes de elite. Mas pode ser mais difícil valorizar e ligar-se com todos os hóspedes repetidos.

Então, vamos falar sobre lealdade ligada ao pagamento.

A tokenização do cartão de crédito pode também ser usada como um identificador único. Isto vai para além de reconhecer clientes. Pode customizar a experiência para cada hóspede individualmente com base nas suas transações em visitas anteriores. O seu histórico mostra que adoraram o tratamento de spa de ‘’argila térmica profunda’’? Adoraram os aperitivos do bar da piscina? Surpreenda e delicie os seus hóspedes ao oferecer descontos exclusivos nesses itens.

Pagamentos em Hotel com a Adyen

Percebemos que os pagamentos são apenas mais um elemento de dados. É por isso que a solução da Adyen de Comércio Unificado permite a gestão de todas as transações num só sistema. Somos verdadeiramente omnicanal, por isso experiências em canais diferentes

são fáceis de suportar, e podem proporcionar uma experiência consistente a todos os clientes em qualquer ponto de contacto.

Os relatórios Adyen oferecem-lhe um leque de informações para otimizar os seus pagamentos passo a passo. Se fizer parte de um franchise, fornecemos uma visão global ao nível do terreno, enquanto a sede obtém uma visão detalhada, e uma maior transparência em cada propriedade.

Todos os principais métodos de pagamento locais estão disponíveis de imediato, sem necessidade de parceiros ou contratos adicionais, pelo que acrescentar novos métodos é tão fácil como carregar num interruptor. E, para facilitar ainda mais, temos plugins de integração para as principais plataformas industriais. Assim, tem liberdade para focar nos seus clientes, e por sua vez os clientes têm a liberdade de aproveitar a estadia.

SiteMinder lança nova plataforma que abre portas a uma nova geração de digitalização para o comércio hoteleiro

A SiteMinder apresentou na conferência mundial Sync, a próxima geração da plataforma, que permite aos hotéis comercializar os seus quartos e serviços, gerir e aumentar o crescimento de uma forma mais simples e intuitiva. A plataforma apresentada na conferência mundial foi desenhada para levar os hotéis a uma nova era do comércio hoteleiro, a plataforma coloca o sucesso do negócio e os resultados comerciais, em primeiro lugar.

Numa evolução do modelo tradicional, de colocar a tecnologia dos hotéis no centro das viagens, a nova geração da plataforma da SiteMinder foi criada especificamente para posicionar os hotéis no centro de seu próprio ecossistema. Esta nova plataforma vai tornar a tecnologia simples e moderna, prontamente disponível para os hotéis em todo o mundo – uma transição que permite a liderança no comércio global a uma das indústrias menos digitalizadas e mais fragmentadas, que consomem produto a produto.

A SiteMinder identifica este lançamento como o maior esforço para “Omnificar a tecnologia no comércio hoteleiro.”

“Hoje em dia, muitos hotéis são desafiados pela escassez de talentos, custos crescentes e exigências dos hóspedes, mais altas do que nunca. Além disso, são prejudicados pela falta de decisões, que decorre do grande número de tecnologias disponíveis no mercado; atrito na adoção da tecnologia, devido à falta de reconhecimento de que os hotéis são consumidores de um único canal e que esperam uma experiência centrada no cliente; e acessibilidade, por não terem meios e capacidade para encontrar soluções de comércio adequadas para a sua dimensão. Consequentemente, o desenvolvimento dos negócios e da receita está a ficar em segundo plano”, afirma o CEO e Diretor Administrativo da SiteMinder, Sankar Narayan.

“O lançamento da próxima geração da plataforma da SiteMinder amplifica a tecnologia dos hotéis e visa democratizar a tecnologia centrada na hotelaria e torná-la universal. Mais do que reunir produtos díspares, trata-se de permitir que a indústria hoteleira global colha os benefícios da união de plataformas e ecossistemas inteiros e a SiteMinder orgulha-se de ser a primeira a fazer isso acontecer.

Reunindo o conjunto completo de produtos de comércio da SiteMinder, com um ecossistema de canais de reserva, sistemas de gestão de propriedades e pedidos de hotéis e consultores, a nova plataforma tem os seguintes benefícios:

  • Para vender: integrações com canais diretos e indiretos, com insights em tempo real, sobre os comportamentos dos clientes e do mercado e o desempenho dos negócios de um hotel, para apoiarem estratégias de distribuição equilibradas;
  • Para comercializar: Soluções para websites de hotéis e condições de serviços, com integrações para pedidos de hotéis que, juntos, constroem marcas, aumentam as conversões e aperfeiçoam as experiências dos hóspedes;
  • Para gerir: um novo interface de usuário com relatórios mais profundos e centralizados que fornecem, de uma forma completa, uma visão global do kit de ferramentas de comércio de um hotel e permitem que os mesmos façam escolhas sobre as soluções que precisam, sem nenhum atrito significativo;
  • Para expandir: integrações com os 1500 softwares e opiniões dos experts mais bem classificados a nível mundial, bem como pagamentos integrados, incluindo pagamentos automatizados, que permitem aos hotéis validar e pré-agendar os pagamentos dos hóspedes.

Este lançamento mantém o objetivo da SiteMinder de abrir a todos os hotéis, o acesso ao mundo do comércio online. A SiteMinder tem trabalhado no desenvolvimento das experiências do usuário nos seus produtos, atualizando a segurança incorporada na sua tecnologia, simplificando logins e aprimorando a função de ajuda integrada para usuários.

Comentando a evolução da plataforma SiteMinder, Helder Silva, Coordenador de Vendas do Grupo Hotéis Cristal, afirma: “A simplicidade da plataforma SiteMinder é um grande benefício, permitindo-nos realizar multitarefas com muita facilidade e rapidez. Com o novo painel intuitivo e helpdesk online, o nosso trabalho será ainda mais fácil e rápido. Além disso, a possibilidade de aceder a vários relatórios na plataforma, como atualizações de taxas, stop-sells, datas de vendas abertas e dados de usuários, torna o serviço ainda mais confiável e completo. Poderemos investir mais tempo em outras tarefas diárias. A SiteMinder é a ferramenta perfeita para as nossas propriedades. Intuitivo e fácil de usar.”

“Space & Underwater Tourism Universal Summit” (SUTUS 2021)

NASA, JAXA e o projeto de Málaga “Senda Azul” são algumas das estrelas confirmadas de SUTUS 2021

  • SUTUS 2021 “Beyond Known Borders” é um evento global único, organizado pela Les Roches Marbella e Medina Media Events, que teve a primeira edição em 2019 e que se repete este ano, na sequência da pandemia.
  • O encontro terá lugar pela segunda vez na Les Roches Marbella de 22 a 24 de Setembro, coincidindo com o equinócio de Outono, e terá um formato híbrido, com um primeiro dia presencial e mais dois dias em formato virtual.
  • Será o primeiro evento onde os principais especialistas mundiais discutirão a corrida espacial entre bilionários que está a ser seguida em todo o mundo.

 SUTUS 2021, o evento pioneiro sobre turismo espacial e subaquático, reunirá na sua segunda edição na Les Roches Marbella de 22 a 24 de setembro as principais agências espaciais internacionais, organizações nacionais e empresas do sector subaquático para debater os dois grandes desafios do turismo de luxo: o cosmos e a água.

O evento é organizado pela Les Roches Marbella, uma das instituições de ensino de referencia em Espanha e uma das mais importantes do mundo em conjunto com Medina Media Events. Além disso, o campus da Les Roches Marbella acolherá também uma área de demonstração onde diferentes empresas nacionais e internacionais apresentarão aplicações relacionadas com o turismo, como parte do compromisso dos organizadores de abrir a experiência no local aos avanços oferecidos pelas novas tecnologias.

De Marte à Lua no SUTUS 2021

Este foi um ano chave para a exploração espacial, com marcos históricos como a chegada de sondas e robôs a Marte por agências como a NASA, a agência espacial chinesa e os Emirados Árabes Unidos, bem como as primeiras viagens privadas tripuladas da SpaceX à Estação Espacial Internacional e a corrida espacial entre os bilionários Jeff Bezos e Richard Branson, proprietários da Amazon e da Virgin Galactic, marcos que serão discutidos durante o encontro.

SUTUS 2021 contará com a presença da NASA, representada por Sam Scimemi, enquanto Assistente Especial do Administrador Associado para os Voos Tripulados, com sede em Washington. Scimemi, que esteve na primeira edição do SUTUS, tem mais de 30 anos de experiência em voos espaciais humanos, tendo iniciado a sua atividade no Johnson Space Center (Houston, Texas), estando envolvido em projetos da NASA tais como Shuttle, Hubble, Estação Espacial, SOFIA, NPP e muitos outros. Neste momento encontra-se a colaborar no projeto Moon Mars, contribuindo com a sua experiência na segurança de missões tripuladas.

Uma das novidades de maior destaque da edição deste ano será a presença da Agência Aeroespacial Japonesa JAXA, representada por Hiroko Asakura, Diretora-Adjunta desta agência junto da União Europeia, que se encarregará de apresentar o compromisso do país com o turismo espacial.

O discurso de Asakura no SUTUS 2021 centrar-se-á na participação do Japão no programa “Artemis” da NASA, cujo objetivo é explorar novamente o espaço exterior da Terra Luna e trazer “a primeira mulher e o próximo homem” e no qual o Japão é o parceiro principal. Além disso, no âmbito das iniciativas privadas de turismo de luxo, também se fala japonês. O magnata Yusaku Maezawa aspira a ser o primeiro turista espacial a viajar para a Lua e convidou outras oito pessoas a juntarem-se à expedição, que deverá descolar em 2023 numa das naves espaciais da SpaceX.

O luxo de mergulhar entre navios e porta-aviões afundados

Mas o SUTUS não é apenas um evento estrelar, há também uma grande parte dedicada ao turismo subaquático, tal como o projecto “Senda Azul” de la Costa del Sol, uma iniciativa do Conselho da Província de Málaga que visa valorizar a riqueza subaquática dos 180 quilómetros da Costa del Sol, tornando acessíveis sítios arqueológicos, recifes e embarcações afundadas do tempo dos gregos, do Império Romano, da Batalha de Lepanto e da Segunda Guerra Mundial. Além disso, o projecto inclui a construção de recifes artificiais e bases náuticas, que serão um atrativo para o turismo de luxo, ajudando ao mesmo tempo a preservar e proteger os recursos marinhos, a flora e a fauna. Nas palavras do Presidente da Câmara de Málaga, Francisco Salado, que é também Presidente do Turismo da Costa del Sol, a “Senda Azul” é uma aposta no meio ambiente e na sustentabilidade, e também na oferta turística, patrimonial e cultural. Mas será Javier Noriega, presidente del Clúster Marino Marítimo de Andalucía, o responsável por apresentar aos especialistas internacionais de SUTUS 2021 os detalhes deste projeto com o qual colabora há vários anos.

Carlos Díez de la Lastra, Diretor do campus Les Roches na Costa del Sol, afirma: “Estamos muito entusiasmados por estar de volta este ano com SUTUS 2021, um evento único no mundo, onde poderemos explorar com mais detalhe o que está acima das nossas cabeças e abaixo dos nossos pés, porque estamos muito mais perto do que as pessoas pensam ampliar os nossos limites. Em apenas dois meses, as agências líderes na corrida pelo turismo de luxo espacial  e turismo subaquático encontram-se em Marbella, Andaluzia. E as grandes expedições à América, para descobrir o Novo Mundo e  também começaram a partir daqui”. Nas próximas semanas, os organizadores do evento vão anunciar mais detalhes desta segunda edição do SUTUS, cuja agenda oficial será publicada um mês antes do evento, bem como a abertura do processo de inscrição para os três dias, que pode ser seguido através da plataforma virtual.

Para mais informação: www.sutusummit.com

Como escolher o melhor processador de pagamentos para a sua venda direta

A 31 de dezembro de 2020 entrou em vigor finalmente o regulamento PSD2, cuja primeira tentativa em setembro de 2019 foi adiada perante a falta de adoção da maioria dos bancos e da indústria em geral. A título de resumo, o PSD2:

  •   Regula as transações online dentro do âmbito europeu: cartão do cliente e banco (adquirente) estão no território da UE. Não se aplica no resto dos casos.
  •   Exige dupla autenticação (SCA ou Strong Customer Authentication).
  •   Sendo a receção do PIN no telefone o meio mais difundido, mas não o único, já que surgem novos meios como o Apple Face ID ou a impressão digital (evoluções trazidas pelo 3DS2).

Já no ano passado escrevemos uma extensa publicação sobre o PSD2 e o impacto na venda direta dos hotéis que recomendamos que releia para conhecer todos os pormenores. Nela falamos do âmbito do PSD2, do significado de SCA, das diferenças entre o 3DS2 e o 3DS1, bem como nas diferentes exceções da regra.

Para onde vamos: tendência nos pagamentos para lá do PSD2 e PCI

Na verdade, o PSD2 é apenas um catalisador de uma mudança na forma de cobrar aos clientes, bem como de armazenar (ou melhor dizendo, deixar de o fazer) cartões de crédito como garantia. O caminho para onde vamos é:

  •     Não guardar nem usar cartões de crédito de clientes

○      Deve deixar de guardar cartões de crédito no PMS, e muito menos sem encriptar. É um risco desnecessário e com cada vez menos garantias para si, já que estará indefeso perante um retrocesso ou chargeback de um cliente.

○      Se, no entanto, guarda os cartões no PMS, deve usá-los de forma segura sem ver a sua numeração através de integrações com plataformas de pagamento.

○      Ambos os pontos o ajudarão a cumprir com a normativa PCI que o setor hoteleiro deverá implementar, mais tarde ou mais cedo (in English), caso ainda não o tenha feito.

  •     Cobrarvalidar e tokenizar o cartão segundo o tipo de tarifa

○      As tarifas não-reembolsáveis e o pagamento no momento da reserva serão processados de maneira segura com um gateway de pagamentos fiável, sem impacto na conversão e que, por sua vez, nos garanta o cumprimento do PSD2.

○      Nas tarifas flexíveis e de pagamento no hotel, poderá validar o cartão para garantir que não é fraudulento. Assim, não guardaria o cartão, mas antes um token sobre o qual poderia cobrar a penalização em caso de no-show.

  •     Formas de pagamento alternativas

○      Para além de permitir ao cliente pagar com cartão de crédito, deve começar a oferecer formas de pagamento alternativas muito vinculadas a dispositivos móveis. Alguns exemplos são Paypal, Apple Pay, Amazon Pay, Bizum ou Wechat.

A gestão de cobranças, vantagem competitiva para as OTA

As OTA que cobram ao cliente (modelo merchant) têm uma grande vantagem competitiva sobre a venda direta no que se refere à gestão de cobranças. Falamos principalmente da Expedia (nativa do modelo merchant) e, cada vez mais, da Booking.com, que caminha decididamente para este modelo, afastando-se do seu modelo original agency e onde o cliente paga no hotel diretamente.

Cobrar ao cliente garante às OTAs as seguintes vantagens:

  •   Custos mais baixos: Ao ter escala, suportam custos muito mais baixos que o próprio hotel no seu canal direto.
  •     Mais formas de pagamento aceites:

○      Tipos de cartões: Ao serem players globais, aceitam todos os cartões de crédito existentes e não os clássicos Visa e Mastercard que aceitam muitos hotéis nas suas páginas web. E não falamos só de Amex, mas também de JCB, Diners ou Discover.

○      Formas de pagamento alternativas: Esta mesma escala permite-lhes inovar com todas as formas de pagamento alternativas de cada mercado, incluindo as mais regionais ou próprias de um país (Ideal nos Países Baixos ou Wechat na China).

  •   Capacidade para fazer disparidades: A pré-cobrança ao cliente para depois pagar no hotel garante-lhe o “poder” de fazer disparidades (como fazem e continuarão a fazer).

As OTA encontrarão na norma PSD2 a desculpa perfeita para empurrar para o modelo merchant que tantas vantagens lhes traz. Tirar a complexidade da cobrança aos hotéis adiciona valor, disso não há dúvida, mas esconde duas armadilhas de grande impacto:

  •   Mais disparidades e maior dificuldade de control. O modelo merchant está sempre vinculado à realização de disparidades. Faz parte do seu ADN.
  •   Custos mais elevados para si. Cuidado com os custos derivados, já que os virtual credit cards costumam acarretar um aumento de comissão entre 2% ou 3% segundo o fornecedor.

Um bom processador de pagamentos, o seu melhor aliado

Perante estes três desafios: a entrada em vigor da PSD2, a necessidade de deixar de guardar (e processar) cartões de crédito manualmente e a urgência para reduzir a vantagem competitiva das OTAs, está no momento de pensar em contratar um bom processador de pagamentos ou PSP (ou Payment Service Provider) e integrá-lo no seu motor de reservas.

Um processador de pagamentos que lhe permita alcançar todos os objetivos que tínhamos marcado:

  •   Cobrar de maneira segura as tarifas não-reembolsáveis (os níveis de tarifas não-reembolsáveis voltarão aos seus níveis assim que termine esta crise do Covid-19).
  •   Validar os cartões nas tarifas flexíveis e permitir iniciar uma cobrança mais adiante no caso de no-show ou cancelamento fora de prazo.
  •   Cumprir, portanto, as normas PSD2 e PCI (já que passa de armazenar e processar cartões de crédito a usar tokens).
  •   Oferecer formas de pagamento alternativas para que o cliente possa pagar com a que mais goste ou lhe convenha.

Na Mirai, e seguindo a nossa filosofia, optamos por oferecer aos nossos clientes até onze processadores de pagamentos de garantias para que cada um possa escolher a opção que mais lhe convém e se ajuste às suas necessidades.

Características que deve procurar no processador de pagamentos ideal

Um processador de pagamentos é muito mais do que uma ferramenta para cobrar reservas não-reembolsáveis. Existem muitas alternativas no mercado e não é fácil escolher. Facilitamos-lhe uma lista a modos de referência, com o intuito de que possa comparar as diferentes propostas. Lembre-se que não deve apenas procurar a melhor opção, mas antes a que melhor se adapte ao seu hotel e esteja integrada nos seus sistemas.

  •   Usabilidade e impacto na conversão. Conseguir que um cliente reserve através da sua página web é difícil. Por outro lado, perdê-lo com uma má experiência de pagamento é muito fácil. Os clientes, especialmente quando estão a pagar, procuram fiabilidade, segurança e previsibilidade (que tudo seja o esperado). Faça com que:

○       O processo de pagamento esteja integrado no de reserva (iframe), sem sair para outra página (redirect).

○      Que seja mantida a imagem, especialmente se én outra página. Por imagem estamos a referir-nos ao seu logótipo, estilos e cores.

○      Que permita cobrar ao cliente na sua moeda. No momento de pagar algo, quase todos preferimos ver a quantia na nossa moeda, especialmente se fomos navegando e escolhendo cada produto nessa moeda. Muitos processadores permitem cobrar em diferentes moedas ao cliente. Outros não. Nestes casos, onde o cliente passa a pagar numa outra moeda, é necessário informar muito bem antes de passar ao gateway, para evitar confusões.

○       Manter também o idioma no momento do pagamento. Existem mercados emissores com idiomas diferentes do clássico inglês ou francês. Por exemplo, o sueco, russo ou chinês. Se, no momento de pagar, os leva para uma plataforma que está apenas em inglês ou português, terá um bloqueio na conversão da sua página web.

  •     Uso de cartões de crédito para tarifas não-reembolsáveis.

○       Que tipos de cartão aceita? Pense nos seus mercados emissores e procure os que sejam habituais na origem. Amex nos EUA ou JCB no Japão, são alguns exemplos.

○       Permite a dupla validação ou SCA (Strong Customer Authentication)? Em caso afirmativo, como o faz ou que granularidade lhe permite?

■      Permite-lhe ativá-la por mercado emissor do cartão? Por exemplo em França e Alemanha sim, mas não no Reino Unido e EUA?

■      Pode ativar SCA em transações superiores a uma quantia? Por exemplo, exigir SCA apenas em encargos superiores a 500€?

■      Tem um “modo PSD2” onde “exija SCA em toda a transação dentro do âmbito da UE” mas não para o resto? É a decisão mais conservadora (para quê exigir SCA em mercados onde não é obrigatório e a dupla autenticação não está tão difundida?)

○       Está adaptado ao 3DS2 para fazer a autenticação double-factor ou SCA? O 3DS2 permite muitas mais formas de dupla-validação para além do clássico PIN para o telemóvel. O Apple Face ID, a impressão digital ou mensagens emergentes na app do banco são apenas algumas formas de contemplar o 3DS2 e que conduz a muito melhores taxas de conversão que o anterior 3DS1.

  •     Aceitação de formas de pagamento alternativas em tarifas não-reembolsáveis.

○       Que formas de pagamento alternativas lhe oferece? Existem muitas, como Paypal, Amazon Pay, Ideal, Sofort (agora Klarna), Apple Pay, Bizum ou Wechat. Solicite uma lista das que estão disponíveis e compare com os seus mercados emissores mais fortes, já que muitas delas são exclusivas de um determinado mercado (WeChat na China ou Sofort em países de língua alemã e Reino Unido).

○       Aceita o pagamento com criptomoedas como Bitcoins? Ainda é um mercado pequeno, mas em auge, e dispôr desta forma de pagamento poderá ser uma vantagem competitiva.

  •     Validação e tokenização de cartões nas tarifas flexíveis

○       Pode validar se o cartão existe e que não é fraudulento sem fazer uma cobrança? Evitará todas as reservas falsas que são tão incómodas e tantos problemas causam.

○       Permite aplicar a dupla autenticação (SCA) sobre estes cartões?

○       Permite tokenizar o cartão de forma a não armazenar os números de cartão, mas antes tokens? Evitará assim os riscos que isso implica e ficará protegido de potenciais retrocessos ou chargebacks.

○       Permite cobrar em caso de no-show ou cancelamento fora de prazo? É o que se chama MIT ou Merchant Initiated Transaction. Dado que não tem a numeração do cartão, terá de iniciar uma cobrança sobre esse token, se aplicável.

  •     Operações disponíveis no painel de controlo

○       Permite-lhe fazer reembolsos a partir do seu painel de controlo? e também reembolsos parciais?

○       Permite-lhe iniciar uma transação (uma cobrança) sobre um token já autorizado pelo cliente ou MIT? Nesse caso informe-se quanto aos limites desta operação (até quando o pode fazer? até que quantia?)

○       Permite-lhe agendar cobranças? Se tem tarifas com cobranças parciais em determinadas datas, dispor desta alternativa é importante para si. Nem todos os processadores o permitem.

○       Que estatísticas lhe são oferecidas no seu painel? Conhecer as formas de pagamento mais habituais por país de origem ou a quantia, tem muito valor para conhecer o seu cliente melhor e poder adaptar o seu produto aos mesmos.

  •     Países em que opera e limitações

○       Em que mercados permite processar pagamentos? Existe alguma limitação? Certifique-se que pode cobrar a clientes dos seus principais mercados emissores.

○       Em que países pode entregar o dinheiro (settlement)? Confirme que pode trabalhar com a sua conta, no seu banco, no seu país e na sua moeda.

○       Exige algum volume mínimo anual de transações?

  •     Integração com o seu PMS e outras operações do hotel

○       Permite gerir as operações de cobrança a partir do seu PMS? É o lugar natural, já que passa o dia-a-dia no PMS.

○       Permite, pelo menos, informar quanto à forma de pagamento ou data de depósito do dinheiro (cash flow) no PMS? Toda a informação que automatize os seus processos de contabilidade e previsão de tesouraria ajuda.

  •     Relação qualidade-preço.

○       Quais são os custos de cada uma das operações: cobrança, validação e formas de pagamento alternativas? Tem custos fixos? Para lhe fazer uma proposta, irão solicitar-lhe uma estimativa de volume para cada uma destas operações (pode calcular o seu volume de venda não-reembolsável e o de tarifas flexíveis)

○       Lembre-se que este custo já o está a ter na forma como estão a cobrar no seu hotel. Portanto, não se trata de um custo novo, mas antes um custo que “transfere” do TPV físico para o online.

○       Lembre-se também que o custo varia muito segundo a transação. As transações internacionais são muito mais caras que as domésticas.

○       É importante também indicar que um processador de pagamentos pode ter aliança ou relação com o seu banco atual, o que lhe pode trazer sinergias como redução de custos em outras áreas do seu hotel não relacionadas com a venda online. Tenha em consideração todas estas variáveis na hora de tomar uma decisão.

  •     Evolução de produto

○       Quais são os seus planos para futuro? Que melhorias lhe irão trazer os próximos meses ou anos? Os pagamentos evoluem muito rápido e é crucial escolher um player dinâmico e proativo.

Conclusão

Nos próximos anos veremos uma grande evolução nos meios de pagamento passando de um mercado dominado pelos cartões de crédito para um ecossistema muito diversificado, complexo e em mutação, com uma multidão de formas de pagamento muito diferentes e muito vinculadas a dispositivos móveis.

As operações hoteleiras de cobranças e garantias terão de se adaptar ou irão perdendo competitividade à medida que as OTA incorporam todas estas melhorias. A norma PSD2 ou PCI são só sinais da mudança que vem a caminho e que nos deve fazer refletir para pormos mãos à obra.

Nada mudará no dia 1 de janeiro de 2021 (entrada em vigor do PSD2), mas não se relaxe, já que muito mudará a partir de 2021 em tudo o que se relacione com cobranças, e ignorá-lo não é uma opção. Para tomar a melhor decisão, primeiro deve instruir-se para saber fazer um exercício adequado que o ajude a comparar as diferentes alternativas. Assim que o tenha feito, tomar a decisão e implementá-la é parte mais simples

Passadeira FH20 da Fun & Fitness para equipar o seu ginásio

Fun & Fitness tem um vasto leque de serviços para oferecer aos seus clientes em todas as fases da concepção de um ginásio ou health club.

Na primeira fase, fornece apoio em toda a concepção do projecto desde o layout com as máquinas de musculação, decoração do espaço até à gestão passando pelas ferramentas do marketing (design, fichas de inscrição, flyers, pagina Web etc.), fornecendo todas as ferramentas necessárias ao pleno funcionamento do ginásio ou health club.

Numa segunda fase, comercializa todos equipamentos para ginásios, desde máquinas de musculação, a equipamentos cárdio-fitness, material para balneários, som, luz, software de gestão de clientes etc.

Na terceira fase, a empresa tem uma equipa de técnicos que fazem a montagem e/ou instalação e manutenção dos equipamentos, oferecendo ao cliente um excelente serviço pós-venda e uma assistência técnica eficiente, dando-lhe a possibilidade de efectuarem contratos de manutenção para além da garantia em todas máquinas de musculação.

Numa última faseFun & Fitness trabalha com um grupo de colaboradores qualificados nas áreas de desporto e nutrição, que estão habilitados a fazer prescrições de exercício, avaliações físicas, consultas de nutrição, prestar serviços de personal trainer, podendo assim proporcionar aos seus clientes a aquisição dos serviços destes colaboradores.

Hoje destacamos
PASSADEIRA FH20

Referência   FH20
  Marca   FFITTECH®
  Motor   (pico/continuo): 4,5/2,5AC
  Peso   100kg
  Dimensões   179 x 90 x 141cm
  Área de corrida   52 x 135cm
  Velocidade   Velocidade – 18km/h
  Inclinação   0 – 15%
  Colunas   Conexão MP3 e colunas HD integradas.
  Tábua   Sistema de amortecimento incorporado.
  Ecrã   Tempo, Distância, Pulsação, Calorias, Velocidade, Inclinação
  Programas   12 pré-definidos com 3 perfis personalizáveis.
  Peso Máx. Utilizador   180kg
  Tamanho Dobrada   132 x 90 x 143cm
  Detalhes   – Sensores de frequência cardíaca.
– Dois suportes incorporados para guardar garrafas de agua, telemóveis ou outros artigos durante o treino.
– Tapete anti-estático que elimina pequenas descargas elétricas no corpo e auto lubrificado
que evita danos irreparáveis no motor.
– Um único botão rotativo start-stop controla a velocidade.
– Rodas de transporte e de nivelamento.

A importância e o desafio de automatizar o apoio ao cliente

Uma resposta “precisa” e “simples” sempre foi o objetivo de todos os hotéis em relação ao apoio ao cliente. Com a chegada dos dispositivos móveis, a nossa tolerância a esperar é mínima e exigimos respostas “rápidas”, já para não dizer imediatas. E, cada vez mais, solicitamos respostas “personalizadas” e “próximas”. Frustram-nos as mensagens genéricas e distantes. Para o tornar ainda mais complexo, já não só ligamos para um hotel ou escrevemos emails, mas antes usamos whatsapp, chats online ou mensagens pelas redes sociais e esperamos resposta pelo mesmo meio. Em suma, queremos serviços de rei e sem pagar um euro. No fundo, sentimo-nos poderosos já que com apenas um clique, mudo de canal (“se não me respondes, o Booking.com responde”) ou, o que é muito mais grave, mudo de hotel (“já que haverá outro que me atenda melhor, há muitos”). Quanto custa ganhar um cliente e como é fácil perder um.

O apoio ao cliente, aposta e investimento

Muitos hotéis apostam e continuam a manter padrões de qualidade muito elevados em termos de apoio ao cliente. Ao contrário do que se possa pensar, isto não acontece em função do seu tipo (hotel, hostel ou albergue) nem tão pouco por categoria (5 ou 1 estrelas). Existem casos de sucesso em todos os níveis, já que o bom serviço é mais uma filosofia de como operar um negócio. Uma coisa gravada a fogo no ADN de cada casa e que se transmite de cima para baixo, de proprietários ou administração para baixo. É raro funcionar ao contrário.

Infelizmente, as crises como esta que vivemos do covid-19 obrigam a muitos cortes nos custos operacionais, e o apoio ao cliente é uma vítima habitual. Uma decisão a priori compreensível, ainda que equivocada, já que todos os clientes que o contactam e não recebem resposta talvez se cansem e sejam eles que estejam ausentes quando os procurar. Ao continuar a apoiar-nos principalmente em pessoas para realizar este trabalho, quando não há pessoas, não há serviço. No entanto, ainda há muitas pessoas que continuam a ver mais o componente “custo” do apoio ao cliente do que o de “investimento”.

Os mais prejudicados por estes cortes são os hotéis pequenos, depois as grandes cadeias e, por último, as grandes OTA, que também sofrem, mas menos. A escala marca sempre a diferença.

O desafio de automatizar o apoio ao cliente e torná-lo acessível

Ainda que a automatização do apoio ao cliente é uma indústria em pleno desenvolvimento, já existem muitos progressos que, apoiados na inteligência artificial e machine learning, dão uma boa resposta automatizada nos casos mais usuais. Ferramentas que resolvem de maneira fluida as perguntas mais frequentes, reduzindo muitas horas de trabalho à sua equipa e melhorando a satisfação do seu cliente. E tudo cobrindo os nossos requisitos iniciais que eram, dar uma resposta precisa, simples, rápida, próxima e personalizada. Automatizar a 100% a interação com o cliente é, hoje em dia, irrealista e contraproducente.

Web. É sempre melhor prevenir que curar. Adiante-se às possíveis consultas dos seus clientes. Informe quanto a datas de abertura, serviços não-disponíveis e até quando, bem como possíveis restrições de viagens ou protocolos covid-19 que tenha implementado. É certo que existem clientes que não gostam de ler muito e o ignoram, mas muitos outros irão sim ler e agradecer. O melhor serviço é evitar que sequer exista uma dúvida.

Dispõe também de alternativas na forma de plugin ou widget que lhe permitem incorporar conteúdo muito mais rapidamente. Algumas delas como The Hotels Network ou Triptease permitem-lhe destacar facilmente conteúdo direto e pontual quando o necessite.

Chatbots. Por muito que trabalhe o seu website, ficarão sempre perguntas por responder. Também encontrará clientes preguiçosos que preferem perguntar do que procurar informação. Muitos fogem da voz como forma de perguntar, sobretudo os mais jovens, e preferem interagir em formato de texto. Outros não ligam diretamente porque não falam a sua língua, estão em outro fuso horário ou são horas que consideram inoportunas para o fazer. Para estes casos, deveria considerar implementar um chatbot e ligá-lo a todos os pontos de entrada de comunicação com o seu hotel: o seu website, o seu perfil nas redes sociais e, inclusive, no seu canal whatsapp.

Estes chatbots deveriam estar integrados com o seu motor de reservas para orçamentar em tempo real a um cliente e transferir de forma simples ao hotel as datas e ocupação selecionadas no chatbot para que termine a sua reserva de forma fácil e cómoda. Na Mirai contamos com uma sofisticada rede dos melhores chatbots como AsksuiteHiJiffy, Quicktext tanto nas suas versões Freemium (gratuita para os clientes da Mirai) como Premium e, em poucas semanas, o novo chatbot da ReviewPro.

Assistentes que automatizam (parcial ou totalmente) a gestão do email e orçamentação de reservas. São uma grande ajuda especialmente agora que muitos hotéis estão fechados ou com pessoal muito escasso. São sistemas que leem de forma automática a sua caixa de entrada e interpretam as perguntas mais habituais.

Numa configuração semiautomática (a recomendada para se iniciar com estas ferramentas), o assistente irá ajudá-lo a compor uma resposta ágil (quer seja uma pergunta frequente ou um orçamento em tempo real em confronto com o seu motor de reservas), com imagem profissional e sempre multi-idioma para que envie ao seu cliente depois de uma revisão final. Nas configurações mais avançadas, e depois do período de treino e experiência na modalidade semiautomática, pode passar para uma modalidade totalmente automatizada na qual a ferramenta não só redige a resposta como a envia de forma automática ao cliente em prazos muito curtos (de minutos).

Dar passos na automatização da gestão do email irá permitir-lhe economizar até 70% do seu tempo ou do da sua equipa que poderá fazer outras coisas ou gerir com mais dedicação os pedidos realmente interessantes.

Ao contrário dos chatbots, a comunicação por email é assíncrona e o cliente que escreve um email espera uma resposta “num período breve”, sendo este período subjetivo, conforme cada um. E aqui está um ponto chave. Os clientes cada vez são mais impacientes e responder a todas as perguntas a tempo e no formato certo é quase impossível, sobretudo agora que os hotéis têm menos estrutura do que nunca. Esta ausência de resposta gera frustração no cliente que muito provavelmente optará por procurar a resposta por outro “canal” (intermediação) ou em outro hotel, o que implica uma venda perdida para si.

Para além de responder às perguntas frequentes, estes sistemas oferecem também a possibilidade de se “ligar” ao seu motor de reservas para o ajudar a automatizar as cotações que ainda recebe por email. Desde perguntas muito simples, até consultas mais complicadas como vários quartos ou pequenos grupos. Poupa muito tempo da sua equipa, o que lhe permitirá responder a mais clientes e de forma muito mais ágil e profissional. Mais uma vez, parece razoável familiarizar-se com a ferramenta de modo semiautomático, para planear uma automatização total assim que tenha já a experiência e domine todos os casos possíveis.

Para um cliente, uma boa resposta recebida de forma ágil com toda a informação relevante do tipo de quarto com a sua fotografia, tarifa a aplicar, política de cancelamento e, é claro, o preço final, dará aos seus clientes uma impressão de um serviço memorável.

Na Mirai, graças à nossa colaboração com a HERA da Hotel Resbot, oferecemos de forma gratuita a todos os nossos clientes um assistente semiautomático de resposta de emails com a possibilidade tanto de responder a perguntas frequentes como de assistir na orçamentação de reservas (ligação à notícia por escrever). E tudo com uma imagem personalizada com o seu logótipo, cores, bem como mensagens próprias para potenciar o cross e o upselling.

Call center. A automatização ao telefone deu passos de gigante nestes últimos anos, se bem que continua a ser para casos muito concretos onde procura saber o estado do seu pedido, cancelá-lo, conhecer o seu saldo ou solicitar um duplicado da sua fatura. Apesar de todos estes avanços, à maioria de nós ainda nos frustra falar com uma máquina que tradicionalmente nos resolve poucas coisas.

Na indústria hoteleira, os casos são muito mais numerosos e variados. Também depende de muitas variáveis como as datas, ocupação (com idades das crianças caso existam) ou pertença a um clube de fidelização. A interpretação de voz e os diferentes sotaques aumenta ainda mais uma já elevada complexidade existente, o que justifica o ainda baixo grau de automatização nos call centers hoteleiros. Ainda assim, é de esperar grandes avanços neste ponto e “em breve” vamos falar com máquinas pensando que são pessoas reais.

Um bom apoio ao cliente e automatizado como valor diferenciador do seu hotel e canal direto

Em momentos de crise como o que vivemos, oferecer ao seu cliente diferentes opções automatizadas e de qualidade para que entrem em contacto consigo irá implicar um grande valor de diferenciação para o seu hotel (em relação à concorrência) e o seu canal direto (em relação às OTA). Sempre garantindo a precisão, simplicidade, agilidade, personalização e proximidade nas suas respostas.

Em vez de perder clientes do seu canal direto (a favor das OTA) ou perder clientes (a favor da sua concorrência), tem uma oportunidade de fazer exatamente o contrário. Seja melhor que as OTA no seu website, email ou redes e recupere parte das vendas que acabam nas mesmas. Seja melhor que a sua concorrência hoteleira e roube-lhes os clientes insatisfeitos que tratam de contactá-los e se frustram perante a falta de resposta.

Quatro estratégias comuns usadas por scammers para personificar celebridades

Nem tudo o que reluz é ouro – a ESET alerta para os impostores que se fazem passar por celebridades com o intuito de defraudar os utilizadores mais incautos.

A apropriação do nome e imagem dos mais ricos e famosos é uma estratégia favorita de criminosos em busca de enganar e enriquecer às custas de utilizadores online.

A ESET, uma empresa líder em cibersegurança, partilha hoje algumas das formas mais comuns a que os scammers recorrem para passarem por celebridades, fazendo derreter os corações e, sobretudo, as contas bancárias dos utilizadores.

Ofertas falsas de criptomoedas

As ofertas falsas de criptomoeda banalizaram-se com a popularidade desse ativo digital e, habitualmente, acontecem em canais de YouTube ou contas de Twitter com uma grande base de seguidores sequestrados por agentes maliciosos. O esquema costuma envolver a solicitação de dinheiro digital para um endereço bitcoin, com a promessa de o valor ser duplicado como parte da campanha. No entanto, como seria de esperar, os utilizadores que caiam na armadilha não voltam a ver as suas criptomoedas. Para dar maior legitimidade ao esquema, os agentes maliciosos assumem também muitas vezes a pele de grandes figuras do mundo da tecnologia, como o fundador da Microsoft, Bill Gates, ou o CEO da Tesla e SpaceX, Elon Musk.

Vídeos enganadores no Facebook ou Instagram

Algumas celebridades tiram partido de plataformas como o Facebook ou Instagram para entrarem em contacto direto com os seus fãs, uma atividade partilhada também por scammers que recorrem às emissões ao vivo nas redes sociais para enganar os utilizadores. Para isso, os agentes maliciosos criam contas falsas que condizem com as páginas reais das celebridades, incluindo publicações, imagens e vídeos. No entanto, o nome terá erros ortográficos ou será suplementado com palavras como “TV”, “fan page”, ou outras.

Nos vídeos ao vivo, os scammers tentam aliciar os utilizadores com descrições como “os primeiros 1000 a comentar recebem 1000 euros”. Depois, os utilizadores que interajam com o vídeo recebem instruções sobre como receber aquele montante, que incluem enviar informação pessoal sensível ou mesmo dinheiro das suas contas. Além de perderem o seu dinheiro, os dados destes utilizadores podem voltar a ser usados para outros esquemas maliciosos.

Apelos falsos de apoio a causas solidárias

Outra tática comum envolve criar contas falsas que personifiquem celebridades e entrar em contacto direito com fãs em todo o tipo de plataformas digitais. Embora não seja uma estratégia sofisticada, o impostor procura enganar os utilizadores pedindo-lhes para contribuir para causas solidárias que supostamente estão a apoiar, ou mesmo oferecendo-lhes bilhetes para concertos privados inexistentes a troco de transferências de dinheiro.

Pedidos fraudulentos de investimento

Finalmente, a ESET destaca as tentativas de scammers de lucrar com os utilizadores mais inexperientes convencendo-os a usarem o seu dinheiro em “investimentos” supostamente apoiados pelas celebridades. Este tipo de manobras não é novidade, envolvendo a promessa falsa de multiplicação do investimento rápida e facilmente. Normalmente, esta técnica assume a forma de anúncios popup que se fazem passar de artigos sobre incríveis retornos do investimento, complementados com manchetes bombásticas sobre como uma celebridade investiu naquela empresa ou produto e lucrou imenso com isso.

Permanecer seguro

Identificar agentes maliciosos nas plataformas de redes sociais não deve ser uma tarefa difícil. O Facebook, Instagram e Twitter usam um sistema de verificação de perfis que permite aos utilizadores distinguir entre celebridades reais e impostores.

A respeito das manobras com alegados fins solidários ou relacionados com oportunidades de investimento, a sua veracidade também pode ser testada com uma busca rápida no Google. Se passarem o teste, o utilizador tem ainda a possibilidade de contactar diretamente a entidade para descobrir mais sobre a colaboração com uma celebridade específica.

Como sempre, a ESET recomenda aos utilizadores que permaneçam vigilantes e questionem qualquer ação que levante o mínimo de suspeitas, mantendo sempre presente a ideia de que se algo parece demasiado bom para ser verdade, o mais provável é que não seja genuíno.

Angelbird lança novo adaptador para fluxos de trabalho Atomos

A Angelbird Technologies, fabricante de soluções de media para câmaras para produções criativas, apresenta o AtomX CFast, um adaptador que permite aos profissionais gravar ficheiros de alta-resolução e framerate em formatos RAW e comprimidos diretamente para cartões de memória CFast 2.0 Type I a partir de sistemas de gravação Atomos.

O AtomX CFast é um adaptador com formato AtomX SSDmini e interface SATA projetado para ser introduzido na parte traseira de um monitor-gravador Atomos compatível. Fabricado na Áustria de acordo com os mais elevados standards de qualidade, o AtomX CFast da Angelbird possui uma construção robusta capaz de lidar com as condições de gravação mais adversas.

O novo adaptador suporta vários codecs, resoluções e framerates, incluindo Apple ProRes/Avid DNx até 4KDCIp60, e Apple ProRes RAW até 6K30p, 4K120p. Após o momento de captura, o cartão CFast 2.0 utilizado pode ser introduzido num leitor de cartões, ou, em alternativa, pode conectar o adaptador AtomX CFast num adaptador USB-C para SATA opcional para fazer offload dos dados.

Veja o adaptador AtomX CFast em ação neste vídeo.

Preço e disponibilidade

O adaptador Angelbird AtomX CFast está disponível em Portugal através da Robisa por um preço de 96,79 €.

Aceler@Tech in Portugal já tem finalistas

Aceler@Tech in Portugal já tem finalistas. Desde visitas virtuais com imersão em 3D a bilhética para eventos assente em tecnologia blockchain ou experimentação global através da cultura gastronómica, os projetos finalistas desta iniciativa – que vai atribuir mais de 20.000€ em prémios financeiros aos projetos vencedores – prometem inovar este setor vital para a economia do país.

O Acelera@Tech tem como objetivo atrair para Portugal a melhor inovação ligada ao Turismo, contribuindo para o aumento da competitividade e inovação do setor. A primeira edição do programa contou com três centenas de candidaturas oriundas de todo o mundo. A maior parte dos projetos candidatos são europeus, mas estão representados todos os continentes, e, para além de Portugal, os principais países inscritos foram o Brasil, EUA, Índia, Singapura, Paquistão, Grécia, Alemanha e Espanha.

Os 20 finalistas, agora anunciados, transitam para uma segunda fase de aceleração, na qual irão ser postos em contacto com diversos mentores com experiência no desenvolvimento de negócio e/ou na área do Turismo, investidores nacionais, empresas portuguesas líderes do setor com quem poderão desenvolver pilotos e startups portuguesas ligadas ao Turismo com quem poderão explorar sinergias.

Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, que tinha marcado presença na sessão de abertura do Aceler@Tech, afirmou que no objetivo de posicionar Portugal na liderança mundial do Turismo, a “intervenção do Turismo de Portugal faz-se também através da parceria desenvolvida com intervenientes responsáveis por organizar programas de aceleração – como a Acredita Portugal, universidades e investidores, que tornam possível identificar boas ideias e criar um ecossistema dinâmico no setor do Turismo.”